#209

Do vício no YouTube ao Estúdio S: a história da Maquiadora Profissional Keico Suehiro | #209

18 de abril de 2023 • 12 min de leitura

Este texto vem do episódio #209 do AdamiCast

Quando a Keico Suehiro conta que, na adolescência, era a “moleque” do cabelo amarrado que brigava com as amigas pra não passar nem um batonzinho, e que o único cosmético que admitia era o rímel, fica difícil acreditar que, 13 anos depois, a mesma Keico é a dona do Estúdio S, e atende de duas a três noivas por sábado, e tem três equipes de maquiagem e cabelo, e abriu a segunda sala de noiva no ano passado. A história, contada no episódio #209 do AdamiCast, em abril de 2023, é a de quem largou a faculdade de Fisioterapia em Londrina, e voltou pra Dracena, e começou atendendo no quarto da casa da mãe, e dormia com a cadeira enfiada entre a cama e o guarda-roupa, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e, segundo ela, a profissional que não existia, e, segundo ela, e o que ela faz, no episódio, é contar, sem filtro, e, segundo ela, o que é empreender na beleza no interior, e, segundo ela, com noiva, e, com madrinha, e, com o marido Sinval, e, com a pele bonita como bandeira.

Ao longo do bate-papo, Keico mostrou que, antes do Estúdio S, houve o vício no YouTube da época que o celular começava a ter câmera, e a Ju que nem era da área, e a mãe que emprestou a máquina, e, segundo ela, o quarto que virou salão, e, segundo ela, e a casa que virou Estúdio S, e, segundo ela, e a casa grande subdividida em sala de noiva, e, segundo ela, e sala de cabelo, e, segundo ela, e sala de maquiagem, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a 2ª sala de noiva aberta no ano passado, e, segundo ela, e, segundo ela, e a Fisioterapia largada, e, segundo ela, e a técnica de pele que, segundo ela, virou marca registrada. É a história de quem, segundo ela, largou a faculdade pra ficar com o Gabriel, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e, segundo ela, e o que ela faz, no episódio, é contar, sem filtro, e, segundo ela, o que é ser Maquiadora Profissional no interior de São Paulo, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que é ser, antes de tudo, uma noiva que já foi noiva, e sabe o que é chorar, e sabe o que é ter o vestido com problema, e sabe o que é segurar a noiva no salão pra festa dar tempo de arrumar.

A “moleque” que não gostava de maquiagem, o vício no YouTube da época da faculdade em Londrina, e a primeira caixinha comprada pra testar nas amigas

Keico nunca se viu na área da beleza, e, segundo ela, era muito moleque, e, segundo ela, cabelo amarrado, e, segundo ela, sem maquiagem, e, segundo ela, as amigas brigavam, e, segundo ela, até um batonzinho, e, segundo ela, ela não usava, e, segundo ela, e, segundo ela, a coisa começou na faculdade, em Londrina, e, segundo ela, no comecinho do YouTube, e, segundo ela, os vídeos de maquiagem, e, segundo ela, ela assistia o dia inteiro, e, segundo ela, virou vício, e, segundo ela, e, segundo ela, comprou maquiagem, e, segundo ela, e, segundo ela, não tinha em quem testar, e, segundo ela, e, segundo ela, ela não gostava de se maquiar, e, segundo ela, e, segundo ela, testava na mãe, na prima, nas amigas, e, segundo ela, nada profissional, e, segundo ela, até faltar um ano pra terminar a faculdade, e, segundo ela, e, segundo ela, ela quis voltar pra Dracena, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, foi quando ela afundou de vez.

Foi quando, segundo ela, ela viu na internet um curso em São Paulo, e, segundo ela, de uma maquiadora que ela gostava, e, segundo ela, falou pra mãe: quero fazer o curso, e, segundo ela, e, segundo ela, a mãe apoiou, e, segundo ela, e, segundo ela, mas ela ficou com medo, e, segundo ela, e, segundo ela, porque tava fazendo faculdade de Fisioterapia, e, segundo ela, e, segundo ela, o curso em São Paulo era em grupo, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, ela saiu de lá entendendo que o primeiro curso não profissionaliza, e, segundo ela, e, segundo ela, ela achou outro curso, em Maringá, e, segundo ela, com a irmã dela que estudava lá, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, particular, só ela e a professora, dois dias inteiros, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, foi ali que a técnica dela começou a ganhar a confiança que ela precisava pra começar a atender.

