No episódio #271 do AdamiCast, em 4 de dezembro de 2023, o casal Eduardo Morais Beretta (médico, @moraisberetta) e Cleire de Almeida Beretta (fonoaudióloga, @cleirealmeidaberetta), contou a história que começa com o Samir (cunhado dele, já falecido) sendo o cupido deles por 2 anos seguidos, e do encontro em 2002 em Dracena (ela de Araçatuba, ele de Flora Rica, estudaram em Marília na mesma época sem se conhecer), e dos 21 anos de casados (com a condição do Eduardo: quando você se formar a gente se casa, e em 2005 quando ela se formou em enfermagem, casaram), e dos 30 anos de formado dele em medicina (Famema de Marília, cirurgia geral por 2 anos, cirurgia plástica em Campinas por 3 anos, depois medicina do trabalho pra poder trabalhar junto com ela), e da formação dela em Fonoaudiologia em Marília (queria ser dentista desde criança, fez Biomedicina 2 semanas, transferiu pra Fono por causa de uma amiga que já fazia, fez estágio com a amiga em Ourinhos, apaixonou pela profissão), e dos 12 anos dela na PAI de Araçatuba e da decisão de fazer Enfermagem (1ª turma da UNIP) por empregabilidade, e da vinda pra Dracena em 2006/2007 (Dracena me adotou, hoje ela se adapta mais fácil que ele), e da clínica Perfil com 21 anos (ele construiu o consultório, depois puxadinho, depois sala nova na pandemia, e a Cleire atende lá), e da Perfil Ocupacional nascendo em 2011 junto com o segundo filho (empresa de saúde ocupacional, médico e fono no mesmo local), e da Salute nova empresa de cuidadores de enfermagem (recém-nascido ao idoso, gestão de medicação, Alzheimer, começou em outubro de 2023, Dracena e região), e da Fundec onde os dois são professores há 17 anos (ela no curso técnico de enfermagem, ele na graduação), e das cirurgias plásticas que ele faz nela (lipo antes de casar, orelha no 1º dia que se conheceram, é mais barato a cirurgia do que um divórcio), e do projeto saúde do Gustavo que fez os dois perderem peso, e dos 3 pilares da longevidade (exercício de baixa intensidade, comida em porções menores, menos estresse), e da irmã da Cleire que fez Pilates, empreendeu 2 estúdios em São Paulo, e agora está fazendo medicina com 50 anos pra se tornar ortopedista, e dos filhos que veem eles estudando a vida inteira.
Do encontro do casal em 2002 (Samir cunhado foi o cupido por 2 anos, ela de Araçatuba, ele de Flora Rica, estudaram em Marília na mesma época sem se conhecer, e da frase cadê esse Eduardo Bereto)
A história do encontro deles é uma das mais bonitas do podcast, e segundo a Cleire, tem um ditado que sempre diz que mulheres de Araçatuba casam com homens de Dracena, no meu caso é Flora Rica, e eu era de Araçatuba, estudei em Marília, Eduardo de Dracena também estudou em Marília na mesma época, éramos praticamente vizinhos, mas não nos conhecemos lá, depois de muitos anos, muitos, mas muitos mesmo, eu me formei, voltei para Araçatuba e aí ele tinha um amigo que por acaso ficou namorado da minha irmã, que era um cara de Dracena, conheceu uma mulher de Araçatuba e ele fez o nosso MIA, e por dois anos ele era o meu cunhado e ele faleceu, mas ele foi o nosso cupido, e ele ia sempre na minha casa, ele falava assim, Cleu vou te apresentar o homem da sua vida, o nome dele foi confiante, olha que responsabilidade, não sabia que ele tava brincando, não, eles eram amigos