Quando a Patrícia Bufulin conta que, em 2007, ela se formou em Direito, e que o curso era o sonho do pai, e não o dela, e que, no último ano, ela engravidou, e a Maria nasceu em janeiro, e ela não teve tempo nem de prestar a OAB, e passou 2 anos só cuidando da filha sozinha, e a mãe trabalhava nos 3 períodos, e o pai quase a mandou embora de casa, e o pai da Maria não tava junto, e a tia era a única ajuda pra tomar banho e jantar, fica difícil acreditar que, 16 anos depois, a mesma Patrícia toca o Dondoca Nails, e atende 120 clientes por mês, e construiu o espaço próprio no terreno do pai, e escreveu o curso online durante a pandemia, e tem a técnica própria que, segundo ela, não é de nenhuma outra profissional. A história, contada no episódio #211 do AdamiCast, em abril de 2023, é a de quem largou a advocacia, e foi vender película de unha de porta em porta em Dracena, e descobriu o alongamento por acaso em São José do Rio Preto, e teve câncer no colo do útero, e crise de pânico, e foi pro Espírito Santo fazer curso, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e, segundo ela, a profissional que não existia, e o que ela faz, no episódio, é contar, sem filtro, o que é empreender com unha no interior de São Paulo.
Ao longo do bate-papo, Patrícia mostrou que, antes do Dondoca, houve o Direito da faculdade, e a Maria que nasceu em janeiro, e a tia que ajudava a tomar banho, e o carro do namorado que viraria noivo emprestado pra ir vender película, e a fabriquinha de película em casa com a ajuda da mãe, do pai, e da filha, e o 1º curso em Rio Preto com uma instrutora que não sabia ensinar, e o exame de rotina que mudou tudo, e o câncer no colo do útero, e as idas a Jaú, e a crise de pânico que a levou ao hospital achando que tava infartando, e o Espírito Santo que ela foi com cartão de crédito que ela não tinha, e os 20+ cursos online, e a técnica própria, e o nome Dondoca que o noivo inventou, e a construção do espaço no terreno do pai em 2019, e a Maria no colchãozinho enquanto a mãe atendia, e o curso online escrito à mão em folha durante a pandemia. É a história de quem, segundo ela, largou o Direito, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e, segundo ela, a Dondoca que não existe sem o alongamento, e, segundo ela, com 120 clientes por mês.
Do Direito dos sonhos do pai à filha Maria que nasceu em janeiro, e da OAB que nunca veio às películas de unha vendidas de porta em porta em Dracena
Patrícia se formou em Direito em 2007, e, segundo ela, o curso era o sonho do pai, e, segundo ela, não o dela, e, segundo ela, ela falou desde o primeiro ano “pai, eu não quero”, e, segundo ela, o pai não aceitou, e, segundo ela, ela terminou, e, segundo ela, a formatura foi em dezembro, e a Maria nasceu em janeiro, e, segundo ela, ela não teve tempo de prestar a OAB, e, segundo ela, e, segundo ela, e a Maria era de uma relação que não continuou, e, segundo ela, e, segundo ela, e o pai quase a mandou embora de casa, e, segundo ela, e a mãe trabalhava nos 3 períodos, e, segundo ela, e a tia era a única ajuda, e, segundo ela, e ela passou 2 anos só cuidando da Maria, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela corria pra casa da tia pra tomar banho e jantar, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que o Direito nunca foi o sonho dela.
Foi quando, em 2007, segundo ela, ela tentou voltar, e, segundo ela, ficou 2 anos no escritório de advocacia de uma amiga, e, segundo ela, estudando pra concurso, e, segundo ela, não pra OAB, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, ela percebeu que não era aquilo, e, segundo ela, e a mãe começou a fazer unha em casa, e, segundo ela, a mãe se virava bem, e, segundo ela, a irmã da Patrícia tinha unhas, e, segundo ela, a mãe queria fazer manutenção, e, segundo ela, não achava, e, segundo ela, e, segundo ela, e a mãe pegou uma caixinha de adesivo, e, segundo ela, Patrícia vendeu todos, e, segundo ela, achou que era o começo, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela foi pra internet pesquisar, e, segundo ela, começou a fabricar as películas em casa, e, segundo ela, a mãe, o pai, e a Maria ajudavam, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela ia de carro do namorado vender de porta em porta, e, segundo ela, em Dracena, e Panorama, e Tupi, e Junqueira, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é o começo do Dondoca.