O quarto entre a cama e o guarda-roupa, o atendimento em Dracena e Adamantina, a primeira noiva no Salão da R, e a Fisioterapia que ficou pra trás

Em 2013, segundo ela, ela terminava o último ano da faculdade, e, segundo ela, e, segundo ela, já atendendo, e, segundo ela, em casa, no quarto, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, abria o guarda-roupa, e, segundo ela, e, segundo ela, colocava as makes, e, segundo ela, e, segundo ela, enfiava a cadeira entre a cama e o guarda-roupa, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, atendia assim, e, segundo ela, e, segundo ela, e a domicílio, e, segundo ela, em Dracena, e em Adamantina, e, segundo ela, de final de semana, e, segundo ela, durante a semana, faculdade, e, segundo ela, e, segundo ela, ela atendia, e, segundo ela, e, segundo ela, e a irmã que fez penteado, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o irmão que tinha saído, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o quarto do irmão virou mini salão, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, mas ainda faltava penteado e local pra noiva.

Foi quando, segundo ela, ela conseguiu entrar no Salão da R, e, segundo ela, como freelancer, e, segundo ela, e, segundo ela, lá ela fez a primeira noiva, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, a técnica dela era diferente, e, segundo ela, ela tinha acabado de fazer curso, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela se destacou, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, em Dracena, na época, eram quatro profissionais no máximo pra noiva, e, segundo ela, e, segundo ela, a Cláudia Batista, a Eliessa, o salão da R, e ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o salão da R ficou pra trás quando a Fisioterapia também ficou, e, segundo ela, ela não exerceu, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a maquiagem virou o começo da profissionalização.

A irmã que largava Maringá todo fim de semana pra fazer penteado, as 2 salas perto do Ângulo, e o boom de noiva e madrinha que não cabia no quarto

Em 2013, segundo ela, ela perdeu muita noiva por não ter penteado no mesmo lugar, e, segundo ela, e, segundo ela, a cliente não quer sair de um lugar pro outro, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, principalmente num dia de evento, e, segundo ela, e, segundo ela, e a irmã dela, que morava em Maringá, e, segundo ela, fazia faculdade lá, e, segundo ela, Keico pediu, e, segundo ela, insistiu, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a irmã fez curso de penteado, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, vinha todo fim de semana, e, segundo ela, atendia, e voltava no domingo, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o quartinho da casa da mãe já não dava conta, e, segundo ela, e, segundo ela, e a mãe que morava na frente do Ângulo, e, segundo ela, e, segundo ela, e a clínica de psicologia na esquina, e, segundo ela, tinha sala pra alugar.

Foi quando, segundo ela, ela alugou duas salas na clínica, e, segundo ela, uma virou sala de noiva, e, segundo ela, e, segundo ela, e a outra virou sala de cabelo e maquiagem, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, a equipe já era de quatro, e, segundo ela, ela, a irmã, a Jéssica Monteiro, e a Paloma, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, o boom veio, e, segundo ela, e, segundo ela, noiva, madrinha, mãe da noiva, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, a sala da frente do Ângulo deu lugar à casa grande.

A casa grande que virou Estúdio S, as 3 equipes com a Keico e o Bruno, a 2ª sala de noiva aberta no ano passado, e a pele bonita como bandeira

Após um ano, segundo ela, ela achou uma casa, e, segundo ela, com hidro, e, segundo ela, bem grande, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, ela chamou o pai, e, segundo ela, falou: pai, entra no carro, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a mãe falou: mete bala, e, segundo ela, ela fechou, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, a casa virou Estúdio S, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, S de Suehiro, e, segundo ela, S de Sinval, o marido, e, segundo ela, ela manteve o nome, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a casa foi subdividida com parede de gesso, e, segundo ela, sala de noiva, sala de cabelo, sala de maquiagem, sala de massagem, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o boom veio, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a irmã saiu pra fazer mestrado, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, a equipe foi virando, e, segundo ela, e, segundo ela, e hoje são três equipes, e, segundo ela, ela e o Bruno na noiva, e, segundo ela, as outras meninas com as madrinhas, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e a 2ª sala de noiva aberta no ano passado, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, a pele bonita virou a marca.