desde 5 anos de idade, e depois de um bom tempo eles se reencontraram na residência, e quando ele, o Samir foi embora, ele parou em Araçatuba, conheceu a minha irmã, e aí nesses dois anos e o Eduardo veio pra Dracena em 99 2000 por aí, e aí ele ficou dois anos falando, você vai conhecer o homem da sua vida, e aí, nossa, que te ha enchendo, enchendo, mas assim, acho que era muito brincadeira, e eu tinha 30 anos nessa, imagina, e aí um belo dia eu falei, olha, é o seguinte, eu vou morrer solteira porque eu tenho 30 anos, cadê esse Eduardo Bereto, aí ele falou, ó, dessa vez ele vai, vem pra cá porque dessa vez você vai encontrar, porque o Samir também não morava mais aqui, a gente vinha pra ficar na chácara dos pais dele, da mãe dele, e aí eu vim e conheci em 2002, em março de 2002, conheci o Eduardo e acabou dando certo, e essa história desse encontro tem 21 anos, e realmente foi o da vida, e o Eduardo falou que o Samir era pra ter sido sócio dele pra tomar uma, ele falava, vá lá namorar minha cunhada ali que a gente sai junto, era isso aí mesmo, conveniência, e sobre as profissões, o Eduardo falou que gostava da área de saúde, mas com 17, 18 anos não sabe o que quer, vai por exclusão, e acabou passando medicina porque era um CDF, estudava muito, e se formou em Marília, e esse ano faz 30 anos de formado, e como ele falou, a medicina hoje é muito segmentada, o pessoal fica cada vez mais específico, hoje tem até quem dá cena da manhã, curso médico, então você tem uma facilidade de estudar hoje muito maior que a gente não tinha naquela época, e a cidade mais próxima da Marília é Dracena, e ele fez na Famema lá em Marília, e eu acho que ainda é uma boa profissão se o cara gostar de se dedicar a estudar, porque não para, e vai ficar cada vez mais difícil, porque a oferta de profissional é cada vez maior, então pra pessoa se destacar realmente no meio como esse que tá crescendo a quantidade de profissionais, se ele não for bom, se ele não se dedicar, se não for bom, ele vai ficar sem mais um só, e o Eduardo falou que não era a ideia inicial fazer cirurgia plástica, foi se apaixonando durante a residência, e ele desistiu da obstetrícia no primeiro plantão, no quinto ano de faculdade, e o Samir não conheceu a esposa dele, o Eduardo voltou pra cá porque sempre quis voltar pra ficar perto da família, e talvez se tivesse ido pra uma cidade maior poderia ter crescido mais profissionalmente, mas tá contente aqui, tá estabilizado.
Da formação dele (Famema Marília, 30 anos de formado, cirurgia geral, cirurgia plástica em Campinas e medicina do trabalho) e da formação dela (queria ser dentista, foi pra Fono em Marília por causa de uma amiga, 12 anos na PAI de Araçatuba, depois Enfermagem por empregabilidade, e ele disse quando você se formar a gente se casa)
Já a Cleire tinha uma história bem diferente, e segundo ela, na verdade eu desde criança eu falava que eu ia ser dentista desde 5 anos, e aí fui prestei vestibular, na verdade eu passei na minha segunda opção que foi biomedicina, prestei odonto em Marília, prestei veterinária em Prudente, assim, não sabia, achava que eu queria, mas não sabia, sabia que era da era da, e nunca fui muito estudiosa, e aí eu acabei passando na minha segunda opção que era biomedicina lá em Marília, eu fiz duas semanas de biomedicina, era um