#230

Do vestibular que ele quase perdeu ao top 3 do Campeonato Paulista: a história de Fábio Codo | #230

04 de julho de 2023 • 8 min de leitura

Este texto vem do episódio #230 do AdamiCast

No episódio #230 do AdamiCast, em 4 de julho de 2023, Fábio Codo, personal trainer e fisiculturista de Dracena, contou a história dos 18 anos de treino, do vestibular que ele quase perdeu, dos 3 campeonatos que disputou, do top 3 no Classic Physique do Campeonato Paulista, e da família que empurrou ele pra faculdade, com a esposa que foi do palco até o tapa na mesa, e do filho Davi, que apareceu no meio da apresentação final e fez o Fábio, segundo ele, decidir que tinha que ganhar. Foi uma conversa de duas horas, passando pelo Moisés, que deu a primeira oportunidade como personal, pelo irmão Felipe, que fez Direito e era mais nerd, e pela filosofia que ele repete pros alunos, de que a academia muda a cabeça antes de mudar o corpo.

Do vestibular que ele quase perdeu ao top 3 no Classic Physique Paulista, com 18 anos de treino

Fábio tem 18 anos de treino, segundo ele, com a média de 35 a 40 cortes por dia de quem mais corre, e que, segundo ele, começou aos 18 anos, jogando bola na rua, e que, segundo ele, foi pro treino quando viu a galera do bairro indo pra academia, e que, segundo ele, treinou 3 meses, parou, e voltou, e não parou mais. Foi esse voltar, segundo ele, que virou a vida, e que, segundo ele, o que o levou pra Educação Física, e que, segundo ele, o que o levou pro fisiculturismo, e que, segundo ele, o que o levou, 18 anos depois, a subir no palco do Campeonato Paulista, em São Paulo, e a voltar pra Dracena com o troféu de top 3, e que, segundo ele, foi a maior conquista da carreira, e que, segundo ele, veio no dia mais marcante que ele já viveu, e que, segundo ele, mudou o que ele entende por competir.

A academia aos 18 anos, o curso, e o Moisés que deu a primeira oportunidade como personal

Quando Fábio entrou na academia, segundo ele, foi com o grupo de amigos do bairro, e que, segundo ele, ele sempre foi o magrinho do grupo, e que, segundo ele, ele começou a gostar do desenho do corpo, e que, segundo ele, largou a bola aos poucos, e que, segundo ele, foi quando começou a pensar em fazer da atividade profissão, e que, segundo ele, foi quando a família e a namorada da época falaram que ele tinha que prestar vestibular, e que, segundo ele, o primeiro vestibular ele esqueceu a data, e o segundo, em janeiro, ele passou.

Quando formou, segundo Fábio, ele foi falar com o Moisés, dono de uma academia em Dracena, e que, segundo ele, pediu estágio, e que, segundo ele, o Moisés deu a oportunidade, e que, segundo ele, foi a primeira chance, e que, segundo ele, sem o Moisés, a história não acontecia, e que, segundo ele, ele começou dando aula pra idoso, varrendo, e aprendendo na marra, e que, segundo ele, hoje, com a agenda lotada de personal, ele não esquece de onde veio, e que, segundo ele, o que ele fala pros estagiários que aparecem é o que o Moisés falou pra ele, que é a hora de mostrar trabalho, e que, segundo ele, é o que ele mais cobra, e que, segundo ele, é o que o AdamiCast, segundo ele, também faz, com o Pedro e a Mariana recebendo o estagiário como gente, e não como número.

