No episódio #229 do AdamiCast, em 29 de junho de 2023, Adriel Lallo Moreto, da Barbearia Adriel Moreto de Dracena, contou a história dos 10 anos de profissão, que começou com uma porta alugada com tapume, sem ventilador de teto, na entrada da cidade, e que hoje tem 9 profissionais, dá curso, e virou referência na região, com a esposa Joice, as filhas gêmeas em casa com as cunhadas, e a equipe que ele foi montando um a um, do Rodrigues, o mestre dos mestres de Pauliceia, ao Lucas, ao Danilo, ao Vinícius, o Alcas, ao Carlinho, à Dir, que depila, e à Cris, que faz manicure só pra homem. Foi uma conversa de duas horas, passando pelo caderninho do começo, com o pente e o lado, pela frase que ele repetiu pro Pedro e pra Mariana, de que tem público pra todo mundo, e pelo investimento de R$ 100 mil que ele fez na pandemia, com a Joice do lado, e que mudou o que a Barbearia Adriel Moreto é hoje.
Da porta com tapume na José Bonifácio, sem ventilador e sem cliente, ao caderninho que virou tática de fidelização
Adriel começou pequeno, segundo ele, com um salão na entrada da cidade, na José Bonifácio, num prédio de duas portas entre um mercado e dois bares, e que, segundo ele, o dono do prédio só alugou uma parte, e que, segundo ele, ele mesmo fechou o resto com tapumes, e que, segundo ele, sem ventilador de teto, sem nada, e que, segundo ele, o cliente era pingado, e que ele pedia a Deus pra entrar uma pessoa, depois duas, depois três, porque, segundo ele, o começo não é fácil, e que, segundo ele, o que salva é a gratidão por quem aparece.
Foi nesse começo, segundo Adriel, que ele inventou o caderninho, e que, segundo ele, virou a tática que fidelizou o cliente, e que, segundo ele, ele anotava o pente, o lado, se era pente dois, pente três, tesoura em cima, e o nome do cara, e que, segundo ele, quando o cliente voltava, ele ia no caderninho, e quando não lembrava, tentava conversar pra adivinhar, e que, segundo ele, isso virou o que o homem quer, que é chegar, sentar, e o barbeiro já saber o que fazer, sem o cliente precisar explicar, e que, segundo ele, é o que fideliza, mais do que o corte em si.
Os upgrades gradativos, o barbeiro dos 15 anos que virou parceiro, e a frase: tem público pra todo mundo
Do tapume, segundo Adriel, ele foi subindo um degrau por vez, primeiro o ventilador, depois a porta, depois o blindex, depois o ar condicionado, e por último o Wi-Fi, e que, segundo ele, o Wi-Fi fez ele virar o barbeiro do momento, e que, segundo ele, tudo era upgrade no que o cliente sente, e que, segundo ele, sem pular etapa, porque, segundo ele, quem vê a barbearia grande de hoje não tem ideia de como começou, e que, segundo ele, isso é o que ele mais gosta de contar, pra quem quer começar.
Quando Adriel abriu, segundo ele, já tinha um barbeiro ali no prédio ao lado, que, segundo ele, fazia barba e cabelo há 15 anos, e que, segundo ele, era o cliente dele, e que, segundo ele, ele nunca entrou pra tirar o cliente do outro, e que, segundo ele, o outro, pelo contrário, mandava cliente pra ele, e que, segundo ele, nunca brigaram, e que, segundo ele, isso é o que ele quer quebrar, o cristal de quem quer abrir hoje e tem medo de tirar cliente dos outros, e que, segundo ele, a frase dele, que ele repetiu, é que tem público pra todo mundo, e que, segundo ele, o Adriel não é o Zé, e o outro não é o outro, cada um é cada um, e vai ter cliente pra cada um, e que, segundo ele, é o que mais desanima quem tá começando, o medo do outro, e que, segundo ele, é o que mais segura o sonho de quem tá parado.