curso noturno, e aí eu falei pro reitor, olha, eu não quero estudar à noite, e ele falou, olha, eu quero transferir para um curso de urno, o primeiro semestre era bem parecido, e aí eu falei, ó, eu faço esse primeiro semestre, depois eu tento transferir pra Odonto, e aí ele falou, olha, eu tenho vaga em fono e em nutrição, você escolhe, aí eu falei, ai, nutricionista, minha irmã já é nutricionista, então ah, me matricule em fono, eu não quero ser igual a minha irmã, e por coincidência eu tinha encontrado na cantina da faculdade da Unimar uma amiga que fez colegial comigo desde sexto ano, e ela falou, ai, tô aqui fazendo fono, e aí eu falei, ai, é verdade, vai ser fono porque eu até tenho uma amiga lá, já tem com quem sair pra beber, e aí nesse por aí, faculdade, faculdade, né, mas quando eu cheguei lá nessa sala de aula, eu tive uma outra amiga que era que eu saía para beber realmente, e ela ela falava pra mim, Cle fone é maravilhoso, você vai adorar, e a minha mãe falava, vem embora, vai fazer cursinho em Prudente, vai fazer odonto, e eu falava, mas gente, tô na faculdade, vou fazer cursinho, não, aí comecei gostar da faculdade, gostar de morar fora, e aí eu realmente no primeiro semestre comecei a gostar da fono, eu entrei de férias, eu tenho uma amiga fonom que é de uma cidade pequena que chama Ouriflama, e eu falei pra ela, olha, vou est de férias, me mostra o que é ser fono, eu quero saber, e aí nessas férias eu voltei e falei pra minha mãe, eu vou ser fono, e aí me formei, e essa minha amiga apaixonada por fono, no último dia de aula, ela falou assim pra mim, eu não vou ser fono, e eu falei, como você não vai ser fono, você é a melhor amiga de sala, fone ia ser maravilhoso, e ela falou, já conversei com o meu avô e eu vou fazer direito, na verdade ela queria continuar festando, e ela ficou e fez direito, e a gente até se reencontrou porque faz 20 ou 9 anos que a gente se formou, e ela advoga mais bem pouco, e aí voltei pra minha cidade depois da minha formatura, dois dias depois eu arrumei meu primeiro emprego que foi na PAI de Araçatuba, eu fiquei 12 anos em Araçatuba trabalhando na PAI, tinha um consultório lá, fiz a minha carreira lá e de repente eu decidi que eu precisava fazer algo mais, porque a minha família inteira mudou de lá e eu falei, meu Deus, eu preciso ter empregabilidade, e aí eu fui lá e prestei um vestibular, minha amiga falou, ó, vou fazer enfermagem, eu falei, eu também vou fazer enfermagem, e fui lá, eu era a primeira turma da UNIP de Araçatuba, prestei o vestibular, e liguei pra minha mãe, olha, eu prestei um vestibular, eu passei em enfermagem, vou fazer, e minha mãe falou, faz, e aí falei com a minha chefe na PAI, olha, eu vou precisar ajeitar o meu horário porque o curso é de manhã, mas eu vou fazer a enfermagem, e ela falou, vai, foram as duas pessoas que falaram pra mim, vai, o curso era de manhã, aí eu trabalhava à tarde, eu fazia consultório, eu começava 15 pra 6 até a noite, e aí no primeiro ano eu ia dois dias, no segundo três dias, no terceiro e quarto todos os dias, e em 2002 eu conheci o Eduardo, eu estava no primeiro ano de faculdade, e ele me ajudou, falou, quando você se formar a gente se casa, e foi isso que ele falou, pôis uma impôs uma condição, e em 2005 quando eu me formei em enfermagem a gente se casou.