A família que empurrou pro vestibular, o irmão Felipe que fez Direito, e as bolsas que colocaram ele na faculdade

Fábio reprovou no primeiro e no terceiro ano do colegial, segundo ele, e que, segundo ele, era meio vagabundo, e que, segundo ele, pegava DP em natação porque ficava conversando com os moleques em vez de prestar atenção, e que, segundo ele, quando passou no vestibular, foi chamar o pai pra pedir ajuda, e que, segundo ele, o pai falou que se for pra ajudar um, tem que ajudar o outro, o Felipe, que era mais nerd, e que estava fazendo Direito, e que, segundo ele, ele saiu sem a ajuda do pai, e foi atrás de bolsa, e que, segundo ele, conseguiu 15% na prefeitura, e que, segundo ele, a Escola da Família, que era 100% indo domingo das 8 às 5, foi o que pagou o resto, e que, segundo ele, era o preço de largar a festa de sábado pra estudar domingo, e que, segundo ele, valeu.

Foi nesse processo, segundo Fábio, que ele entendeu o que era disciplina, e que, segundo ele, foi o que levou pro fisiculturismo, e que, segundo ele, é o que ele passa pro aluno que chega querendo emagrecer em 2 semanas, e que, segundo ele, o emagrecer de verdade é o que demora, e que, segundo ele, o processo é o que forma, e que, segundo ele, isso vale pra academia, pra faculdade, e pra vida, e que, segundo ele, o que ele mais fala pros alunos é que tem que respeitar o tempo do corpo, e que, segundo ele, foi o que ele aprendeu quando ficou 3 meses parado, voltou, e nunca mais parou, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, também aprenderam, com 2 anos de podcast sem parar.

De Florianópolis 2019 ao Sardinha Classic 2021, e os 44 atletas que mostraram o tamanho do Brasil

A primeira competição do Fábio, segundo ele, foi em maio de 2019, em Florianópolis, pelo Campeonato Brasileiro de estreantes, da IFBB, e que, segundo ele, ele ficou em terceiro lugar na categoria, com 13 atletas, e que, segundo ele, ele não sabia pousar, e que, segundo ele, a luz do palco tava batendo nele, e que, segundo ele, ele parecia bêbado em cima do palco, e que, segundo ele, mas o corpo tava bom, e os árbitros de estreante, segundo ele, são menos rígidos, e que, segundo ele, isso ajudou, e que, segundo ele, o top 3 foi o que abriu a porta pra 2021.

Em 2021, segundo Fábio, foi o Sardinha Classic, em Camboriú, do Fernando Sardinha, que dá classificação pro Mister Olímpia, e que, segundo ele, era 44 atletas na categoria, e que, segundo ele, ele voltou realizado porque viu os caras que ele via na TV, e que, segundo ele, ele não pegou nem top 10, mas que, segundo ele, ele viu o tamanho do Brasil, e que, segundo ele, foi a partir dali que ele entendeu o que tinha que melhorar, e que, segundo ele, foi o que preparou o que veio em 2023, e que, segundo ele, foi o que o treinador falou, de que, pra ganhar dele, o cara tinha que estar muito top, e que, segundo ele, foi o que o motivou, e que, segundo ele, o que ele mais fala pro aluno, de que a derrota mostra o caminho, e que, segundo ele, foi o que ele aprendeu em Camboriú.

O Campeonato Paulista de 2023, o Davi que apareceu no palco, o top 3, e o tapa na mesa do jantar

Em 2023, segundo Fábio, foi o Campeonato Paulista, em São Paulo, com ele competindo sexta e sábado, e que, segundo ele, na sexta, no bodybuilding, ele pegou top 5, e que, segundo ele, no sábado, no Classic Physique, categoria dele, foi top 3, e que, segundo ele, foi o dia mais marcante da carreira, e que, segundo ele, foi por causa do Davi, o filho pequeno, que chegou atrasado com a esposa, e que, segundo ele, apareceu no meio da apresentação final, e que, segundo ele, ele viu o Davi no colo da esposa, e que, segundo ele, ele chorou em cima do palco, e que, segundo ele, foi o que decidiu o troféu.

