#198

Da bateria da noite ao fisiculturismo: a história do coach Lucas Bandeca, e o 1º campeonato de Junqueirópolis | #198

07 de março de 2023 • 11 min de leitura

Este texto vem do episódio #198 do AdamiCast

Quando o Lucas Bandeca, o Bandeca, prestou vestibular, a primeira opção era Artes, e a segunda, Educação Física, e, segundo ele conta, ele só foi parar na educação física porque não tinha curso de música em Dracena, e porque ele já estava treinando há uns seis meses, e não fazia a menor ideia de que aquela escolha, meio de tabela, era a escolha da vida dele. Hoje, ele é coach fitness, é atleta, e está a 18 dias de subir o palco que ele planejou, em segredo, por dois anos: o 1º Campeonato de Fisiculturismo de Junqueirópolis, no dia 25 de março de 2023, às 15h, na Casa da Cultura, com 6 categorias masculinas, 2 femininas, árbitros de fora, e a primeira premiação em dinheiro da história da região. A história, contada no episódio #198 do AdamiCast, em março de 2023, é a de quem largou a baqueta da bateria para pegar o cronômetro da dieta, e, no caminho, virou o coach de uma geração inteira de atletas, e o organizador do primeiro campeonato de fisiculturismo de Junqueirópolis.

Ao longo do bate-papo, Bandeca mostrou que, antes do campeonato, houve uma carreira de quase 10 anos, e que cada etapa, da loja de cartucho de impressora à pós-graduação em bodybuilder coach em Presidente Prudente, da esposa como primeira atleta, debilitada pelo carboidrato zerado, à decisão de parar o hormônio por dois anos seguidos para tentar ser pai, é a matéria-prima do campeonato que vai acontecer em março. É a história de quem foi criado pela avó, sem esporte, sem academia, virou baterista, e descobriu, no terceiro ano de faculdade, que o que ele queria, sem saber, era estudar fisiologia, e, com o professor Marcelo Conrado, finalmente encontrou o lugar onde a cabeça dele encaixava. É o que ele cita, no episódio, com a tranquilidade de quem já subiu ao palco cinco ou seis vezes, e que, segundo ele, já sabe que o campeonato não é o começo, e sim o ponto onde a história começa a ser dividida com a região.

Das baquetas da bateria à loja de cartucho, e da vida louca ao plantão das 5 da manhã

Bandeca foi criado pela avó, segundo ele conta, sem esporte na rotina, e o mais perto que ele chegou de atividade física, na infância, foi andar de bicicleta e jogar dama, e, segundo ele, até o vestibular, a vida dele era bateria, pintura, e show à noite. Quando prestou vestibular, segundo ele, a primeira opção foi Artes, e a segunda, Educação Física, e, segundo ele, a escolha foi mais por eliminação do que por convicção, e os três primeiros anos de faculdade, segundo ele, foram de pub, chopinho depois da aula, e pouco estudo, até o dia em que entrou o professor Marcelo Conrado, dando fisiologia, e, segundo ele, foi quando o curso, finalmente, fez sentido. É a época que ele cita, no episódio, com a franqueza de quem admite que entrou na faculdade meio sem saber por quê, e que, segundo ele, só foi descobrir o que queria depois de já estar dentro.

No terceiro ano, segundo ele, já começou a dar aula de personal trainer, e, na mesma época, trabalhava em uma loja de cartucho de impressora, e, segundo ele, a rotina era de doido: 5h da manhã, aula na Corpus, 7h; 8h, trabalho na loja, até meio-dia; 1h de aula de personal, no almoço; 2h, faculdade, de noite; e, no fim de semana, escola da família. Foi quando, segundo ele, depois de uns seis meses a um ano nesse ritmo, ele fez a pós em bodybuilder coach, em Presidente Prudente, e largou a loja de cartucho, e, segundo ele, foi quando, de uma vez, a vida virou 100% personal trainer. É o começo que ele cita, no episódio, com a energia de quem acha graça ao lembrar, e que, segundo ele, foi a fase em que mais aprendeu, e, segundo ele, também, a fase em que provou para si mesmo que era aquilo, mesmo, que ele queria fazer pelo resto da vida.