Da vinda pra Dracena em 2006/2007 (Dracena me adotou, ela se adaptou mais fácil que ele), da clínica Perfil com 21 anos (ele construiu o consultório, depois puxadinho, depois sala nova na pandemia), e da Fundec onde os dois são professores há 17 anos
Da vinda pra Dracena e a construção da clínica, e segundo a Cleire, ele ficou acho que uns dois anos lá em Campinas, eu fiquei mais ou menos, aí depois acabou não dando certo, voltei pra cá, a gente acabou ficando nesse vai e vem, aí chegou uma época que eu decidi vir pra Dracena, em 2006 mais ou menos, no meio do ano, eu decidi, eu larguei primeiro o meu emprego na PAI e fiquei ainda com o consultório, então a gente voltava duas vezes por semana, e depois que eu decidi, acho que em 2007 eu resolvi ficar só aqui, a Eduarda acabou saindo de lá, e foram 12 anos, tipo, ai, vou sair pra traçar novos planos, é largar um filho 12 anos, e ela ficou muito apegada e chorou uma semana, mas ela diz que Dracena me adotou, e ela se adaptou muito fácil, porque ela é muito mais comunicativa, e como o Eduardo já tinha o consultório aqui, ela começou a atender lá, e eles sempre brincam que deveriam ser duas pessoas, por é o cirurgião plástico casado com a enfermeira e o médico do trabalho casado com a fonoaudióloga, e ele foi fazer justamente a medicina do trabalho pra gente poder trabalhar junto, e a clínica Perfil tá fazendo 21 anos, ela inaugurou o consultório dele mesmo, e como ela falou, eu construí, eu tava no meio da construção, eu conheci ela, aí já pensou vou construir uma sala mais, aí depois de uns tempos ela falou, ó, a gente faz um todo, não puxadinho, e ela falou, não, puxadinho não, aí na época da pandemia a gente ampliou lá, fez uma sala, aí ele fez uma sala bonita pra mim, e eles começaram a trabalhar juntos lá na clínica, e como ela falou, em 2000 a clínica tá fazendo 21 anos, e a Cleire nunca tinha trabalhado com a área de audiologia, ela trabalhava com educação especial e no consultório atendia muito a área da neuro, e ela teve a oportunidade de trabalhar com audiometria ocupacional numa empresa de Dracena, ficou 3 anos, e ela trabalhava nessa empresa de fono e era enfermeira do CAPS, passou num concurso, e ela também veio trabalhar na Fundec, e os dois trabalham na Fundec desde 2007, ela no curso técnico de enfermagem e o Eduardo na graduação, então 17 anos na Fundec, e o bom de ensinar é que sempre tá aprendendo, e a metodologia ativa de hoje prepara melhor o aluno pro dia a dia, e uma coisa que mudou é que hoje a galera não sabe precificar quanto vale a sua hora, e a educação doméstica deveria começar desde criança, e a observação importante do filho adolescente: agora que eu sou adolescente que eu precisava ter essa disciplina, e a cultura de abrir empresa é muito mais incentivada nos EUA do que no Brasil, e o Eduardo falou que nem sempre a gente acerta, e na faculdade pode demorar alguns anos, e na clínica o Eduardo falou que o que ele mais gosta é a cirurgia, e ele operou a Cleire várias vezes (lipo antes de casar, orelha no 1º dia, e a Cleire falou, você não deixa eu morrer, pelo amor de Deus, vai ideia, e o Eduardo falou, é mais barato a cirurgia do que um divórcio, e a Cleire falou que agora ela não teria coragem de fazer com outro, e a Cleire falou que às vezes a pessoa só vai descobrir lá na frente mesmo, faz parte, é muita coisa na nossa vida, é tentativa e erro, e o Eduardo falou que não para de estudar nunca, e o que ele mais gosta é quando o cara tá na profissão que ele ama, ele tem mais prazer em estudar).
