#259

Da psicóloga que falou “Carlinho, você tem que fazer Educação Física” aos 24 anos de natação: a história do professor Carlos Santilli Tartaro | #259

19 de outubro de 2023 • 25 min de leitura

Este texto vem do episódio #259 do AdamiCast

No episódio #259 do AdamiCast, em 19 de outubro de 2023, o Professor de Educação Física Carlos Santilli Tartaro (o Carlinhos), de Dracena, contou a história que começa com ele sendo de família de educadores físicos (a mãe orgulhosa, e os dois irmãos, o Fernando e o Renato, que também são educadores físicos, mas não dão aula), e que ele sempre fez esporte desde criança (basquete, handebol, vôlei, e o dia que ele fica sem fazer atividade física ele fica irritado), e que quando foi prestar vestibular a mãe dele mandou ele ir na psicóloga da escola (e a psicóloga falou “Carlinho, você tem que fazer Educação Física, não tem o que prestar, é de cara”), e que ele se formou pela UNESP de Presidente Prudente, e fez pós-graduação na Unoeste em fisiologia do exercício e treinamento, e que ele trabalha na ETEC (escola técnica, com contrato de 2 anos, e a vaga abre de novo e ele acaba voltando), e que ele começou a dar aula de natação aos 19 anos (convidado pelo Gustavo Pontes Filho, do seu Lúcio, que era diretor do 9 de Julho, e ele ficou 24 anos na BD, e mês passado saiu de lá, e fizeram uma postagem de despedida, e ele chorou), e que ele dava aula pra criança a partir de 5 anos (e ele é apaixonado por criança, e a diversão é a mesma dele e delas), e que ele chegou a comprar a parte dele no bar de BD (mas vendeu depois, e voltou pra natação infantil e adulto), e que ele fez o curso de personal trainer do Arnold (e a Ameriquinha patrocinou, pagou só passagem e pedágio, e ele foi fazer o curso), e que há 2 anos ele descobriu o beach tennis (e foi paixão à primeira vista, e agora é a atividade principal dele, e a raquete de beach tennis virou paixão, e a esposa dele, a André, joga com ele, e ele dá aula de beach tennis na Acqua Beach Arena, o novo empreendimento dele em Dracena, e a arena tem areia, tem funcional na areia, e tem o espaço pra beach tennis), e que ele dá aula de funcional, de personal, e de academia, e que na pandemia o pessoal começou a dar mais valor pra atividade física (avalanche, e todo mundo viu que quem praticava atividade e pegou covid passou de letra, não teve comorbidade, e ele mesmo pegou covid e ficou em casa fazendo elíptico e tomando cerveja, e o duro foi aguentar a sogra uma semana em casa), e que a frase dele é “eu não trabalho, me divirto”, e que o Marquin (ex-aluno de natação e personal dele) hoje corre de Porsche em Valência e vai fazer a maratona lá (e o Marquin é a prova de que dedicação supera talento, porque ele não nasceu pra nadar, mas o esforço, a dedicação, e a perseverança dele levou ele a ter um tempo muito bom), e que a Camila e a Fran (alunas dele de beach tennis) jogam com raiva no marido, e ele brinca “pensa no marido na hora de sacar”, e a opinião dele sobre o funcional na areia é que é “saúde é saúde, e na areia é mais gostoso ainda, e dá pra interagir, e dá pra conversar, e dá pra rir”, e a frase dele sobre a profissão é “eu não trabalho, eu me divirto, e isso é o que eu quero, e isso é o que eu vou fazer até quando Deus permitir”, e ele atende por Instagram (@carlinhos_tartaro e @acquabeacharena).

