#241

Do pau de arara da Bahia à cadeira de vereador: a história de Adonias Escurinho, 68 anos cortando cabelo em Dracena | #241

10 de agosto de 2023 • 9 min de leitura

Este texto vem do episódio #241 do AdamiCast

No episódio #241 do AdamiCast, em 10 de agosto de 2023, Adonias Escurinho Soares de Brito e Ronne Cesar de Brito, do Escurinho’s Cabeleireiro de Dracena, contaram a história que começou com um pau de arara da Bahia com 6 filhos embaixo da asa, e que, segundo eles, foi o que trouxe a família pra São Paulo, e que, segundo eles, foi o que levou a mãe pro interior, e que, segundo eles, foi o que trouxe pra Dracena, a cidade milagre, e que, segundo eles, foi o que fez o Adonias chegar com 15 anos num salão sem saber nada, e que, segundo ele, foi o que fez o sapateiro do lado chamar ele de escurinho pra tirar sarro, e que, segundo ele, foi o que virou nome de marca. Foi uma conversa de mais de 2 horas, passando pela maquininha manual de raspar, pela cadeira de vereador que o juiz não reconheceu o apelido, pela pista de skate que ele aprovou como suplente, pelo pai que virou professor de ciência depois de velho, e pela frase que ele mais repete, de que a tesoura é mais leve que uma enchada, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pra quem tá começando, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram.

Do pau de arara da Bahia com 6 filhos, da cidade milagre de Dracena, e da mãe que trouxe todos no caminhão

O Adonias, segundo ele, nasceu na Bahia, em Caculé, e que, segundo ele, o pai morreu quando ele tinha 2 a 3 anos, e que, segundo ele, ele é o quarto de 6 irmãos, e que, segundo ele, a mãe pegou o pau de arara com os 6 filhos embaixo da asa, e que, segundo ele, vieram pra São Paulo tentar viver, e que, segundo ele, chegaram e o mais velho arrumou lugar, e que, segundo ele, foram cuidar da vida, tocar roça, plantar algodão, milho, feijão, e que, segundo ele, daí vieram pra região de Presidente Prudente, pra Piquerobi, e que, segundo ele, depois o tio “meia colher” (construtor) viu que Dracena tava crescendo, e que, segundo ele, Dracena virou cidade milagre, e que, segundo ele, foi o que trouxe a família pra cá, e que, segundo ele, é o que ele mais conta, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram.

A infância, segundo o Adonias, foi de trabalho desde cedo, e que, segundo ele, com 15 a 16 anos ele já tava procurando trabalho, e que, segundo ele, ele chegou num salão de cabeleireiro e falou que não sabia nada, e que, segundo ele, o dono falou pode ficar aí que eu te ajudo, e que, segundo ele, foi o começo, e que, segundo ele, ele tinha aquela turma do forrozão, e que, segundo ele, aquele povo todo ficou amigo dele, e que, segundo ele, o povo virou freguês, e que, segundo ele, é o que ele mais repete, de que a amizade vem antes do cliente, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram, de que o Adonias transformou amizade em clientela.

Dos 15 anos chegando no salão sem saber nada, da tesoura que era mais leve que uma enchada, e da maquininha manual de raspar

O começo, segundo o Adonias, foi com 15 anos, sem saber nada, e que, segundo ele, o rapaz do salão falou que ia ensinar, e que, segundo ele, tudo era na tesoura, porque não tinha máquina elétrica, e que, segundo ele, tinha uma maquininha manual de raspar, e que, segundo ele, era na mão, e que, segundo ele, o cliente empurrava mais do que a máquina cortava, e que, segundo ele, era uma beleza, e que, segundo ele, foi o que ele mais aprendeu, de que a tesoura é mais leve que uma enchada, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pra quem tá começando, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram.