Da Perfil Ocupacional nascendo em 2011 junto com o segundo filho (empresa de saúde ocupacional, médico e fono no mesmo local) e da Salute nova empresa de cuidadores de enfermagem (recém-nascido ao idoso, começou em outubro de 2023, quer expandir pra região)
Das empresas que eles montaram, a Perfil Ocupacional e a Salute, e segundo a Cleire, o Eduardo terminou a medicina do trabalho, e chegou pra mim e falou, nós vamos montar uma empresa, aí eu falei, você tá louco, não, você não queria que eu fizesse medicina do trabalho e você não é fono, então nós vamos montar uma empresa de saúde ocupacional, eu falei, meu Deus, a gente não tem essa coisa de empreender, e no Brasil dá medo também, é muito difícil, e aí ele falou, não, eu já tô indo pra Bauru, vou comprar uma cabine, vou comprar um deciômetro, vou fazer não sei o quê, e aí assim, já teve a visão de empreendedor, e aí eu falei, meu Deus, mas será, é nós que vamos trabalhar, a empresa, nós vamos fazer a empresa, e foi aí nessa história, em 2011, o meu segundo filho tinha um mês que nasceu a nossa perfil ocupacional, porque a gente tem a clínica perfil, que é a clínica do Eduardo, que é a da cirurgia plástica, e eu atendo meus pacientes lá, e aí em 2011 nasceu a perfil ocupacional, que é a nossa empresa, onde a quinta cena você vai e você consegue fazer exame médico do trabalho e audiometria no mesmo local, e era um diferencial por era um único local que você conseguia fazer os dois serviços, e aí agora montaram a Salute, que é uma empresa de cuidadores de enfermagem, e a Cleire falou que nós percebemos que aqui em Dracena existe uma carência, uma deficiência desse tipo de atendimento, e as pessoas às vezes procuram a gente, como assim, você não arruma alguém pra cuidar da minha mãe, e a gente pegou uma colega dela que também trabalha em pronto-socorro e montaram, e a Salute ela é uma empresa de cuidados de enfermagem do recém-nascido ao idoso, que a gente vai te assessorar na área de cuidado, e tem o cuidador, contrata, ó, tantas horas por dia, ou tantas horas por semana, e a pessoa idosa que esquece o remédio, e a gente faz a gestão de medicação, monta tudo separado, e a Salute quer expandir pra região, e a gente já pode contar com 150.000 habitantes, da Barranca do Rio até Adamantina, e a Fundec tem profissional na região inteira, e o Eduardo falou que querem expandir pra região.
Das cirurgias plásticas que ele faz nela (lipo antes de casar, orelha no 1º dia que se conheceram, é mais barato a cirurgia do que um divórcio, e ela pediu pra ele você não deixa eu morrer), do projeto saúde do Gustavo (ele perdeu 25kg, 2 anos e meio sem parar), e dos 3 pilares da longevidade (exercício, comida, menos estresse)
Da cirurgia plástica, da academia e dos 3 pilares da longevidade, e segundo o Eduardo, eu faço estética, faço reparador estético, seio, barriga, eu operei ela, então assim, ela ficou bonita e tal, eu vou casar, foi antes de casar, engraçado, eu fiz uma lipo, ela ficou bonita, aí depois teve os filhos e tal, aí fiz abdômen, e como que é fazer cirurgia na esposa, porque você também sabe os riscos, a esposa não é parente, e tem que ficar bom, pensou se não dá certo, se não fica do agrado, fica ouvindo o dia inteiro, e a Cleire falou que quando ela foi fazer o abdômen, quando a gente saiu de casa pra ir, aí eu falei pra ele, ai, você não deixa eu morrer, pelo amor de Deus, vai ideia, e ela falou que os meus filhos são pequenos, eles precisam de mim, tá, por favor, e ela falou que ainda tem gente que fala, nossa, mas ele te opera assim, e ela sempre confiou, e o primeiro encontro deles foi em restaurante, e ele perguntou, o que você gosta de fazer, e ela falou, viajar, e ele falou, adoro viajar, e ela falou, que lugar que você quer conhecer que você não conhece, Fortaleza, e ele falou, nossa, eu também quero ir pra Fortaleza, e ela falou, só quero uma coisa de você, operar minha orelha, e a primeira cirurgia foi a orelha dela na Páscoa de 2002, e ficou perfeita, e o Eduardo falou que a relação deles é que ela briga com ele, joga na cara dele as coisas desde o primeiro dia de namoro, e ele falou que ela é jumenta (brincadeira), e a Cleire falou que o Eduardo fica fazendo isso, e a academia, o projeto saúde do Gustavo, e o Eduardo falou, o Gustavo falou brincando, não vou, vou, e aí o pessoal começou a cobrar, e na terça a gente começou, e desde então a gente não parou, tem 2 anos e meio, e o Eduardo perdeu 25kg, e a Cleire falou que se a gente não vai na academia, a probabilidade da gente matar alguém é grande, e o dia que faz academia tem controle emocional, e o Eduardo falou que descobriu a calma, e sobre longevidade, o Eduardo falou que a pesquisa de longevidade mostrou que os pilares são exercício de baixa intensidade (a galera que faz sua caminhadinha), comida em porções menores (não é guloso, não come demais) e menos estresse, e geralmente era cidades um pouco menores, o pessoal saía pra caminhar, e o Eduardo falou que mesmo que não chegue nos 100 anos, ela estressa, então não vai conseguir.