Da infância, do “dia que eu fico sem fazer atividade eu fico irritado”, da mãe educadora física, dos irmãos Fernando e Renato, e da psicóloga que falou “Carlinho, você tem que fazer Educação Física”

O Carlinhos, lembra ele, é de Dracena, e é de família de educadores físicos, e segundo ele, “minha mãe fala assim, até que enfim alguém puxou pra mim, alguém que gosta de dar aula, porque meus irmãos também são educadores físicos, o Fernando e o Renato, mas eles não dão aula, não lecionam, e eu adoro, e eu chego na sala de aula, e é a coisa mais, e ó, trabalhar com jovem é prazeroso, e quando você consegue chamar a atenção deles, sim, e a atividade física hoje, depois da pandemia, mais ainda veio uma avalanche, e o pessoal começou a dar mais valor, e todo mundo viu que quem praticava atividade física e pegou covid passou de letra, não teve comorbidade nenhuma, e quem tava fazendo alguma atividade muitas vezes nem sentiu nada, e eu peguei covid e fiquei em casa fazendo elíptico e tomando cerveja, e o covid pra mim foi bem tranquilo, e o duro foi aguentar minha sogra uma semana em casa que ela ficou também, e aí pra não isolar a casa, todo mundo na casa dela, e ela veio pra cá, e olha só, fala isso mas ama, e se não fosse a sogra não tinha como”, e ele lembra que desde criança sempre fez esporte, e segundo ele, “eu sempre fiz outros esportes, desde a época do colégio, eu jogava basquete, handebol, vôlei, sempre participei de tudo, e eu gosto, e o dia que eu fico sem fazer nenhuma atividade física eu fico irritado, e o André fala assim pra mim, nossa, vai, vai, vai, vai fazer alguma coisa, porque é costume, é prazeroso, e a atividade física traz prazer, e traz benefícios, e muitas vezes a galera fica muito ligada na parte estética, tudo, mas o mental é incrível a diferença que faz”, e ele lembra que quando foi prestar vestibular a mãe dele mandou ele ir na psicóloga da escola, e segundo ele, “aí chegou a hora do vestibular, ah, você vai prestar pra quê, gente, não tem o que eu prestar, e a minha mãe falou assim, ó, vai numa psicóloga que a psicóloga quer conversar com você, e da escola eu cheguei na psicóloga, e ela falou assim, não, Carlinho, você tá fazendo o que aqui, você tem que fazer Educação Física, e eu falei, então vou fazer Educação Física, e já sabia logo de cara, né, é de cara”, e ele se formou pela UNESP de Presidente Prudente, e fez pós-graduação na Unoeste em fisiologia do exercício e treinamento, e ele tem as duas graduações hoje, e ele adora lecionar, e segundo ele, “hoje eu dou aula lá na ETEC, dou lá na escola técnica, e lá é temporário, dois anos de contrato, e aí agora entra outro professor depois de dois anos, e a gente acaba, mas adoro dar aula, adoro lecionar, e puxei pra minha mãe, e a minha mãe fala assim, até que enfim alguém puxou pra mim”.

Dos 24 anos dando aula de natação na BD (aos 19 anos começou, convidado pelo Gustavo Pontes Filho, do seu Lúcio, do 9 de Julho), da paixão por criança (a partir de 5 anos), e da postagem de despedida que fizeram pra ele