A frase que o Adonias mais repete, segundo ele, é que a tesoura é mais leve que uma enchada, e que, segundo ele, é o que ele fala pra quem chega com 15 anos querendo aprender uma profissão, e que, segundo ele, é o que ele mais viu na vida, e que, segundo ele, foi o que mudou a história dele, e que, segundo ele, é o que ele mais repete, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram, de que a profissão se aprende com vontade, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pros jovens de hoje.

Do sapateiro do lado que chamou ele de escurinho pra tirar sarro, ao apelido que virou nome, e do juiz que não reconheceu a primeira vez

O apelido “Escurinho”, segundo o Adonias, veio do sapateiro do lado do salão, e que, segundo ele, ele trabalhava num salão perto do Rael, perto do Muriel, e que, segundo ele, ao lado era o Almeida Tintas, e que, segundo ele, no salão tinha engraxate, sapateiro, e que, segundo ele, o sapateiro chegou e falou “Ton, você arrumou um escurinho aí pra trabalhar”, e que, segundo ele, foi tiração de sarro, e que, segundo ele, mas o pai dele gostou, e que, segundo ele, ficou o apelido, e que, segundo ele, virou o nome que todo mundo conhece.

A carreira política, segundo o Adonias, foi a parte mais curiosa, e que, segundo ele, ele tentou ser vereador em 78, e que, segundo ele, ele foi o segundo mais votado, e que, segundo ele, o juiz eleitoral não reconheceu o “Escurinho” como nome porque ele não registrou como pseudônimo, e que, segundo ele, na próxima eleição, o juiz falou “quem gosta dar apelido, nada mais justo do que adotar”, e que, segundo ele, a partir dali ele virou o Escurinho oficialmente, e que, segundo ele, ele foi vereador suplente, e que, segundo ele, ele assumiu 2 vezes, e que, segundo ele, na primeira, o Professor Luiz Divaldo Schmit se afastou por doença, e que, segundo ele, na segunda, o Batau foi assassinado, ex-policial, e que, segundo ele, ele assumiu por 6 meses, e que, segundo ele, foi o que ele mais lembra, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram.

Do vereador suplente que assumiu por doença, da pista de skate que ele aprovou, e do pai que virou professor de ciência depois de velho

A pista de skate, segundo o Adonias, foi o que ele mais aprovou como vereador, e que, segundo ele, ele falou pro prefeito José Cláudio Grando que as crianças tavam se machucando na rua, e que, segundo ele, ele falou que mulher grávida tava se machucando, e que, segundo ele, o prefeito leu e atendeu, e que, segundo ele, a pista ficou pronta, e que, segundo ele, é o que ele mais lembra de ter feito como vereador, e que, segundo ele, foi o que ele mais sente orgulho, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram, de que a vereança, mesmo sendo suplente, pode fazer diferença.

O professor de ciência, segundo o Adonias, foi o que ele virou depois de velho, e que, segundo ele, ele era semianalfabeto, e que, segundo ele, ele fez o colegial à noite depois de velho, e que, segundo ele, ele fez faculdade, e que, segundo ele, ele foi lecionar pra adulto no programa de educação de idoso (PEI), e que, segundo ele, tinha gente que não sabia nem assinar o nome, e que, segundo ele, ele dava aula à noite depois de cortar o dia todo, e que, segundo ele, é o que ele mais sente orgulho, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram, de que ele virou professor depois de velho, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pra quem acha que não consegue.

Dos 68 anos em Dracena, dos 48 anos no mesmo ponto, e do filho Ronne que entrou em 87 e virou a Escurinho’s da nova geração

Os 68 anos, segundo o Adonias, são o que ele mais fala, e que, segundo ele, ele tá no salão há 41 anos no mesmo bairro, e que, segundo ele, o salão é o mesmo ponto há 48 anos, e que, segundo ele, ele começou com o Eleutério Cavalieri em frente o Bradesco, e que, segundo ele, depois o Eleutério comprou o prédio do Pontal (que saiu da cidade), e que, segundo ele, ele virou proprietário em 78 ou 79, e que, segundo ele, o salão era o “da elite”, e que, segundo ele, as pessoas achavam que era só pra rico, e que, segundo ele, era uma referência, e que, segundo ele, até cachorro levava lá, e que, segundo ele, é o que ele mais sente orgulho, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram, de que o Adonias manteve 48 anos no mesmo ponto, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pra quem quer manter referência.