Dos filhos e da educação (a irmã da Cleire fazendo medicina com 50 anos depois de empreender, o filho adolescente que falou que precisava da disciplina), das viagens em família (Fortaleza no dia que se conheceram, mala do Eduardo sem roupa, ela arrumando a mala de todo mundo), e dos equipamentos antigos que eles mantêm (toca CD, vinil herdado da sogra, móvel do som, home theater)
Dos filhos, da educação, das viagens em família e dos equipamentos antigos que eles mantêm, e segundo a Cleire, eu tenho dois filhos, e o meu filho adolescente falou, agora que eu sou adolescente que eu precisava ter essa disciplina, e é uma observação tão importante, e a gente tem uma cultura que a gente geralmente sonha que o filho passe num concurso, não incentiva abrir empresa, e ao contrário da cultura americana, e a irmã da Cleire se formou em fisioterapia pela Unesp em Prudente, e não queria fio, e fez Pilates, e tem dois estúdios de Pilates em São Paulo, e na pandemia ela falou, opa, pera aí, eu posso ser a médica, e o sonho dela era medicina, e hoje ela tá fazendo medicina, e hoje esse devido ela empreender, ela consegue fazer, e a irmã dela tá no terceiro ano, vai ser ortopedista, que ela não mata ninguém, no máximo entorta, e a Cleire falou que a gente nunca parou de estudar, e a gente fala pros nossos filhos, você tem que estudar e você tem que trabalhar, porque as coisas não vão cair do céu, e o Eduardo falou que a maior procura por medicina hoje é mais pelo status de ser chamado de doutor, e a Cleire falou que o Eduardo é o meu Google, e ele emprestava os livros e me ajudava, e ela falou que ele tem boa memória, e o Eduardo falou que memória intencional, só lembra aquilo que tem interesse, e das viagens, a Cleire falou que o legal da viagem é a viagem, tudo que engloba viagem, às vezes o destino é um detalhe, porque você faz todo o planejamento, vai pro lugar, vai em família, curte, e a primeira viagem deles foi pra Fortaleza, que era o dia que se conheceram, e o Eduardo foi pro congresso de cirurgia plástica, e ela chegou no hotel, e ela abriu a mala dele e falou, nossa, mas não tem roupa, e ele falou, não, mas eu vou ficar na praia, não preciso de roupa, é um short, uma camiseta, e cada posição do sol dentro, e ele era só meu namorado, e o Eduardo é muito prático, e a Cleire falou que chegou uma época que ela arruma a mala de todo mundo, e ela falou, ele é bem, ah, pra que faz, compra uma camiseta se precisar uma calça, e ela falou que na primeira vez que eles iam viajar juntos pra ajudar um amigo numa mudança, ele pegou as camisetas e jogou na cama, e ela que tinha trabalhado até uma hora, e depois ela teve que ligar pra um amigo em Dracena pra pedir que sua sogra pegasse a chave e levasse as camisetas, porque senão ele ia ficar sem camiseta na cidade pequena, e dos equipamentos antigos, o Eduardo tem um toca CD e CDs, e a Cleire falou que o dia dos pais ele queria um toca CD portátil, e ela achou em Panorama, e o cara falou, ele não tem entrada de pen drive, e ela falou, não, é esse que eu quero, e os filhos dos amigos não sabiam nem o que era CD, e a Cleire falou que tem uma coleção de vinil herdada da sogra, tem o móvel do som com o lugar do vinil e o lugar do CD, e ela falou que o Eduardo tinha CDs, era da época do colegial, e a gente parava tudo pra escutar a música, e hoje a gente tá fazendo alguma coisa e escutando música, e a música tá curtinha, e o Eduardo quer guardar o home theater antigo, é uma coisa mais moderna, mas foi a primeira coisa que ele comprou com o dinheiro dele.