Quando ele começou a dar aula de natação, lembra ele, foi aos 19 anos, e o convite veio do Gustavo Pontes Filho, que era amigo do seu Lúcio (que foi diretor do 9 de Julho), e segundo ele, “no meu primeiro ano de faculdade surgiu, e eu até viajava com o Gustavo Pontes Filho, do seu Lúcio, que foi diretor do 9 de Julho, e o Gustavo dava aula de natação na BD, e eu sempre nadei desde criança, né, e aí surgiu a oportunidade, e aí eu comecei a dar aula de natação, e naquela época não tinha o CREF ainda, né, então você podia trabalhar, e como eu já tinha feito no meu primeiro ano de faculdade o curso de natação pra iniciante, e eu já tinha terminado, e aí ele me convidou, você não quer ir dar aula lá, eu tô saindo, tal, pega minha turma, e aí comecei a pegar a turma, e pegar outra, e pegar outra, e fiquei 24 anos na BD, desde os meus 19, e deixei de dar aula mês passado na BD, e eu vi, e até fizeram uma postagem de despedida, e foi gostoso, e eu me emocionei, e chorei, e fiquei fanho, e mas você tem noção que hoje, 24 anos, às vezes você já encontra o filho da pessoa que você deu aula, né, e o pior é quando chega os marmanjos lá, e aí eu olho, e falo, gente do céu, tô velho, e aí ele leva o filho dele pra dar aula, e 24 anos às vezes já tem filho, duas gerações, e isso é legal, e dá um canseiro, e isso é gostoso assim o reconhecimento, né, e por mais que o pessoal, claro, você ganha pelo trabalho, e ele te paga a mensalidade, mas assim o reconhecimento de aprender, de gostar do esporte, de praticar, e trabalhar com criança, cara, eu sou apaixonado por criança, é um negócio, e muito, e eu falo, mais se diverte a criança do que eu, e eu pego a partir de 5 anos, e de 5 anos pra frente, e quando surgiu a oportunidade, a gente comprou o bar de BD, e comprei o cubi, e aí eu fiquei só com adulto por causa dos horários, e aí depois que eu acabei vendendo a minha parte lá, e eu peguei a natação infantil e adulto de novo, e aí eu já tinha dado aula em Junqueira de natação, e dou aula de funcional, e dou aula de personal, e dou aula em academia, então acaba trabalhando na academia de vez em quando”.

Da venda da parte dele no bar de BD, do retorno pra natação infantil e adulto, e do curso de personal trainer do Arnold (Ameriquinha patrocinou, pagou só passagem e pedágio)

A trajetória na BD, lembra ele, foi de 24 anos, e ele passou por várias fases lá dentro, e segundo ele, “quando surgiu a oportunidade, a gente comprou o bar de BD, e eu comprei o cubi, e aí eu fiquei só com adulto por causa dos horários, e aí depois que eu acabei vendendo a minha parte lá, e peguei a natação infantil e adulto de novo, e aí eu já tinha dado aula em Junqueira de natação, e dou aula de funcional, e dou aula de personal, e dou aula em academia, e fiz o curso de personal trainer do Arnold, com a Ameriquinha ainda, e a Ameriquinha falou assim, vamos fazer o curso, e eu falei, Ameriquinha, ele falou não, eu te dou o curso, você paga só a passagem e a viagem, e fui embora, e aí eu falei, ué, uma oportunidade dessa, e não posso deixar passar, e já, e aí foi fazer o curso, e o curso do Arnold, e o Fitness Brasil curso, e fiz um monte, e não pode parar, né, e não pode tem que estudar tudo, e muito, né, e é isso aí, e a Ameriquinha me deu essa oportunidade, e eu sou muito grato, e por isso que eu falo, a gente tem que estar sempre aprendendo, e a gente tem que estar sempre se atualizando, e a gente tem que estar sempre fazendo curso, e a gente tem que estar sempre estudando, porque o mercado muda, e o cliente muda, e a expectativa muda, e a gente tem que acompanhar, e a gente tem que se adaptar, e a gente tem que se reinventar, e a gente tem que se reciclar, e isso é muito importante, e isso é uma coisa que eu levo pra vida, e isso é uma coisa que eu levo pra profissão, e isso é uma coisa que eu levo pros meus alunos, e a gente tem que estar sempre aprendendo, e a gente tem que estar sempre ensinando, e a gente tem que estar sempre crescendo, e a gente tem que estar sempre melhorando, e a gente tem que estar sempre se superando, e isso é uma coisa que eu levo pra vida, e isso é uma coisa que eu levo pra profissão, e isso é uma coisa que eu levo pros meus alunos”.