O 1º curso em Rio Preto com instrutora que não sabia, o câncer no colo do útero no meio da carreira, e a viagem pro Espírito Santo com cartão de crédito que ela não tinha
Em 2014, segundo ela, ela foi pra São José do Rio Preto, e, segundo ela, na casa da irmã da filha, e, segundo ela, a mãe da cunhada tinha unhas, e, segundo ela, a cunhada falou “Pat, você é tão boa com a mão, faz um curso de alongamento”, e, segundo ela, ela não sabia o que era, e, segundo ela, ninguém fazia alongamento em Dracena, e, segundo ela, e o Estado de São Paulo era o último a ter a técnica, e, segundo ela, ela achou o curso no Senai, e, segundo ela, ela foi, e, segundo ela, 3 a 4 dias, e, segundo ela, a própria instrutora não sabia ensinar, e, segundo ela, e ela voltou com material aleatório, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela montou a mesinha no espaço de uma manicure, e, segundo ela, e, segundo ela, e a 1ª cliente foi modelo, e, segundo ela, e, segundo ela, e na terça ela fez a unha, e na quarta a cliente mandou mensagem que voou, e, segundo ela, e, segundo ela, e o alongamento não parava na unha, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que era tudo muito novo.
Foi quando, segundo ela, ela descobriu o câncer no colo do útero, e, segundo ela, no exame de rotina, e, segundo ela, Papa Nicolau, e, segundo ela, o médico daqui encaminhou direto pra Jaú, e, segundo ela, e ela tratou em Jaú, e, segundo ela, e ela teve crise de pânico, e, segundo ela, ela nunca tinha tido, e, segundo ela, e ela foi parar várias vezes no hospital achando que tava infartando, e, segundo ela, e, segundo ela, e o médico ria da cara dela, e, segundo ela, era pânico, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela largou as películas, e, segundo ela, ficou só com o alongamento, e, segundo ela, e ela não conseguia fazer as duas coisas, e, segundo ela, e ela pesquisou na internet, e, segundo ela, achou uma instrutora fora do Estado, e, segundo ela, foi pro Espírito Santo, e, segundo ela, com cartão de crédito que ela não tinha, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é o que é o câncer no meio da carreira.
A técnica própria, os 20+ cursos online, e o alongamento que Dracena não conhecia virou marca da Dondoca
Voltando do Espírito Santo, segundo ela, ela começou a treinar, e, segundo ela, na mãe, nas amigas, em si mesma, e, segundo ela, todo dia, e, segundo ela, sem parar, e, segundo ela, já tem 9 anos que ela treina na própria unha, e, segundo ela, ela começou a desenvolver a técnica própria, e, segundo ela, porque o pessoal falava “não vai dar certo, você é louca”, e, segundo ela, e ela insistiu, e, segundo ela, e a instrutora do Espírito Santo falou que em 10 anos ia bombar, e, segundo ela, e ela foi sendo referência, e, segundo ela, e, segundo ela, e o mito era de que o alongamento estragava a unha, e, segundo ela, ou dava fungo, e, segundo ela, ou caía a unha, e, segundo ela, e ela teve que tirar isso da cabeça das mulheres, e, segundo ela, demorou, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela já fez mais de 20 cursos online, e, segundo ela, perdeu a conta, e, segundo ela, e a técnica de cada curso é diferente, e, segundo ela, ela não mistura, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que a dela é só dela.
Hoje, segundo ela, a técnica é da Dondoca, e, segundo ela, ela atende 120 clientes por mês, e, segundo ela, ela atende 3 períodos, e, segundo ela, das 11h às 19h, e, segundo ela, às vezes sai 21h, e, segundo ela, há um mês ela voltou a atender de sábado e feriado, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o segredo, segundo ela, é a organização, e, segundo ela, e ela limpa, e, segundo ela, e organiza tudo pro outro dia, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que se tiver uma pessoa pra ajudar, ela atende muito mais, e, segundo ela, e, segundo ela, e ela está procurando 2 meninas pra colocar, e, segundo ela, o projeto é ficar só no curso online, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que o alongamento virou o ofício dela.
O nome Dondoca que o noivo inventou, o espaço próprio no terreno do pai em 2019, a Maria no colchãozinho, e o curso online escrito à mão em folha durante a pandemia
Em 2019, segundo ela, ela construiu o espaço, e, segundo ela, no terreno do pai, e, segundo ela, na frente da casa, e, segundo ela, ela tava pagando aluguel antes, e, segundo ela, o pai tinha o terreno sem nada, e, segundo ela, ela ralou, e, segundo ela, e, segundo ela, e o projeto, e, segundo ela, e a construção, e, segundo ela, e o noivo deu o nome Dondoca, e, segundo ela, desde as películas, e, segundo ela, o nome remete alguma coisa, e, segundo ela, e ficou, e, segundo ela, e, segundo ela, e o Dondoca virou marca, e, segundo ela, e a Maria ficava deitadinha no colchãozinho enquanto ela atendia, e, segundo ela, a Maria tinha uns 8 anos, e, segundo ela, as clientes mais antigas lembram, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que o Dondoca é da Maria também.
