No episódio #252 do AdamiCast, em 19 de setembro de 2023, Thalita Stelato, Diretora Nacional Sênior da Mary Kay do Brasil, contou a história que começa com ela nascendo em Herculândia (filha de professora e de plastificador de tomate), e que veio pra Dracena com 17 anos pra trabalhar como estagiária numa escola de inglês (deixando os pais em Herculândia, morando com a tia, depois numa kitnet com uma colega), e que ficou 10 anos como professora de línguas (inglês e espanhol, no Ângulo e no Fisk, e também coordenadora de escola de línguas), e que sonhava com viagens (nunca tinha saído do Brasil, nem pro Paraguai), e que queria ser mãe, e que pesquisou franquias mas o investimento era alto demais, e que uma amiga dos EUA falou da Mary Kay (ela trabalhava de babá em casa de uma diretora nos EUA), e que ela voltou pro Brasil e foi pra escola da Thalita (uma consultora toda elegante com pin Mary Kay), e que ela ofereceu sessão de demonstração em casa (e a Thalita foi a única que não comprou nada, porque tava em reforma), e que ela entrou com uma upline de Campo Grande (a Natália, que tinha 3 empregos e era difícil de contatar), e que em fevereiro de 2009 começou, e que no primeiro mês vendeu R$9.000 (2x o salário de professora), e que em 1 mês e 15 dias se tornou diretora, e que o marido ofereceu trabalho de secretária (e ficou bravo quando ela ganhou o carro rosa na Proeste), e que a primeira viagem foi o Vila Galé da Bahia (pagou metade pra levar o marido, foram mais de 400 mulheres naquele resort), e que veio Madrid e Lisboa no mesmo ano, e que se tornou diretora nacional em 2 anos e 2 meses com 26 anos (recorde na América toda na época, formando dia 1º de maio, Dia do Trabalho), e que já tem 17+ viagens internacionais, e que ganha carro a cada 3 anos, e que é mãe de 3 filhos (Antonela de 8, Henrico de 6, Lorenzo de 2,5), e a frase que ela mais repete é que “a gente não veio ao mundo a passeio, e tudo que a gente quer é só dividir em pedaços pequenos, a gente não consegue comer um elefante de uma vez”.
De Herculândia e dos pais professora e plastificador de tomate, ao “vim pra Dracena com 17 anos atrás de um sonho”, e dos 10 anos como professora de línguas
A Thalita, lembra ela, é de Herculândia, e os pais eram professora e plastificador de tomate (plantação em estufa), e segundo ela, “naquele momento a cidade tinha poucas oportunidades, e eu tive a oportunidade de vir pra Dracena pra trabalhar como estagiária numa escola de inglês”, e ela veio com 17 anos, e os pais ficaram em Herculândia, e ela morou primeiro com a tia (que foi quem a trouxe), e depois com 17 anos ainda ela se mudou pra uma kitnet com uma moça, e segundo ela, “Dracena já abriu a minha mente, eu queria crescer, e os pais não tinham condição de pagar a faculdade (o irmão fez agronomia), e aí eu vim, fiz magistério, fiz cursos gratuitos no município (inglês, informática), dei aula de tudo”, e ela ficou 10 anos atuando como professora de línguas (no Ângulo, no Fisk, e também foi coordenadora de escola de línguas), e segundo ela, “hoje eu falo que eu devo muito a essa trajetória, porque me fez ficar mais desinibida, treinar habilidades que eu não tinha”, e o sonho dela era ser mãe (sempre foi), e ela ficava imaginando como seria a rotina dela dando aula à noite, e o outro sonho era viajar (nunca tinha saído do Brasil, nem pro Paraguai), e a mãe dela sempre falava “você nasceu sonhando demais”, e segundo ela, “eu sempre fui uma pessoa que sonhava, e aí eu pensei pelo sonho de ser mãe, de ter mais flexibilidade, eu pensei em empreender, e fui pesquisar franquias, e me assustou muito porque o investimento era alto demais pra Dracena, e eu falei “não, é muito arriscado””.