A pós em Prudente, a esposa como primeira atleta, e a descoberta do palco

A pós em bodybuilder coach, em Presidente Prudente, segundo ele conta, foi a virada, e, segundo ele, a turma era de coaches da região inteira, e os professores incluíam o Ralfu, que foi para o Mr. Olímpia, o Dr. Márcio Bass, médico que mexe com hormônio, e outro preparador que também foi para o Mr. Olímpia, e, segundo ele, a marmita do intervalo era o melhor momento, porque era onde a turma trocava o que não podia trocar na aula. Foi no segundo ano dessa pós, segundo ele, que ele começou a pensar em competir, e o primeiro atleta que ele preparou, segundo ele, foi a esposa, na época namorada, e, segundo ele, a preparação foi dura: zeraram carboidrato, e, segundo ele, ela ficou tão seca, e tão debilitada, que na última semana não conseguia levantar da cama, e o pé ficou fino, e, segundo ele, foi a lichaão que ensinou, na prática, o que não fazer com um atleta.

Foi a partir daí, segundo ele, que ele subiu ao palco, no Paraná, pela primeira vez, há uns cinco anos, e, desde então, subiu mais quatro ou cinco vezes, uma por ano mais ou menos, e, segundo ele, hoje, ele prefere, cada vez mais, subir para agregar ao aprendizado dos atletas, e não para ganhar campeonato, e, segundo ele, foi nas viagens para competir, em Tupã, em Presidente Prudente, em outras cidades distantes, que ele viu o tamanho do problema que a distância causava para os atletas da região, e, segundo ele, foi o que, aos poucos, plantou, na cabeça dele, a ideia de fazer o campeonato perto de casa. É o que ele cita, no episódio, com a clareza de quem já arbitrou junto com os três árbitros de fora que vão compor a mesa do palco em Junqueirópolis, e, segundo ele, com a sensação de quem está fechando um ciclo de 10 anos de carreira.

O campeonato que ele planejou por 2 anos, e a primeira premiação em dinheiro da região

O campeonato, segundo ele, é o resultado de dois anos de planejamento, e, segundo ele, todo ano era a mesma história: começava outra faculdade, começava outra pós, e a ideia do campeonato ia para a gaveta, até o dia em que, segundo ele, em novembro de 2022, ele sentou com a esposa, e com o sócio da loja de suplemento, e colocou no papel. Foi quando, segundo ele, começou a corrida atrás de patrocínio, e, segundo ele, o resultado foram 25 empresas parceiras, e, segundo ele, foi a primeira vez que um campeonato amador da região vai dar premiação em dinheiro, com troféu de nível profissional, cadeira almofadada para o atleta no backstage, e ar-condicionado em tudo, porque, segundo ele, ele sabe como é competir em quadra feia, sem luz, e quer, segundo ele, oferecer o oposto do que ele viveu.

O campeonato, segundo ele, acontece no dia 25 de março, às 15h, na Casa da Cultura de Junqueirópolis, com pesagem das 7h às 11h, e, segundo ele, a inscrição pode ser feita até na hora, e, segundo ele, não tem limite de atletas. No feminino, segundo ele, são duas categorias, biquíni fitness e wellness, e, no masculino, segundo ele, são seis, com overall por categoria, premiação para o melhor coach, e, segundo ele, o objetivo, com o tempo, é que o campeonato vire anual, e que a premiação em dinheiro, que começa em R$ 5 simbólicos, segundo ele, vire cada vez maior, e que, segundo ele, com o tempo, Junqueirópolis vire referência no fisiculturismo da região, do mesmo jeito que Mr. Santos é no litoral. É o que ele cita, no episódio, com a precisão de quem já passou a mão em cada detalhe, e que, segundo ele, sabe o tamanho do esforço que está envolvido.

Trembolona por 2 anos, psicóloga do esporte, e a escolha de parar para ser pai

Em um dos momentos mais abertos do bate-papo, Bandeca contou que já usou trembolona por dois anos seguidos, e, segundo ele, em dose quatro vezes maior do que a máxima recomendada, e, segundo ele, o efeito era de ficar muito mais forte, e muito mais nervoso, e, segundo ele, ele xingava todo mundo no Instagram, e, segundo ele, era um efeito colateral que ele já viu muita gente perder relacionamento por causa dele. Foi quando, segundo ele, há dois anos, ele decidiu parar com hormônio, e, segundo ele, a razão principal foi a decisão de tentar ser pai, e, segundo ele, hoje, ele é muito mais cauteloso com o que prescreve, e, segundo ele, o lema dele, hoje, é o de que, se a pessoa vai partir para o lado do físico extremo, ela tem que abdicar de outras coisas, e, segundo ele, o que ele repete para os atletas, sempre, é que todo mundo vai morrer de alguma coisa, e, segundo ele, o que vale é escolher a forma.