A pandemia, a esposa Joice, e o investimento de R$ 100 mil no prédio novo com o Rodrigues que votava de Pauliceia
A virada da Barbearia Adriel Moreto, segundo ele, foi na pandemia, e que, segundo ele, ele viu o prédio grande na frente do salão antigo, parou com a motinha, viu, e, segundo ele, foi falar com a esposa, a Joice, e que, segundo ele, não foi fácil, porque, segundo ele, o investimento foi alto, mais de R$ 100 mil, e que, segundo ele, eles tinham um dinheiro guardado pra aumentar a casa, comprar carro, e que, segundo ele, ele teve que pedir pra ela escolher entre o sonho dele e o sonho dos dois, e que, segundo ele, a Joice falou que tava com ele, e que, segundo ele, foi isso que destravou, e que, segundo ele, ele ainda não aumentou a casa, e que, segundo ele, a Joice, segundo ele, é a peça que segura tudo, com as gêmeas em casa, com as cunhadas ajudando, e com a torcida que ela faz, sem aparecer, mas que tá lá, todo dia.
Quando fechou o novo prédio, segundo Adriel, ele foi falar com o Rodrigues, que, segundo ele, era barbeiro há mais de 20 anos, e que, segundo ele, morava em Pauliceia, e que, segundo ele, votava todo dia, com filho pequeno, e que, segundo ele, o Rodrigues topou na hora, e que, segundo ele, foi o primeiro parceiro do prédio novo, e que, segundo ele, o Rodrigues, segundo ele, é o mestre dos mestres, e que, segundo ele, o apelido é merecido, e que, segundo ele, sem o Rodrigues, segundo ele, a virada não tinha acontecido. Foi no prédio novo, segundo Adriel, que ele abriu sem inauguração, porque, segundo ele, não queria magoar ninguém que ficou de fora, e que, segundo ele, foi o que ele pôde fazer pra ser justo com quem apareceu nos 8 anos do salão antigo.
Do Adriel sozinho, que cortava 50 cabelos por dia, à equipe de 9 com manicure, depiladora, e a virada de chave da Barbearia Moreto
Antes da equipe, segundo Adriel, ele trabalhava sozinho, das 6 da manhã às 9 da noite, e que, segundo ele, chegou a cortar 50 cabelos num dia, com média de 35 a 40, e que, segundo ele, isso não é vida, e que, segundo ele, foi quando ele entendeu que tinha que contratar, e que, segundo ele, a primeira contratação foi o ajudante, que varria, respondia mensagem, organizava agenda, e que, segundo ele, isso destravou o atendimento, porque, segundo ele, se o ajudante conquista um cliente por dia, já pagou o salário, e que, segundo ele, é o que ele fala pros barbeiros que reclamam que ajudante é caro, e que, segundo ele, a conta fecha, e que, segundo ele, é o que ele mais aprendeu estudando.
Hoje, segundo Adriel, a equipe tem 9 pessoas, e que, segundo ele, são o Rodrigues, que é o gerente, o Lucas, o Danilo, o Vinícius, que ele chama de Alcas, o Carlinho, a Dir, que depila, e que, segundo ele, quebrou o conceito de que depilação é coisa de mulher, e a Cris, que faz manicure só pra homem, e que, segundo ele, o cliente leva o filho, a esposa, e que, segundo ele, é o que faz a barbearia virar lugar de família, e que, segundo ele, o Amintas, que tem 40 anos de profissão, entrou há pouco, e que, segundo ele, cada um faz uma coisa, e que, segundo ele, no futuro próximo, a marca vai ser Barbearia Moreto, sem o Adriel, e que, segundo ele, é a virada que ele tá construindo.
Os cursos que viraram parte do projeto, a manicure só pra homem, e o conceito de vender atenção, não corte
A nova frente da Barbearia Adriel Moreto, segundo ele, é o curso, e que, segundo ele, ele e o Bruno, que é o barbeiro, dão curso completo, e que, segundo ele, tem turma, e que, segundo ele, não existe idade, e que, segundo ele, o curso, segundo ele, é pra quem quer começar, e que, segundo ele, ele gosta de falar pro aluno que tem que ter estrutura, e que, segundo ele, o curso é pra valer, e que, segundo ele, é o que mais aprova, e que, segundo ele, quem termina vira cliente, e que, segundo ele, o curso tá virando parte do que a marca é, e que, segundo ele, é o que mantém o nome crescendo.