Da amiga dos EUA que falou da Mary Kay, da consultora com pin no corredor da escola, da sessão em casa (e a Thalita foi a única que não comprou), e da Natália de Campo Grande como upline
A entrada na Mary Kay, lembra ela, veio por acaso, e segundo ela, “Deus é tão maravilhoso que coloca a gente no lugar certo com as pessoas certas”, e a amiga dos EUA (que tava fazendo intercâmbio) falou da marca Mary Kay (ela tinha trabalhado de babá em casa de uma diretora nos EUA), e a amiga não sabia que tinha no Brasil, e quando a Thalita voltou pra escola onde dava aula, ela viu uma consultora com pin Mary Kay (toda elegante, toda arrumada), e segundo ela, “eu olhei pra aquele pin, tomei um susto, falei “Mary Kay tem no Brasil?””, e a consultora ofereceu uma demonstração na escola (que a Thalita não pôde participar porque dava aula), e ofereceu então ir na casa dela, e segundo ela, “ela falou “você pode convidar umas amigas, vai ser de graça””, e ela convidou professoras, pessoas normais, e a consultora vendeu R$1.200 ali em menos de uma hora, e a Thalita foi a única que não comprou nada (“eu tinha acabado de fazer uma reforma em casa, e a gente acha que vai um tanto, vai três tantos, e não podia comprar nem uma blusinha nem um Havaianas”), e aí ela ficou perguntando sobre o negócio, e pediu o contato, e entrou com uma upline de Campo Grande (a Natália, que tinha 3 empregos e era difícil de contatar), e segundo ela, “a minha jogada foi simples: fiz as perguntas certas, e entrei sabendo que podia sair no mês seguinte se quisesse, e aí eu entrei apaixonada pelos produtos”.
Do “fevereiro de 2009 entrei”, do primeiro mês que vendeu R$9.000 (2x o salário), do marido que ofereceu trabalho de secretária, e do “você foi a rainha da equipe”
A Thalita entrou em fevereiro de 2009, lembra ela, e segundo ela, “naquela época ninguém permitia que você provasse o produto antes de comprar, e a Mary Kay foi pioneira no Brasil em deixar a pessoa testar (começa pela mão, porque a mão qualquer um dá, o rosto é mais difícil)”, e ela lembra que a primeira demonstração grande foi em Herculândia (na casa da mãe de uma cliente de 15 anos), e ela não vendeu nada (a mãe não comprou), e ela entrou com o cartão da tia emprestado, e ficou desesperada, e ligou pra amiga de infância (a Bia), e a amiga chamou a tia, e a tia chamou uma amiga, e naquele dia ela vendeu R$700, e segundo ela, “aí eu entendi a dinâmica: umas iam comprar, outras não, e tá tudo bem, vamos pra próxima”, e a estratégia dela foi trabalhar com volume (sábado de manhã 3 sessões, sábado à tarde mais 3, domingo de manhã 2, domingo à tarde 3), e no primeiro mês ela vendeu R$9.000 (2x o salário de professora), e ela lembra que a diretora ligou e falou “você foi a rainha da equipe”, e segundo ela, “eu era professora acostumada a ser chamada de bruxa chata, e a pessoa te chama de rainha, eu saí do desespero pra se achar, justamente”, e quando ela se tornou diretora, a diretora falou que se formasse até tal data ela ganhava uma viagem pra Bahia, e o marido ofereceu “vem ser minha secretária”, e segundo ela, “ele foi contra no começo, mas na entrega do carro rosa na Proeste ele ligou e falou “pode ir embora pra casa, tá todo mundo olhando esse carro rosa, e Jesus, esse carro rosa não””, e a frase dela é emblemática: “a mulher sábia edifica a casa, a tola põe tudo a perder”.
