Aline Viudes, diretora executiva e consultora independente de beleza Mary Kay, contou no AdamiCast como uma antiga resistência à cor rosa e ao universo das vendas diretas deu lugar a uma carreira de mais de uma década, marcada por quatro carros rosa conquistados e viagens internacionais pelo mundo todo.
Do preconceito com vendas à primeira compra
Formada em administração e professora de inglês e espanhol na Fisk, Aline conheceu a Mary Kay em 2009, apresentada por uma consultora de Bragança Paulista. Confessa que não gostava da cor rosa e tinha um preconceito com o segmento de vendas diretas, associando a atividade a quem “não tinha dado certo na vida”. Ainda assim, experimentou os produtos, gostou, e comprou uma semana depois, tornando-se cliente antes mesmo de considerar empreender.
A amiga que insistiu por um ano
Foi a amiga Talita Estelato, também apresentada aos produtos pela mesma consultora, quem convidou Aline a se tornar revendedora, repetindo o convite por cerca de um ano até obter um sim. Em 2011, já incomodada com a rotina fixa da escola e em busca de crescimento financeiro e profissional, Aline decidiu se dedicar exclusivamente ao negócio, mesmo enfrentando descrédito de conhecidos que não reconheciam a Mary Kay como trabalho de verdade.
O primeiro carro rosa
No primeiro ano dedicada à Mary Kay, Aline já conquistou segurança financeira para comprar um carro, e dois anos depois alcançou seu primeiro carro rosa, prêmio concedido a cada três anos a quem cumpre as metas da empresa junto com sua equipe. Ano passado, conquistou o quarto carro rosa, resultado de mais de uma década de trabalho contínuo.
Um comentário que virou virada de chave
Aline relembrou um episódio em que o próprio marido, então namorado, sugeriu que ela desistisse da Mary Kay por não ter “tino para negócio”. Em vez de desanimar, ela decidiu provar a si mesma que era capaz, reforçando a convicção de que liderança e espírito empreendedor são desenvolvidos, não natos.
Viagens e reconhecimento
Ao longo da carreira, Aline viajou a trabalho para Dallas por duas vezes, além de Bariloche, França, Itália, Barcelona e Los Angeles, incluindo um jantar servido no palco do teatro do Oscar. A próxima viagem, já conquistada, é para a Grécia em 2024. Ela também destacou a filosofia da empresa, que coloca Deus em primeiro lugar, família em segundo e trabalho em terceiro.
Produto, propósito e histórias de transformação
Aline citou dados recentes da marca, hoje número um em maquiagem facial e labial na América Latina, e contou a história de uma consultora que, segundo ela mesma relatou, encontrou na Mary Kay uma válvula de escape em um momento de desistir da própria vida. Para Aline, o negócio vai além da venda de cosméticos: é sobre ajudar mulheres a se sentirem importantes e capazes de construir a própria história.
Onde encontrar
Instagram da convidada: @alineviudes
Resumo do episódio
Aline Viudes, diretora executiva da Mary Kay, relata como superou preconceitos contra vendas diretas e a cor rosa para construir uma carreira de mais de uma década no ramo, conquistando quatro carros rosa, viagens internacionais e liderança de equipe. O relato mostra como resistência inicial aos produtos se transformou em empreendedorismo após insistência de amiga, descrédito de conhecidos e até sugestão do então namorado para desistir, reforçando a ideia de que liderança e espírito empreendedor são desenvolvidos.
Principais aprendizados
- Mary Kay premia consultoras com carros rosa a cada três anos quando cumprem metas com suas equipes.
- Preconceitos sobre vendas diretas podem ser desfeitos pela experiência prática com produtos de qualidade.
- A filosofia da empresa Mary Kay ordena prioridades como Deus em primeiro lugar, família em segundo e trabalho em terceiro.
- Liderança e espírito empreendedor são habilidades desenvolvidas ao longo do tempo, não características inatas.
- Mary Kay é atualmente a marca número um em maquiagem facial e labial na América Latina.
Perguntas respondidas neste episódio
Como funciona o sistema de prêmios da Mary Kay?
Consultoras que cumprem as metas da empresa junto com suas equipes conquistam carros rosa como prêmio. O reconhecimento é concedido a cada três anos. Além dos carros, há viagens internacionais patrocinadas pela marca para consultoras de destaque.
Vale a pena deixar um emprego fixo para trabalhar com vendas diretas?
A mudança resultou em segurança financeira já no primeiro ano, com condições de comprar um carro. Dois anos após dedicação exclusiva, chegou-se ao primeiro carro rosa, e continuidade resultou em crescimento profissional duradouro de mais de uma década.
Como começar na Mary Kay sem conhecimento prévio?
O primeiro passo é conhecer os produtos através de alguém já inserido na marca. Geralmente há um período como cliente antes de se tornar revendedora. A decisão de empreender pode vir naturalmente após gostar dos cosméticos e reconhecer oportunidade.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.