Hoje, segundo ela, o foco é pele, e, segundo ela, não é só base, e, segundo ela, é preparação, e, segundo ela, hidratação, e, segundo ela, e, segundo ela, e o glow que disfarça, e, segundo ela, e, segundo ela, e o mate que marca, e, segundo ela, e, segundo ela, e os cursos que ela fez, e, segundo ela, com o Elder Maruti, e, segundo ela, com a Press, e, segundo ela, com o Jimmy Paladino, e, segundo ela, com a Tati Bueno, e, segundo ela, com a Bruna Moneró, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, segundo ela, é que a maquiagem transformou a vida dela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o imprevisto, segundo ela, é o que mais tem, e, segundo ela, e, segundo ela, da noiva grávida pedindo leite com Nescau, e, segundo ela, e, segundo ela, do carro do tio batendo na frente do salão, e, segundo ela, e, segundo ela, do vestido descosturando, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela faz, no episódio, segundo ela, é contar, sem filtro, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, o que é ser Maquiadora Profissional.

Onde encontrar

Keico Suehiro é Maquiadora Profissional, e mora em Dracena, com o marido Sinval, e toca o Estúdio S, com sala de noiva, sala de cabelo, sala de maquiagem, e 2 salas de noiva, e 3 equipes pra noiva e madrinha. No Instagram, segue a @keicosuehiromakeup.

Resumo do episódio

O artigo conta a trajetória de Keico Suehiro, que largou a faculdade de Fisioterapia em Londrina e voltou para Dracena para se dedicar à maquiagem, começando a atender no quarto da casa da mãe. A partir de cursos particulares, do apoio da família e de um processo gradual de expansão, ela foi montando estrutura até chegar ao Estúdio S, com salas separadas para noiva, cabelo, maquiagem e massagem, e três equipes de atendimento. O texto mostra como o negócio cresceu por etapas, da sala alugada perto do Ângulo até a casa grande subdividida, e como o foco em pele virou a marca registrada do trabalho.

Principais aprendizados

  • Antes de profissionalizar, testar a técnica em pessoas próximas, como mãe, prima e amigas, ajuda a ganhar confiança sem custo alto.
  • O primeiro curso feito em grupo não necessariamente profissionaliza; um curso particular, individual com a professora, foi o que deu segurança técnica.
  • Perder clientes por não oferecer todos os serviços no mesmo local, como penteado e maquiagem, é um problema real que motiva expandir a equipe.
  • O crescimento do negócio pode acontecer por etapas, começando em um quarto, passando por salas alugadas, até chegar a um espaço próprio maior.
  • Ter um diferencial técnico, como o cuidado especial com preparação de pele, pode se tornar a marca registrada de um trabalho de beleza.

Perguntas respondidas neste episódio

Como começar a trabalhar com maquiagem sem ter salão próprio?

É possível começar atendendo em casa, usando um quarto como espaço de trabalho, com a maquiagem organizada dentro de um guarda-roupa e uma cadeira posicionada no cômodo. O atendimento também pode ser feito a domicílio, indo até a casa das clientes em diferentes cidades, conciliando isso com outras obrigações, como estudos, até a demanda crescer o suficiente para justificar um espaço alugado.

Por que oferecer maquiagem e penteado no mesmo lugar é importante para noivas?

Clientes em dias de evento, como casamentos, não querem se deslocar de um lugar para outro para fazer cabelo e maquiagem separadamente. Perder esse tipo de cliente por não ter os dois serviços no mesmo espaço foi um problema identificado, o que levou à decisão de trazer uma profissional de penteado para trabalhar junto, unificando o atendimento em um só local.

O que diferencia um trabalho de maquiagem focado em pele?

O foco em pele vai além de aplicar base: envolve preparação da pele antes da maquiagem, hidratação adequada, e a escolha entre um efeito glow, que disfarça imperfeições, ou um acabamento mate, que marca mais os traços. Esse cuidado técnico com a pele, desenvolvido a partir de diversos cursos de aperfeiçoamento, se tornou o diferencial principal do trabalho.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.