O Ronne, segundo o Adonias, é o filho, e que, segundo ele, ele entrou na profissão em 87, e que, segundo ele, o salão virou a Escurinho’s, e que, segundo ele, o filho é a nova geração, e que, segundo ele, o salão é o que passou de pai pra filho, e que, segundo ele, é o que ele mais fala, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram, de que o Adonias passou o ofício pro filho, e que, segundo ele, é o que mantém a referência viva, e que, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram no AdamiCast, de que o ofício se passa de geração pra geração.

Onde encontrar

O Escurinho’s Cabeleireiro fica em Dracena, SP, com 68 anos de história, com o Adonias que começou com 15 anos no salão, e com o Ronne que entrou em 87, e com a referência que, segundo o Adonias, até cachorro levava lá. Acompanhe pelo Instagram @escurinhocabeleireiro. Se você tá com 15 anos querendo aprender uma profissão, segundo o Adonias, a tesoura é mais leve que uma enchada, segundo ele, e segundo ele, se você for em cima, você consegue, e segundo ele, é o que ele mais fala, e segundo ele, é o que mantém a vida em pé.

Resumo do episódio

Adonias Escurinho Soares de Brito conta sua trajetória de 68 anos, começando aos 15 em um salão de cabeleireiro sem conhecimento algum, passando por uma carreira política como vereador suplente e chegando a professor de ciência já idoso. O episódio retrata como a profissão de barbeiro se transformou em referência em Dracena ao longo de 48 anos no mesmo ponto, com a filosofia de que a tesoura é mais leve que uma enchada e a importância da amizade antes do cliente.

Principais aprendizados

  • A amizade com os clientes é mais importante que a transação comercial, gerando fidelidade duradoura.
  • O trabalho manual exige menos força física que outras profissões quando feito com técnica e paciência.
  • Uma vereança mesmo como suplente pode gerar impacto na comunidade, como a pista de skate que evitou acidentes infantis.
  • É possível mudar de carreira e estudar em qualquer fase da vida, como o pai que virou professor de ciência depois de velho.
  • Manter um negócio no mesmo local por décadas constrói referência e reputação que transcende gerações.

Perguntas respondidas neste episódio

Como começar na profissão de cabeleireiro sem experiência?

Chegar com vontade de aprender é essencial. O importante é compreender que a tesoura é mais leve que uma enchada, ou seja, o trabalho manual requer técnica e paciência, não força bruta. Com dedicação, mesmo quem começa sem conhecimento algum aos 15 anos consegue se desenvolver na profissão.

Qual foi a origem do apelido Escurinho e como virou nome profissional?

O apelido surgiu de forma jocosa quando um sapateiro que trabalhava ao lado do salão chamou o jovem Adonias de escurinho como brincadeira. O apelido pegou, mas o juiz eleitoral não o reconheceu na primeira candidatura a vereador em 78 porque não era registrado oficialmente. Na eleição seguinte, foi oficializado como pseudônimo.

O que o Adonias fez de mais importante como vereador suplente?

Aproveitou o tempo como vereador suplente para solucionar um problema comunitário. Ao constatar que crianças e gestantes se machucavam nas ruas, conversou com o prefeito sobre a necessidade de uma pista de skate. O prefeito atendeu à solicitação e a pista foi construída, melhorando a segurança das crianças.

Como o Adonias conciliava trabalho na barbearia com professora de ciência?

Formou-se estudando à noite após trabalhar a profissão inteira cortando cabelo durante o dia. Mesmo sendo semianalfabeto inicialmente, fez o colegial à noite quando já era adulto, depois cursou faculdade e lecionava para adultos no programa de educação de idosos (PEI), dando aula à noite após a jornada de trabalho.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.