Da primeira viagem (Vila Galé da Bahia, pagou metade pro marido ir) ao “foram mais de 400 mulheres naquele resort, não era brincadeira”, e do marido que finalmente acreditou
A primeira viagem, lembra ela, foi o Vila Galé da Bahia (primeiro resort que ela conheceu), e segundo ela, “o resort era só pra mim, não podia levar o marido, mas aí eu nem falei nada pra empresa, levei, paguei a parte dele, e tive que vender dobrado pra cobrir, e falei “vou levar senão não vou””, e lá foram mais de 400 mulheres, e segundo ela, “o marido começou a observar que não era brincadeira, eram mulheres sérias, advogadas, fisioterapeutas, de todas as profissões, e ele falou “peraí, isso aqui não é brincadeira não””, e logo em seguida veio Madrid e Lisboa no mesmo ano, e segundo ela, “fechei as duas, fiz a média, dividi (não consigo comer um elefante de uma vez, é dividir em pedaços pequenos)”, e ela lembra que quando foi anunciado no seminário que seria Madrid e Lisboa, ela caiu na cadeira (era professora de espanhol, e já conhecia Madrid dos livros), e segundo ela, “a viagem dos sonhos, a viagem dos sonhos, aquilo me motivou muito”, e a partir daí o marido começou a apoiar mais (depois das viagens internacionais ele “viajou porque no Resort foi só você”), e segundo ela, “no resort tinha 400 mulheres, mas o verdadeiro divisor de águas foi quando ele viu mulheres de todas as profissões, advogadas, e falou “peraí, isso aqui não é brincadeira””, e a conquista seguinte foi o primeiro carro rosa, e a frase que ela mais repete sobre essa fase é que “tudo que a gente quer é só dividir em pedaços pequenos, o elefante é grande mas se a gente dividir em pequenos pedaços é possível cumprir a meta”.
Do recorde de diretora nacional em 2 anos e 2 meses com 26 anos, das 17+ viagens internacionais, do Multiplayer Dreams (5-6x como aposentadoria), e do “de três em três anos você ganha outro carro”
A carreira, lembra ela, teve um pico em 2012, e segundo ela, “eu me formei diretora nacional em 2 anos e 2 meses de empresa, e foi recorde na América toda na época, nunca tinha acontecido de uma pessoa da base (consultora de beleza) chegar ao topo (diretora nacional) em 2 anos e 2 meses, e foi no dia 1º de maio (Dia do Trabalho), e eu tinha 26 anos (fiz 26 naquele mês)”, e desde então são 17+ viagens internacionais, e a estratégia de reconhecimento, segundo ela, é o sistema de joias (pulseira que vai ganhando diamantes conforme a área nacional cresce, e a dela já tá toda cravejada), e o Multiplayer Dreams, segundo ela, “criaram pros diretores nacionais: multiplicam todos os seus ganhos dos últimos 3 anos por 5,6 (se eu não me engano), e você recebe uma bolada de uma vez só, é o incentivo pra se aposentar”, e segundo ela, “a amiga Iguala Johnson é uma grande referência, ela comprou um Mustang vermelho e tá viajando pelos Estados Unidos, e recebeu alguns milhões, e hoje ela tá curtindo a aposentadoria dela, e antes não tinha isso (você tinha que investir o seu dinheiro)”, e os carros, segundo ela, “são o que mostra pra fora que é verdadeiro (todo mundo sabe quanto custa um carro), e de 3 em 3 anos você ganha outro”, e segundo ela, “os carros subiram de valor (a gente diretores nacionais negociou com a Mary Kay pra subir o valor junto com a bonificação), e tem gente que coleciona carro, a gente não é colecionador, sempre pro melhor (eu dou o meu de entrada, compro outro)”.