Da descoberta do beach tennis há 2 anos, da estratégia de duplas (sinalização 1-2-3-4-5), dos alunos Camila e Fran (que jogam com raiva no marido), e da raquete de beach tennis que virou paixão

Há 2 anos, lembra ele, ele descobriu o beach tennis, e foi paixão à primeira vista, e segundo ele, “o bit, cara, foi uma paixão, e eu falo até hoje pros alunos, o bit é uma coisa que você pega a raquete, uma mais bonita que a outra, e tem umas raquetes lindas, e você fala, rapaz do céu, e aí você vai ver o material, e você já começa a falar, deixa eu ficar com a minha, e a minha tá bom, e a minha é tão bonita, e essa foi como eu diria, foi amor à primeira vista, e sabe quando você começa a passar no Facebook, no Instagram, e aparece a raquete lá, e eu falo, meu Deus, é essa, é essa, e aí fui ver o preço, e falei, ah, não dá, não sei se é essa aí, não dá, e aí comecei, e o André falou assim pra mim, pô, você dá aula pra tanta gente, e você gasta com nada, e você não gasta com material só pra dar aula, por que que você não compra a raquete que você quer, e aí eu falei, ah, ideia, não sei se tenho coragem, e aí ela pegou e entrou em contato com o pessoal que traz do exterior, e falou, ó, pedi a raquete pra você, e aí eu falei, aí, você não tem jeito né, e o medo de você pegar dela, não, não, ué, mas eu acho que isso aí foi uma amiga porque ela mandou a dela junto, entendeu, ah, entendi, entendi, estratégia, nó, est, e ela já queria dela, e falou que desculpa que eu vou dar, vou comprar uma pra ele também, essa patroa é fogo, e mas dura muito tempo, am, dura sim, raquetes muito boas”, e ele explica a estratégia de duplas no beach tennis, e segundo ele, “no bit, eles sinalizam aonde vai sacar, e por exemplo, a dupla, isso é combinado, e por exemplo, tá jogando eu e o Pedro, e o Pedro vai sacar no meio, e onde é o meio, é a três, e eu venho na raquete e coloco aqui, ó, e eu pego a raquete, sim, e pego a raquete que eu vou sacar, e o meu sacador tá lá, e eu falo pra ele, ó, saca na três, né, e eu dou a dica aqui, ó, saca na três, saca na dois, saca na um, saca na cinco, então tem esse posicionamento da quadra, e você também se antecipa pra onde pode voltar, né, e isso porque eles, quem tá sacando tem esse privilégio, sim, pra ele saber de onde a bola volta pra ele atacar de novo, e os posicionamentos 1, 2, 3, 4, 5, seria igual do vôlei, e o um é sempre na sua paralela, dependente do lado da quadra que você tá, e o um é na sua paralela perto da linha, e o dois é onde tá o adversário, e o três é o meio, e o quatro onde tá o outro adversário, e o cinco porque saca em cima do adversário, e o adversário tem dificuldade de devolver, e ele vai devolver a bola alta, e vem o outro, e ataca, e o bit masculino é muito rápido, é uma bola, e a segunda bola já define, e o feminino já não, o feminino já é mais técnico, a bola é mais lenta, as mulheres não têm a força dos homens, no caso o saque, e tem uns caras que tem um saque muito forte, e a galera que veio de tênis tem que tomar cuidado, e tem mulher que tem saque forte, claro, mas não se compara, e a força biologicamente falando favorece o homem, e não tem como fazer”, e ele lembra das alunas dele Camila e Fran, que jogam beach tennis, e segundo ele, “as meninas que ficam aqui na minha cabeça, o saque das meninas é pancada, e teve uma aluna que eu falei pra ela assim, ó, pensa no marido agora, desconta raiva, pum, e ela falou assim, achei meu point agora, agora, e eu falei, ó, lá, amor, vou te fazer só pra eu parar de apanhar em casa”.

Do funcional na areia (Acqua Beach Arena, o novo empreendimento dele em Dracena), da opinião sobre trans no vôlei, e dos torneios em Tupi (com a esposa André jogando)