A filosofia que o Adriel repetiu, segundo ele, é que a barbearia não vende corte de cabelo, vende atenção, e que, segundo ele, isso já era assim antes da pandemia, e que, segundo ele, a pandemia só acelerou, e que, segundo ele, quem tá cortando 10 cabelos por dia, se contratar um ajudante, vai pra 12 ou 13, e que, segundo ele, esses 3 a mais pagam o ajudante, e que, segundo ele, o cliente, segundo ele, não liga de pagar mais, e que, segundo ele, porque foi bem atendido, e que, segundo ele, isso, segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, fazem no AdamiCast, que é receber bem, e que, segundo ele, é o que o AdamiCast, segundo ele, ensina, e que, segundo ele, é a mesma coisa que o barbeiro faz na cadeira, e que, segundo ele, é o que mantém o cliente voltando, e o nome crescendo.
Onde encontrar
A Barbearia Adriel Moreto fica em Dracena, SP, e funciona com a equipe de 9 profissionais, do corte de cabelo à barba, à depilação masculina, à manicure, com a esposa Joice na gestão da casa, e com cursos pra barbeiro que tá começando. Acompanhe pelo Instagram do salão @barbeariaadrielmoreto, e pelo Instagram do Adriel e da Joice @adrielmoretoejoice. Pra mandar currículo, tem o e-mail, ou passar no salão pra conversar, segundo o Adriel, a porta tá sempre aberta.
Resumo do episódio
Adriel Lallo Moreto conta os 10 anos da Barbearia Adriel Moreto, que começou em uma porta alugada com tapume na José Bonifácio e hoje funciona com 9 profissionais em um prédio novo após investimento de R$ 100 mil na pandemia. O episódio mostra como o caderninho do início virou tática de fidelização, como os upgrades gradativos levaram ao crescimento, e como a filosofia de vender atenção em vez de corte mantém o cliente voltando.
Principais aprendizados
- O caderninho que anotava preferências do cliente (pente, lado, tesoura em cima) virou a tática que fideliza mais do que o corte em si.
- Os upgrades devem ser gradativos: ventilador, porta, blindex, ar condicionado e Wi-Fi, sem pular etapas, porque cada um é um upgrade no que o cliente sente.
- Contratar um ajudante que conquista um cliente por dia já paga o salário, destrancando o atendimento do barbeiro que trabalhava sozinho cortando 35 a 40 cabelos diários.
- A barbearia vende atenção ao cliente, não apenas corte de cabelo, e isso mantém o cliente voltando e o nome crescendo.
- Não existe medo legítimo de tirar cliente dos outros, porque tem público pra todo mundo e cada barbeiro é diferente.
Perguntas respondidas neste episódio
Como começar uma barbearia com pouco investimento?
Comece pequeno, numa porta alugada se necessário, sem ventilador ou equipamentos caros. Os upgrades devem ser graduais: primeiro ventilador, depois porta, blindex, ar condicionado e Wi-Fi. Cada upgrade melhora o que o cliente sente, e não é necessário pular etapas para crescer.
Como fidelizar cliente na barbearia?
Anote as preferências do cliente: qual pente usa (dois, três), qual lado prefere, se tesoura em cima, e o nome. Na próxima visita, consulte o caderninho ou converse para adivinhar. O cliente quer chegar, sentar e o barbeiro já saber o que fazer, sem precisar explicar. Isso fideliza mais que o corte em si.
Quando contratar um ajudante na barbearia?
Quando estiver cortando 35 a 40 cabelos por dia. O ajudante varre, responde mensagens e organiza agenda. Se conquistar um cliente por dia, já paga o salário. A conta fecha e libera o barbeiro para aumentar a qualidade do atendimento.
Qual é a filosofia para manter cliente voltando na barbearia?
A barbearia não vende corte de cabelo, vende atenção. O cliente não se importa de pagar mais se foi bem atendido. Isso é o que mantém o cliente voltando e o nome crescendo.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.