Da pandemia, do Skin Analyser que analisa a pele em 6 dimensões por foto, da plataforma “Aprendo MK” com cursos top, e do “tem que ter vocação pro trabalho, tem que amar o que faz”
Durante a pandemia, lembra ela, a Mary Kay desenvolveu o Skin Analyser (que analisa a pele de uma pessoa em 6 dimensões, e a consultora tira a foto ou a pessoa manda, e a ferramenta já indica os produtos), e segundo ela, “isso salvou muita gente que precisava continuar vendendo de casa, e atendeu muita mãe de filho excepcional que não pode sair pra trabalhar presencialmente”, e a plataforma Aprendo MK, segundo ela, “tem treinamento financeiro com a Carol Mancioli (curso de mais de R$1.000 se for comprar fora), colorimetria com a Sabrina, treinamento emocional com a Bruna Legna Lioli, são só nomes tops que se você for na internet comprar é um absurdo, e a empresa entende que a gente precisa de educação financeira (no Brasil a gente não tem isso na escola, e por isso que algumas pessoas crescem e caem, porque não sabem controlar)”, e segundo ela, “hoje a Mary Kay trabalha muito o tema saúde mental (uma cabeça saudável mantém tudo em volta saudável, e tem gente que cuida do corpo e esquece o emocional, e o corpo adoece por causa do psicológico)”, e a frase que ela mais repete sobre a carreira é que “tem que ter vocação pro trabalho, tem que amar o que faz, e a gente não veio ao mundo a passeio, e tudo que a gente quer é só dividir em pedaços pequenos, e o dinheiro é importante mas ele não pode ser o senhor da nossa vida, ele é uma energia que precisa girar (quem guarda demais não é bom, quem gasta demais também não, o equilíbrio)”, e o conselho dela pra quem quer empreender, segundo ela, “é focar no objetivo e não nas condições (eu era muito nova, morava numa cidade pequena, com 17 anos, sem experiência em vendas, sem roupa apropriada, e mesmo assim eu fiz o meu melhor com as ferramentas que eu tinha, e ousei sonhar, e ousei fazer)”.
Dos 3 filhos (Antonela, Henrico, Lorenzo), das mais de 50 diretoras na área, da Jana de Junqueirópolis e da Flavinha, e do “uma mente saudável mantém tudo em volta saudável”
Do lado pessoal, lembra ela, ela tem 3 filhos (Antonela de 8 anos, Henrico de 6, Lorenzo de 2,5), e o sonho era ter 3 (e teve 3), e segundo ela, “hoje a prioridade é a família, eu passo pra eles todos os meus ensinamentos, e quando eles precisam de mim eu tô ali, eu cancelo minha agenda toda, e a Mary Kay é uma empresa que não é punitiva, ela deixa as portas abertas sempre (quem quiser voltar vai ser bem-vindo, e o time direto da pessoa ela não perde)”, e segundo ela, “hoje eu inspiro muito mais as minhas diretoras do que antes, mostrando que é possível atingir as metas e se cuidar ao mesmo tempo, e a prioridade hoje é a qualidade de vida (faço pilates, osteopatia, acupuntura, musculação 2x por semana, e cuido da minha cervical)”, e a área dela já tem mais de 50 diretoras, e ela destaca a história da Jana de Junqueirópolis (fisioterapeuta que entrou pra vender Mary Kay pra fazer a cozinha que o marido não queria fazer do jeito que ela queria, e hoje tem o carro rosa e mora em Junqueirópolis, e a Thalita é madrinha do filho do meio da Jana), e a história da Flavinha (que tem uma filha com síndrome de Down, e mesmo assim não parou, e conseguiu o carro rosa levando a filha em todas as terapias, e segundo a Thalita, “ela é uma fonte de inspiração gigante porque teve a bebê, não parou, e conseguiu por conta da flexibilidade”), e a Tati de Junqueirópolis (que andava com a cabecinha e levou bastante tempo pra conquistar o carro), e a frase que ela mais repete sobre a carreira é que “tem que ter vocação pro trabalho, tem que amar o que faz, e a gente não veio ao mundo a passeio, e tudo que a gente quer é só dividir em pedaços pequenos, e uma mente saudável mantém tudo em volta saudável (cuide da sua mente, do seu corpo, do seu espírito, e tenha tempo pra tudo, senão você vai ganhar dinheiro a vida inteira e daqui a pouco vai gastar tudo com saúde)”, e o detalhe é que ela já fez 4 viagens a Dallas (e na última, no seminário de 50 anos, ela foi a 4 brasileira a ser contemplada com a viagem, e o hotel onde ela ficou foi o mesmo onde foi gravado “Uma Linda Mulher”), e o sonho de agora é ver a família crescer e poder ensinar o caminho correto pros filhos, e a frase final dela é: “o dinheiro não compra tudo, mas compra a liberdade de se cuidar, de viajar, de estar com quem você ama, e isso é o que a Mary Kay proporciona”.