Foi quando, em 2020, segundo ela, veio a pandemia, e, segundo ela, ela começou a assistir muito curso online, e, segundo ela, e a fazer muito, e, segundo ela, e ela falou “eu tenho a minha técnica, eu posso ensinar”, e, segundo ela, e ela passou 1 ano escrevendo o curso à mão, e, segundo ela, em folha, e, segundo ela, escrevendo passo a passo, e, segundo ela, ela não digita, e, segundo ela, e ela contratou um cinegrafista, e, segundo ela, e, segundo ela, e gravou o curso, e, segundo ela, com qualidade de presencial, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que o online permite a pessoa voltar quantas vezes quiser, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que o curso online é o próximo passo, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela faz, no episódio, segundo ela, é contar, sem filtro, o que é ser a Dondoca das unhas de Dracena, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, hoje.
Onde encontrar
Patrícia Bufulin é nail designer e proprietária do Dondoca Nails, e mora em Dracena, e atende 120 clientes por mês, e tem técnica própria de alongamento, e construiu o espaço no terreno do pai, e está lançando o curso online. No Instagram, segue a @patibufulin.
Resumo do episódio
Patrícia Bufulin formou-se em Direito em 2007, curso que era sonho do pai, não dela. Grávida no último ano, não prestou a OAB e passou dois anos cuidando sozinha da filha Maria. Descobriu o alongamento de unhas por acaso em 2014, em São José do Rio Preto, e enfrentou câncer no colo do útero e crises de pânico durante a carreira. Desenvolveu técnica própria após cursos no Espírito Santo, construiu o Dondoca Nails em 2019 no terreno do pai, e hoje atende 120 clientes por mês com horário das 11h às 19h, além de estar lançando curso online.
Principais aprendizados
- O alongamento de unhas era desconhecido em Dracena em 2014, quando Patrícia o descobriu em São José do Rio Preto e teve que enfrentar o mito de que estragava a unha ou causava fungo.
- Patrícia treina na própria unha há 9 anos e já realizou mais de 20 cursos online, desenvolvendo uma técnica própria que não mistura as técnicas aprendidas.
- O espaço do Dondoca Nails foi construído em 2019 no terreno do pai, após anos pagando aluguel em outro endereço.
- A organização é apontada como segredo para atender 120 clientes por mês em três períodos, das 11h às 19h, às vezes até 21h.
- O curso online foi escrito à mão em folha durante um ano na pandemia de 2020, com gravação posterior em qualidade de presencial.
Perguntas respondidas neste episódio
Como Patrícia começou com alongamento de unhas?
Em 2014, ela foi a São José do Rio Preto e descobriu o alongamento por acaso quando a cunhada sugeriu o curso. Encontrou a técnica no Senai, fez um curso de 3 a 4 dias com instrutora que não sabia ensinar bem, e voltou com material aleatório. Montou uma mesinha no espaço de uma manicure e a primeira cliente foi modelo.
Por que Patrícia deixou a advocacia?
Formada em Direito em 2007, ela tentou voltar à profissão, ficando dois anos em um escritório de advocacia estudando para concurso. Percebeu que não era aquilo que queria e começou a vender películas de unha de porta em porta em cidades como Dracena, Panorama, Tupi e Junqueira.
Qual era a situação de Patrícia quando Maria nasceu?
Maria nasceu em janeiro de 2008, logo após a formatura de Patrícia em Direito. Patrícia passou dois anos cuidando da filha sozinha, sem o pai de Maria ao lado. A mãe trabalhava nos três períodos e a tia era a única ajuda para banho e jantar. O pai quase a mandou embora de casa.
Como funciona o atendimento no Dondoca Nails atualmente?
Patrícia atende 120 clientes por mês, em três períodos, das 11h às 19h, às vezes até 21h. Há um mês voltou a atender sábado e feriado. Ela cita que o segredo é a organização, limpando e organizando tudo para o outro dia.
Como surgiu o curso online do Dondoca?
Em 2020, durante a pandemia, Patrícia passou um ano escrevendo o curso à mão em folha, descrevendo passo a passo. Não digita e contratou um cinegrafista para gravar com qualidade de presencial. O curso online permite a pessoa voltar quantas vezes quiser.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.