Onde encontrar
Eduardo Morais Beretta (médico, @moraisberetta) e Cleire de Almeida Beretta (fonoaudióloga, @cleirealmeidaberetta) são um casal de profissionais de saúde de Dracena com 21 anos de casados, e a história deles é contada no episódio #271 do AdamiCast, em 4 de dezembro de 2023, e começa com o Samir (cunhado dele, já falecido) sendo o cupido deles por 2 anos seguidos, e do encontro em 2002 em Dracena (ela de Araçatuba, ele de Flora Rica, estudaram em Marília na mesma época sem se conhecer, e ela ia morrer solteira com 30 anos e ele apareceu), e dos 21 anos juntos com a condição do Eduardo (quando você se formar a gente se casa, e em 2005 quando ela se formou em enfermagem, casaram), e dos 30 anos de formado dele em medicina (Famema de Marília, cirurgia geral por 2 anos, cirurgia plástica em Campinas por 3 anos, depois medicina do trabalho pra poder trabalhar junto com ela), e da formação dela em Fonoaudiologia em Marília (queria ser dentista desde criança, fez Biomedicina 2 semanas, transferiu pra Fono por causa de uma amiga que já fazia, fez estágio com a amiga em Ourinhos, apaixonou pela profissão), e dos 12 anos dela na PAI de Araçatuba e da decisão de fazer Enfermagem (1ª turma da UNIP) por empregabilidade, e da vinda pra Dracena em 2006/2007 (Dracena me adotou, ela se adaptou mais rápido que ele), e da clínica Perfil com 21 anos (ele construiu o consultório, depois puxadinho, depois sala nova na pandemia, e a Cleire atende lá, e ela falou que deveriam ser duas pessoas, o cirurgião plástico casado com a enfermeira e o médico do trabalho casado com a fonoaudióloga), e da Perfil Ocupacional nascendo em 2011 junto com o segundo filho (empresa de saúde ocupacional, médico e fono no mesmo local, o diferencial era fazer os dois serviços no mesmo lugar), e da Salute nova empresa de cuidadores de enfermagem (recém-nascido ao idoso, gestão de medicação pra idoso que esquece o remédio, Alzheimer, começou em outubro de 2023, Dracena e região, Barranca do Rio até Adamantina, 150.000 habitantes), e da Fundec onde os dois são professores há 17 anos (ela no curso técnico de enfermagem, ele na graduação), e das cirurgias plásticas que ele faz nela (lipo antes de casar, abdominoplastia depois dos filhos, orelha no 1º dia que se conheceram na Páscoa de 2002, e da frase é mais barato a cirurgia do que um divórcio, e ela falou que quando foi fazer o abdômen pediu pra ele, você não deixa eu morrer, pelo amor de Deus), e do projeto saúde do Gustavo que fez os dois perderem peso (ele 25kg, 2 anos e meio sem parar, todos os dias, feriado, academia abre a gente vai também, e da frase se a gente não vai na academia a probabilidade da gente matar alguém é grande), e dos 3 pilares da longevidade (exercício de baixa intensidade, comida em porções menores, menos estresse, e geralmente era cidades menores onde o pessoal saía pra caminhar, e o Eduardo falou que mesmo que não chegue nos 100 anos ela estressa), e da irmã da Cleire que fez Pilates, empreendeu 2 estúdios em São Paulo, e agora está fazendo medicina com 50 anos pra se tornar ortopedista (e da frase no máximo entorta), e dos filhos que veem eles estudando a vida inteira (um no colegial que falou, agora que sou adolescente que eu precisava ter essa disciplina, e do outro que tá jogando bola desde pequeno e o Eduardo usa o futebol pra incentivá-lo a tirar nota boa), e do Eduardo como o Google dela (empresta livros, ajuda nos estudos, e da memória intencional que só lembra aquilo que tem interesse), e das viagens em família sempre com as crianças (a primeira foi pra Fortaleza no dia que se conheceram, e da mala do Eduardo sem roupa, e dela arrumando a mala de todo mundo, e doEduardo não dobrar as camisetas de propósito pra ela não pedir mais), e dos equipamentos antigos que eles mantêm (o toca CD do dia dos pais, a coleção de vinil herdada da sogra, o móvel do som com o lugar do vinil e do CD, o home theater antigo que foi a primeira coisa que ele comprou com o dinheiro dele). Siga o Eduardo no Instagram: @moraisberetta, e a Cleire no @cleirealmeidaberetta.