Onde encontrar
A Thalita Stelato atende como Diretora Nacional Sênior da Mary Kay do Brasil (com 50+ diretoras na área descendente), com mais de 20 diretoras ganhando acima de R$10.000/mês, e a carreira dela começou em fevereiro de 2009, com o sonho de “ser mãe e ter flexibilidade”, e hoje ela tem 3 filhos (Antonela de 8 anos, Henrico de 6, Lorenzo de 2,5) e 14+ anos de empresa, e ela é de Herculândia (filha de professora e de plastificador de tomate, e a mãe sempre falava “você nasceu sonhando demais”), e a história começa com ela vindo pra Dracena com 17 anos atrás de um sonho, com 10 anos como professora de línguas (inglês e espanhol, no Ângulo e no Fisk), com a amiga dos EUA que falou da Mary Kay, com a consultora com pin no corredor da escola, com a sessão em casa onde ela foi a única que não comprou (tava em reforma), com a Natália de Campo Grande como upline (que tinha 3 empregos), com o primeiro mês de R$9.000 (2x o salário), com o marido que ofereceu trabalho de secretária, com o carro rosa entregue na Proeste, com o Vila Galé da Bahia (primeira viagem, pagou metade pra levar o marido), com Madrid e Lisboa no mesmo ano, com o recorde de diretora nacional em 2 anos e 2 meses com 26 anos (formando dia 1º de maio), com as 17+ viagens internacionais, com o Multiplayer Dreams (5-6x do ganho dos últimos 3 anos como aposentadoria), com o Skin Analyser que analisa a pele em 6 dimensões por foto (desenvolvido na pandemia), com a plataforma Aprendo MK (cursos com Carol Mancioli, Sabrina, Bruna Legna Lioli), com os carros a cada 3 anos, com a pulseira de diamantes que vai crescendo conforme a área nacional cresce, com as joias trimestrais (pulseira Monte Carlo, óculos Vivara), com a frase emblemática “a mulher sábia edifica a casa, a tola põe tudo a perder”, e com a frase que ela mais repete: “a gente não veio ao mundo a passeio, e tudo que a gente quer é só dividir em pedaços pequenos (não consegue comer um elefante de uma vez)”, e as histórias da Jana de Junqueirópolis (fisioterapeuta que virou diretora, e a Thalita é madrinha do filho), da Flavinha (mãe de bebê com síndrome de Down, não parou, levou a bebê em todas as terapias e conseguiu o carro rosa), da Tati de Junqueirópolis (que levou bastante tempo, mas não desistiu), e o detalhe é que a Mary Kay pode ser trabalhada em qualquer lugar do Brasil (e do mundo, com parcerias em Portugal, Espanha, EUA, Peru, Colômbia, Argentina), e a empresa não é punitiva (quem quiser voltar é bem-vindo), e a Thalita tem 3 sonhos pra próxima fase: ver a família crescer, ensinar o caminho correto pros filhos, e viajar com eles. Acompanhe a Thalita pelo Instagram @thalitastelato. Se você quer empreender em vendas diretas, segundo a Thalita, o que vale é não desistir na primeira dificuldade (a primeira pessoa que você convida pode não aceitar, e a segunda também, mas uma hora dá certo), lembrar que tudo que você quer é só dividir em pedaços pequenos (não é o elefante inteiro de uma vez, é um pedacinho por vez), e lembrar que “uma mente saudável mantém tudo em volta saudável (cuide da sua mente, do seu corpo, do seu espírito, e tenha tempo pra tudo, senão você vai ganhar dinheiro a vida inteira e daqui a pouco vai gastar tudo com saúde)”, e segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram no AdamiCast, de que a Mary Kay é uma empresa de pessoas (foca na solução, não no problema, e capacita demais as pessoas), e de que a frase que ela mais repete é “a gente não veio ao mundo a passeio”.