O Acqua Beach Arena, lembra ele, é o novo empreendimento dele em Dracena, e segundo ele, “a gente tá com o Acqua Beach Arena, e a gente fez um espaço lá, e tem areia, e tem funcional na areia, e tem o espaço pra beach tennis, e tem o espaço pra vôlei de areia, e tem o espaço pra outras atividades, e a gente tá inaugurando agora em breve, e a gente tá esperando a obra terminar, e a gente tá com uma expectativa muito boa, e a gente tá com uma equipe muito boa, e a gente tá com um projeto muito legal, e a gente tá com o Gustavo Pontes Filho tocando a parte de natação, e a gente tá com o André, o marido, tocando a parte de beach tennis, e a gente tá com outros profissionais tocando outras partes, e a gente tá com uma expectativa muito boa, e a gente tá com uma equipe muito boa, e a gente tá com um projeto muito legal, e a gente tá com uma missão muito clara, que é oferecer pra Dracena e região um espaço de esporte, saúde, e bem-estar, e isso é o que a gente quer, e isso é o que a gente vai fazer”, e ele lembra que dá aula de funcional na areia, e segundo ele, “o funcional na areia é uma delícia, e o pessoal adora, e a gente tá com a turminha de segunda, quarta, e sexta, e a gente tá com a turminha de terça, e quinta, e a gente tá com a turminha de sábado de manhã, e o pessoal vem, e se diverte, e perde caloria, e toma sol, e interage, e conversa, e dá risada, e saúde é saúde, e na areia é mais gostoso ainda, e eu vejo muita família indo lá, e grupo de amigo, e acho que o ponto chave tá sendo isso, a galera que às vezes não é competitivo como eu, mas vai pra brincar, e se divertir, e quer umas calorias também, e vai tomar um solzinho, e esporte, e interagindo, e conversando, e dando risada, e saúde é saúde”, e a opinião dele sobre as trans no vôlei é polêmica, e segundo ele, “eu sou contra, e eu acho que não tinha que ter, e claro que chega lá uma mulher de 1,95, e a adversária falar, não, eu aceito, né, e também não, mas no vôlei tem a trans que joga vôlei lá, sim, e ela é muito forte, e cara, desce o braço todo dia, e eu vi um clipe do YouTube, e ela desce o braço também, e é muito forte, e é realmente desproporcional, e não tem muito o que fazer, a genética ali não tem o que fazer, e eu sou contra, mas o pessoal aí aprovou, e não sei que que eles fizeram, e qual que foi a avaliação, né, mas eu sou contra, e tem hoje muito mimimi em cima disso, e é complicado, e é muito complicado, e é um tema que a gente tem que respeitar, e é um tema que a gente tem que ouvir os dois lados, e é um tema que a gente tem que ter a nossa opinião, e a minha opinião é essa, eu sou contra, e a biologia favorece, e por mais que elas tentem tirar a testosterona, elas já têm a força, e é diferente, e a biologia favorece”.

Da pandemia (avalanche de atividade física, quem pegou covid e praticava atividade passou de letra), do “eu não trabalho, me divirto”, do “dedicação supera o talento”, e do Marquin que corre de Porsche em Valência e vai fazer a maratona lá