Foi também, segundo ele, por isso, que ele delegou a parte psicológica dos atletas dele para uma psicóloga do esporte parceira, e, segundo ele, ele não tem formação para segurar a carga emocional de quem está em preparação, e, segundo ele, um OK no WhatsApp no dia seguinte, quando a pessoa está se matando, não serve de nada. É a postura que ele cita, no episódio, com a franqueza de quem admite, com facilidade, o que não sabe fazer, e que, segundo ele, é o que separa o coach que ajuda, do coach que atrapalha, e, segundo ele, foi a partir dessa escolha que ele passou a atender, com a mesma seriedade, a avó da Ana, de 70 anos, que só precisa comer um pouco melhor, e o atleta de 25 que vai subir ao palco, e, segundo ele, foi o que transformou a carreira dele, e, segundo ele, o que sustenta o campeonato que está chegando.

Onde encontrar

O 1º Campeonato de Fisiculturismo de Junqueirópolis acontece no dia 25 de março de 2023, às 15h, na Casa da Cultura de Junqueirópolis, com inscrições abertas no dia, das 7h às 11h, e ingressos à venda nas academias da região, em Junqueirópolis, Dracena, Adamantina, Irapuru, Tupã Paulista, Panorama, e também na Muscle Store, no Sérgio Hirata, e na clínica da Juliana Bioque, esposa do Bandeca. Lucas Bandeca atende como personal trainer, e compartilha, no Instagram, bastidores da carreira, das viagens, e do campeonato. Para acompanhar a contagem regressiva, e o que vem depois do palco, siga o @coach_bandeca.

Resumo do episódio

Lucas Bandeca, coach fitness de Dracena, relata sua trajetória desde a formação em Educação Física até a organização do 1º Campeonato de Fisiculturismo de Junqueirópolis, marcado para 25 de março de 2023. O episódio aborda sua experiência como atleta competidor, a preparação de diversos clientes, a decisão de parar o uso de hormônios para buscar paternidade, e os detalhes do campeonato que inclui seis categorias masculinas, duas femininas, e primeira premiação em dinheiro da região.

Principais aprendizados

  • A escolha de Educação Física como segunda opção de vestibular se tornou determinante quando Bandeca encontrou sentido no curso através do professor de fisiologia no terceiro ano.
  • A preparação da primeira atleta, sua esposa, com carboidrato zerado causou debilitação severa, ensinando na prática o que não fazer com um atleta.
  • Bandeca competiu em cidades distantes como Tupã e Presidente Prudente, experiência que revelou o problema da distância para atletas locais e inspirou a criação do campeonato.
  • A delegação da saúde psicológica dos atletas para uma psicóloga do esporte permitiu que Bandeca diferenciasse seu trabalho do de coaches que não reconhecem suas limitações.
  • O campeonato planejado por dois anos teve 25 empresas parceiras e oferece a primeira premiação amadora em dinheiro da região, com troféu profissional e infraestrutura de qualidade.

Perguntas respondidas neste episódio

Como funciona a inscrição no 1º Campeonato de Fisiculturismo de Junqueirópolis?

As inscrições são realizadas no próprio dia do campeonato, de 7h às 11h, na Casa da Cultura de Junqueirópolis. Não há limite de atletas e é possível se inscrever até na hora do evento. O campeonato ocorre às 15h do mesmo dia, 25 de março de 2023.

Quantas categorias tem o campeonato e como é a divisão entre homens e mulheres?

O campeonato possui 6 categorias masculinas e 2 femininas. No feminino estão biquíni fitness e wellness. No masculino, além das seis categorias, há premiação para o melhor coach e overall por categoria.

Qual foi a motivação principal de Bandeca para criar o campeonato?

Bandeca percebeu o problema que a distância causava para atletas da região ao competir em cidades como Tupã, Presidente Prudente e outras localidades. Essa experiência, ao longo de cinco ou seis competições pessoais, plantou na sua cabeça a ideia de fazer um campeonato perto de casa.

Por que Bandeca parou de usar hormônio após dois anos?

Bandeca usou trembolona em doses quatro vezes maiores que a máxima recomendada por dois anos. Decidiu parar há dois anos principalmente pela escolha de tentar ser pai, o que o tornou mais cauteloso com prescrições e mudou seu lema de trabalho com atletas.

Ouça no Spotify ou assista no YouTube.

Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.