Resumo do episódio
Eduardo e Cleire são médico e fonoaudióloga que construíram 21 anos de casamento em Dracena com base em encontro arranjado pelo cunhado. Ao longo da trajetória, desenvolveram clínica de cirurgia plástica, empresa de saúde ocupacional e recentemente lançaram a Salute, serviço de cuidadores de enfermagem. Além da carreira clínica, ambos ensinam há 17 anos na Fundec e compartilham a visão de que educação e trabalho contínuos são pilares da vida, valores que transmitem aos filhos.
Principais aprendizados
- Medicina do trabalho associado à fonoaudiologia no mesmo local foi o diferencial que permitiu a criação da Perfil Ocupacional em 2011.
- Os três pilares da longevidade identificados em pesquisa são exercício de baixa intensidade, comida em porções menores e menos estresse.
- A Salute atende recém-nascido ao idoso com gestão de medicação e cuidados especiais para pacientes com Alzheimer e esquecimento de remédios.
- Cleire deixou 12 anos de trabalho na PAI de Araçatuba e fez Enfermagem em busca de maior empregabilidade quando a família se mudou.
- O Eduardo estabeleceu a condição de que se casariam quando Cleire terminasse sua formação, o que aconteceu em 2005.
Perguntas respondidas neste episódio
Como começou o negócio de saúde ocupacional da Perfil Ocupacional?
O Eduardo terminou medicina do trabalho e propôs criar uma empresa onde fossem possíveis exame médico do trabalho e audiometria no mesmo local. Isso representava um diferencial único, pois normalmente esses serviços eram oferecidos em locais separados. A empresa nasceu em 2011, mês em que nasceu seu segundo filho.
O que é a Salute e qual é seu escopo de atendimento?
A Salute é uma empresa de cuidados de enfermagem do recém-nascido ao idoso que fornece cuidadores contratáveis por horas ou semanas. Oferece gestão de medicação para pessoas idosas que esquecem remédios e atendimento para pacientes com Alzheimer. Iniciou em outubro de 2023 e pretende expandir para a região da Barranca do Rio até Adamantina, abrangendo aproximadamente 150 mil habitantes.
Por que Eduardo mudou de especialidade médica para medicina do trabalho?
Eduardo fez cirurgia geral e depois cirurgia plástica em Campinas, mas escolheu medicina do trabalho posteriormente para poder trabalhar junto com Cleire na mesma empresa e na clínica, permitindo que ambos atuassem no mesmo espaço profissional com suas respectivas especialidades.
Como Cleire definiu sua carreira profissional?
Cleire queria ser dentista desde criança, mas passou em Biomedicina no vestibular. Após duas semanas mudou para Fonoaudiologia por sugestão do reitor, descobriu a profissão através de uma amiga e apaixonou-se por ela durante estágio em Ourinhos. Depois trabalhou 12 anos na PAI de Araçatuba e fez Enfermagem posteriormente na UNIP buscando maior empregabilidade quando a família se mudou.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.