Mas o dia, segundo Fábio, também teve o lado difícil, e que, segundo ele, na sexta, quando a tia da esposa fez comida que ele não podia comer, ele deu um tapa na mesa, e que, segundo ele, foi o jeito que ele transformou naquele momento, e que, segundo ele, a esposa falou que nunca viu ele daquele jeito, e que, segundo ele, e quando o Davi chorou de madrugada, ele gritou “tira esse moleque daqui”, e que, segundo ele, no outro dia ele pediu perdão, e que, segundo ele, o que ele aprendeu é que competição é mix de emoção, e que, segundo ele, o top 3 veio, mas o preço, segundo ele, foi alto, e que, segundo ele, é o que ele fala pros alunos, de que dieta é disciplina, mas a família, segundo ele, vem antes, e que, segundo ele, foi o que ele aprendeu nesse Campeonato Paulista, e que, segundo ele, é o que ele leva pro próximo.

Onde encontrar

Fábio Codo é personal trainer e fisiculturista de Dracena, SP, com 18 anos de treino, agenda de personal lotada, e 3 campeonatos no currículo, com o último top 3 no Classic Physique do Campeonato Paulista de 2023. Acompanhe pelo Instagram @fabiocodotreinador. Pra consultoria online, montar treino, ou tirar dúvida, manda direct no Instagram, segundo o Fábio, ele não nega informação pra ninguém, e a agenda de personal, segundo ele, tá praticamente lotada.

Resumo do episódio

Fábio Codo, personal trainer de Dracena, relata seus 18 anos de treino, desde o início aos 18 anos jogando bola até chegar ao top 3 no Classic Physique do Campeonato Paulista em 2023. O episódio aborda como a família o empurrou para o vestibular, o papel do Moisés na primeira oportunidade como personal, as competições em Florianópolis e Camboriú que o prepararam para a vitória final, e as lições sobre disciplina e equilíbrio entre carreira e família que ele aplica com seus alunos.

Principais aprendizados

  • Começar na academia aos 18 anos, por influência do grupo de amigos do bairro, levou ao interesse em profissionalizar a atividade.
  • A disciplina aprendida ao conseguir bolsa na faculdade, estudando domingo inteiro na Escola da Família, foi fundamental para chegar ao fisiculturismo competitivo.
  • As derrotas em competições anteriores, como a de Camboriú com 44 atletas, mostram o caminho para melhorias futuras.
  • A academia muda a cabeça antes de mudar o corpo, filosofia que Fábio repete para alunos que chegam querendo resultados rápidos.
  • O processo longo e o respeito ao tempo do corpo valem para academia, faculdade e vida, conforme aprendido ao ficar 3 meses parado e depois nunca mais parar.

Perguntas respondidas neste episódio

Como começar na musculação competitiva sem experiência prévia?

Começar pode ocorrer naturalmente, entrando na academia com amigos do bairro, gostando do desenho do corpo e gradualmente largando outras atividades. O importante é manter consistência após retomar após uma pausa, pois é esse retorno que muda a vida.

Qual é a importância da disciplina para quem quer competir em fisiculturismo?

A disciplina é essencial e pode ser desenvolvida através de sacrifícios como estudar aos domingos em vez de ir a festas de sábado. Essa mesma disciplina se transfere para o treinamento, onde o processo é o que forma o atleta, não apenas o resultado rápido.

Como as derrotas em competições ajudam na preparação para vitórias futuras?

Derrotas mostram o tamanho da competição e qual caminho melhorar. Ao ver 44 atletas em Camboriú e não pegar top 10, Fábio compreendeu o que precisava melhorar, e esse aprendizado o preparou para o top 3 em 2023.

Como equilibrar competição de alto nível com responsabilidades familiares?

A família deve vir em primeiro lugar, mesmo durante períodos de competição intensa. Fábio aprendeu que dieta é disciplina, mas a família vem antes, lição que levou para a próxima competição após momentos difíceis no Campeonato Paulista de 2023.

Ouça no Spotify ou assista no YouTube.

Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.