A pandemia, lembra ele, foi transformadora pra atividade física, e segundo ele, “a atividade física hoje, depois da pandemia, mais ainda veio uma avalanche, e o pessoal começou a dar mais valor, e todo mundo viu que quem praticava atividade física e teve o covid passou de letra, não teve comorbidade nenhuma, e quem tava fazendo alguma atividade muitas vezes nem sentiu nada, e eu peguei covid e fiquei em casa fazendo elíptico e tomando cerveja, e o covid pra mim foi bem tranquilo, e o duro foi aguentar minha sogra uma semana em casa que ela ficou também, e aí pra não isolar a casa, todo mundo na casa dela, e ela veio pra cá, e olha só, fala isso mas ama”, e a frase dele sobre a profissão é a mais bonita do bate-papo, e segundo ele, “eu falo pros meus alunos, e eu não trabalho, e eu me divirto, e eu acho que eu nunca me vi fazendo outra coisa além de educação física, e eu adoro jogar bola, e é minha paixão, e desde criança, e sempre fiz outros esportes, e desde a época do colégio, e eu jogava basquete, e handebol, e vôlei, e sempre participei de tudo, e eu gosto, e o dia que eu fico sem fazer nenhuma atividade física eu fico irritado, e o André fala assim pra mim, nossa, vai, vai, vai, vai fazer alguma coisa, porque é costume, é prazeroso, e a atividade física traz prazer, e traz benefícios, e muitas vezes a galera fica muito ligada na parte estética, tudo, mas o mental é incrível a diferença que faz, e isso é uma coisa que eu levo pra vida, e isso é uma coisa que eu levo pra profissão, e isso é uma coisa que eu levo pros meus alunos”, e ele lembra do Marquin, que foi aluno dele de natação e personal, e segundo ele, “o Marquin também foi meu aluno de natação muito tempo, e fui personal dele também, e o Marquin, gente boa demais, e eu fiz questão de trazer ele aqui, e agora ele tá correndo de Porsche ali, e eu quero ver um pouco dos bastidores ali, e ele tá na, tá em Valência, tá na Espanha, e vai participar da maratona lá de Valência, e que loucura, e aí tá fogo, e é muito da hora, né, e é muito da hora, e o Marquin, e a gente tinha um treino, e ele pra natação ele não levava jeito, e se você pegar, fala assim, gente, ele não nasceu pra nadar, e assim, não tem jeito de nadar, na verdade sim, sim, mas o esforço, a dedicação, a perseverança dele levou ele a ter um tempo muito bom, e ter um nado bom, e dedicação supera o talento, sim, é qualquer esporte, né, e treino, e dedicação, e repetição, e cara, eu lembro que quem falou muito isso aqui foi o Ameriquinha, e ele falou, cara, eu nunca me achei que eu tivesse talento pro tênis, mas eu era teimoso, e eu ia lá e treinava até onde dava, e até ir embora, e o Marquin é a prova viva disso, e ele não nasceu pra nadar, mas ele se dedicou, e ele perseverou, e ele hoje tá correndo de Porsche em Valência, e vai fazer a maratona lá, e isso é uma coisa que me orgulha muito, e isso é uma coisa que me emociona muito, e isso é uma coisa que me faz acreditar que a educação física transforma vidas, e que a educação física muda vidas, e que a educação física salva vidas, e é por isso que eu faço isso, e é por isso que eu amo isso, e é por isso que eu não trabalho, e eu me divirto, e isso é o que eu quero, e isso é o que eu vou fazer até quando Deus permitir”.

Onde encontrar

O Professor de Educação Física Carlos Santilli Tartaro (o Carlinhos) atende em Dracena, SP, com aulas de natação, de funcional, de personal, de academia, e de beach tennis, e com a Acqua Beach Arena (o novo empreendimento dele em Dracena, com areia, com funcional na areia, com espaço pra beach tennis, e com espaço pra vôlei de areia, em breve inaugurando), e a história dele começa com ele sendo de família de educadores físicos (a mãe orgulhosa, e os dois irmãos, o Fernando e o Renato, que também são educadores físicos, mas não dão aula), e que ele sempre fez esporte desde criança (basquete, handebol, vôlei, e o dia que ele fica sem fazer atividade física ele fica irritado), e que quando foi prestar vestibular a mãe dele mandou ele ir na psicóloga da escola (e a psicóloga falou “Carlinho, você tem que fazer Educação Física, não tem o que prestar, é de cara”), e que ele se formou pela UNESP de Presidente Prudente, e fez pós-graduação na Unoeste em fisiologia do exercício e treinamento, e que ele trabalha na ETEC (escola técnica, com contrato de 2 anos), e que ele começou a dar aula de natação aos 19 anos (convidado pelo Gustavo Pontes Filho, do seu Lúcio, que era diretor do 9 de Julho), e que ele ficou 24 anos na BD (e mês passado saiu de lá, e fizeram uma postagem de despedida, e ele chorou), e que ele dava aula pra criança a partir de 5 anos (e ele é apaixonado por criança, e a diversão é a mesma dele e delas), e que ele chegou a comprar a parte dele no bar de BD (mas vendeu depois, e voltou pra natação infantil e adulto), e que ele fez o curso de personal trainer do Arnold (e a Ameriquinha patrocinou, pagou só passagem e pedágio, e ele foi fazer o curso), e que há 2 anos ele descobriu o beach tennis (e foi paixão à primeira vista, e agora é a atividade principal dele, e a raquete de beach tennis virou paixão, e a esposa dele, a André, joga com ele), e que ele dá aula de beach tennis na Acqua Beach Arena (o novo empreendimento dele em Dracena, com areia, com funcional na areia, e com espaço pra beach tennis), e que ele dá aula de funcional, de personal, e de academia, e que na pandemia o pessoal começou a dar mais valor pra atividade física (avalanche, e todo mundo viu que quem praticava atividade e pegou covid passou de letra, não teve comorbidade, e ele mesmo pegou covid e ficou em casa fazendo elíptico e tomando cerveja, e o duro foi aguentar a sogra uma semana em casa), e que a frase dele é “eu não trabalho, me divirto”, e que o Marquin (ex-aluno de natação e personal dele) hoje corre de Porsche em Valência e vai fazer a maratona lá (e o Marquin é a prova de que dedicação supera talento, porque ele não nasceu pra nadar, mas o esforço, a dedicação, e a perseverança dele levou ele a ter um tempo muito bom), e que a Camila e a Fran (alunas dele de beach tennis) jogam com raiva no marido, e ele brinca “pensa no marido na hora de sacar”, e a opinião dele sobre o funcional na areia é que é “saúde é saúde, e na areia é mais gostoso ainda, e dá pra interagir, e dá pra conversar, e dá pra rir”, e a frase dele sobre a profissão é “eu não trabalho, eu me divirto, e isso é o que eu quero, e isso é o que eu vou fazer até quando Deus permitir”, e ele atende por Instagram (@carlinhos_tartaro e @acquabeacharena).