Resumo do episódio
Thalita Stelato saiu de Herculândia aos 17 anos para trabalhar como estagiária em escola de inglês em Dracena, passou 10 anos como professora de línguas e depois entrou na Mary Kay em fevereiro de 2009, quando vendeu R$9 mil no primeiro mês. Em 2 anos e 2 meses se tornou diretora nacional aos 26 anos (recorde na América), acumulou 17+ viagens internacionais, ganha carro a cada 3 anos e hoje comanda mais de 50 diretoras em sua área, tudo enquanto realiza seus sonhos de ser mãe (tem 3 filhos) e ter flexibilidade.
Principais aprendizados
- A demonstração de produtos em casa antes da compra foi estratégia pioneira no Brasil que permitiu validar a qualidade antes do investimento do cliente.
- Trabalhar com volume (múltiplas sessões de demonstração no fim de semana) acelerou o crescimento inicial e gerou R$9 mil no primeiro mês de atividade.
- O Multiplayer Dreams multiplica todos os ganhos dos últimos 3 anos por 5 ou 6 vezes como incentivo único para os diretores nacionais se aposentarem.
- A plataforma Aprendo MK oferece treinamento financeiro, colorimetria e desenvolvimento emocional com instrutores renomados em disciplinas que custam muito em escolas externas.
- Uma mente saudável com cuidados regulares em pilates, osteopatia e acupuntura mantém o equilíbrio necessário para empreender sem sacrificar saúde pelo dinheiro.
Perguntas respondidas neste episódio
Quanto tempo levou para se tornar diretora national na Mary Kay?
Thalita se tornou diretora nacional em 2 anos e 2 meses, começando em fevereiro de 2009 e formando em maio de 2011, com apenas 26 anos de idade. Na época foi recorde em toda a América Latina, pois ninguém havia feito essa progressão tão rapidamente saindo da base como consultora de beleza.
Como começar a vender Mary Kay sem experiência prévia em vendas?
A estratégia é fazer demonstrações em casa com amigas de forma gratuita, deixando as pessoas testarem os produtos antes de comprar. O volume de sessões é importante: realizar múltiplas demonstrações no fim de semana (3 sessões sábado manhã, 3 à tarde, 2 domingo manhã, 3 domingo à tarde) aumenta as chances de venda mesmo que nem todos comprem.
Qual foi o ganho no primeiro mês de Mary Kay?
No primeiro mês de atividade em fevereiro de 2009, Thalita vendeu R$9 mil, o equivalente a 2 vezes o salário que recebia como professora de línguas. Essa performance a fez ser reconhecida como rainha da equipe pela diretora.
Quais benefícios a Mary Kay oferece além do salário para diretores nacionais?
Diretores nacionais ganham carro novo a cada 3 anos, viagens internacionais com todas as despesas pagas, sistema de joias que inclui pulseiras com diamantes que crescem conforme a área nacional cresce, e o Multiplayer Dreams que multiplica ganhos dos últimos 3 anos por 5 a 6 vezes como aposentadoria.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.