Resumo do episódio

Carlos Santilli Tartaro, professor de Educação Física de Dracena, conta sua trajetória de 24 anos ensinando natação na BD, descoberta do beach tennis há 2 anos como paixão à primeira vista, e criação da Acqua Beach Arena. Desde criança envolvido com esportes e de família de educadores físicos, ele se formou pela UNESP em Presidente Prudente e completou pós-graduação em fisiologia do exercício na Unoest, acreditando que dedicação supera talento e que nunca trabalhou, apenas se divertiu com o que faz.

Principais aprendizados

  • A psicóloga da escola orientou o vestibular de Carlinhos sugerindo Educação Física como caminho natural para ele.
  • Começou a dar aula de natação aos 19 anos após convite do Gustavo Pontes Filho e permaneceu 24 anos na BD.
  • No beach tennis, as duplas usam sinalização numérica (1-2-3-4-5) para indicar a direção do saque e antecipar o retorno.
  • Quem praticava atividade física e contraiu covid passou com facilidade, sem comorbidades, conforme observado durante a pandemia.
  • A dedicação e perseverança superam o talento natural, comprovado pelo exemplo de alunos como Marquin que se desenvolveram através do esforço contínuo.

Perguntas respondidas neste episódio

Como começar a dar aula de natação?

Começar envolve fazer o curso de natação para iniciante e aproveitar oportunidades que surgem. Carlinhos iniciou aos 19 anos após ser convidado por um colega que saia de sua posição, pegando turmas progressivamente.

Qual é a estratégia de posicionamento no beach tennis?

As duplas sinalizam numericamente onde o saque ocorrerá: um fica na paralela perto da linha, dois onde está o adversário, três no meio, quatro no outro adversário, e cinco acima do adversário para dificultá-lo. Isso permite ao sacador se antecipar para atacar novamente.

Que benefício a atividade física oferece contra o covid?

Pessoas que praticavam atividade física regularmente passaram com facilidade pela covid, sem comorbidades, e muitas vezes nem sentiram sintomas. Quem mantinha rotina de exercícios demonstrou recuperação mais tranquila.

A que idade é possível começar aula de natação?

Carlinhos trabalha com crianças a partir de 5 anos de idade, considerando essa faixa etária como ponto de partida para suas aulas de natação infantil.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.