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Da fazenda ao divã: a história de Ademilson Packer, de feirante a hipnoterapeuta em Dracena | #218

18 de maio de 2023 • 10 min de leitura

Este texto vem do episódio #218 do AdamiCast

Quando o Ademilson Packer conta que, na fazenda no oeste de São Paulo, ele começou a trabalhar com 19 anos, e que ele passou por casa de carne, gerente de mercado, garçom no Rose, motorista de caminhão, feirante vendendo melancia na feira, operador de máquina pesada em usina e em rodovia, e que, no Rose, ele ficou 9 anos com o Oscar tirando filé de piapara de madrugada, e tirou 50 espetos de picanha numa noite, e que ele vendeu o Rose pro irmão e comprou o Império Verdurão pra desacelerar, e que ele não dormia 3-4 horas por noite, e que ele foi parar em reunião de coach, e na pandemia maratonou Instagram e achou o Instituto do Rafael Barreiros de Londrina, e fez 4 dias de Hipnose Descomplicada, fica difícil acreditar que, no mesmo episódio, o mesmo Ademilson é hipnoterapeuta e empresário, e atende 70% mulher e 30% homem, e 70-75 anos, e atende criança de 12 anos, e atende online, e deita no divã, e o que ele cita, no episódio, é que hipnose é neurociência pura, e não é mística. A história, contada no episódio #218 do AdamiCast, em maio de 2023, é a de quem largou a peça do picanha no espeto pra deitar no divã.

Ao longo do bate-papo, Ademilson mostrou que, antes da hipnose, houve a fazenda, e o pernil de Parma, e a picanha de 50 espetos, e o garçom, e a máquina pesada, e o burnout, e a venda pro irmão, e o verdurão, e o Sandro da Perfil, e o SEBRAE, e o coach, e a pandemia, e o Instituto de Londrina, e o Rafael Barreiros, e a Hipnose Descomplicada, e o tratamento dele, e a primeira paciente, e o consultório em Dracena, e o atendimento online, e a manta pra cobrir, e o sem perfume pra não ativar gatilho, e o terapeuta que é como o garçom, e o “cheiro” que não pode, e o divã em Dracena, e as crianças, e o idoso de 75 anos, e a ordem direta da infância. É a história de quem, segundo ele, largou a peça do picanha, e, segundo ele, virou do dia pra noite, e, segundo ele, a profissional que não existia.

Da fazenda no oeste de SP ao Rose de Dracena, dos 9 anos de pernil de Parma com Oscar ao 1º burnout

Ademilson, segundo ele, nasceu na região oeste do Estado de São Paulo, e, segundo ele, e foi criado em fazenda até os 19 anos, e, segundo ele, e família roceira, e, segundo ele, e veio pra cidade, e, segundo ele, e sempre trabalhando em Dracena, e, segundo ele, e se aventurou fora, e, segundo ele, e ficou 1 ano e pouco, e, segundo ele, e assustou, e, segundo ele, e voltou, e, segundo ele, e começou no comércio de Dracena, e, segundo ele, e casa de carne, e, segundo ele, e gerente de mercado, e, segundo ele, e garçom no Rose, e, segundo ele, e motorista de caminhão, e, segundo ele, e feirante de melancia, e, segundo ele, e operador de máquina pesada, e, segundo ele, e o último foi na rodovia, e, segundo ele, e a oportunidade do Rose apareceu, e, segundo ele, e o Silvio vendeu pra ele, e, segundo ele, e ele ficou 9 anos.

Foi quando, no Rose, segundo ele, ele fazia o pernil de Parma, e, segundo ele, e a Dona Regina colocava ele, e, segundo ele, e ele cortava fininho, e, segundo ele, e era o produto de valor agregado, e, segundo ele, e ele tirava filé de piapara de madrugada com o Oscar, e, segundo ele, e 60-90 kg por noite, e, segundo ele, e não contava em kg, e, segundo ele, e contava em peixe, e, segundo ele, e ele tirou 50 espetos de picanha numa noite, e, segundo ele, e era o cara da churrasqueira, e, segundo ele, e o Rose era sexta sábado domingo, e, segundo ele, e ele trabalhava de dia em outro emprego, e, segundo ele, e chegou o burnout, e, segundo ele, e ele era centralizador, e, segundo ele, e ele não conseguia delegar, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o 1º burnout.

Da venda pro irmão à compra do Império Verdurão pra desacelerar, e os 3-4 anos sem dormir que ele achava que era normal

Em 2014, segundo ele, ele vendeu o Rose pro irmão, e, segundo ele, e ele se isolou, e, segundo ele, e ele quis tocar do jeito dele, e, segundo ele, e o Ademilson respeitou, e, segundo ele, e 4 anos depois o irmão falou “não dou conta”, e, segundo ele, e o Ademilson voltou pro Rose, e, segundo ele, e bateu de novo no centralizador, e, segundo ele, e o burnout veio de novo, e, segundo ele, e ele vendeu o Rose pra Marina e o Everton 15 dias antes da pandemia, e, segundo ele, e o Rose é o atual, e, segundo ele, e nesse meio ele comprou o Império Verdurão pra desacelerar, e, segundo ele, e no verdurão ele começou a dormir de novo, e, segundo ele, e o verdurão é de manhã, e, segundo ele, e o mercado é diferente, e, segundo ele, e ele ficou 9 anos no verdurão.

Foi quando, no verdurão, segundo ele, ele começou a perceber os gatilhos emocionais, e, segundo ele, e ele comprava o ingresso do show, e, segundo ele, e quando ele entrava ele travava, e, segundo ele, e tinha que voltar pra casa, e, segundo ele, e a multidão causava pânico, e, segundo ele, e ansiedade, e, segundo ele, e raiva, e, segundo ele, e ele começava pra aliviar, e, segundo ele, e era fuga, e, segundo ele, e ele ficou 3-4 anos sem dormir, e, segundo ele, e ele achava que era normal, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o burnout do verdurão.

Da pandemia que o fez maratonar Instagram ao Instituto de Londrina, e a Hipnose Descomplicada que mudou tudo em 4 dias

Na pandemia, segundo ele, ele maratonou o Instagram, e, segundo ele, e ele só usa Instagram, e, segundo ele, e Facebook ele nem sabe mexer, e, segundo ele, e ele achou o Rafael Barreiros de Londrina, e, segundo ele, e o Rafael descobriu que a hipnose podia ser por chamada de vídeo, e, segundo ele, e o Rafael foi chamado de louco, e, segundo ele, e começou a atender 23 países, e, segundo ele, e o Ademilson maratonou o Insta do Rafael numa noite, e, segundo ele, e ligou pro Instituto, e, segundo ele, e o time falou “faz o curso, não faz o tratamento”, e, segundo ele, e ele vendeu uma lancha pra pagar o curso, e, segundo ele, e ele foi pra Londrina, e, segundo ele, e falou pra galera “não fala comigo”, e, segundo ele, e foi 4 dias intensos de Hipnose Descomplicada, e, segundo ele, e ele saiu aplicando.

Hoje, segundo ele, a terapia é a segunda profissão, e, segundo ele, e o verdurão é a primeira, e, segundo ele, e ele tem horário, e, segundo ele, e a terapia é neurociência pura, e, segundo ele, e não é mística, e, segundo ele, e não é religião, e, segundo ele, e a regressão de memória funciona, e, segundo ele, e a âncora emocional, e, segundo ele, e o gatilho, e, segundo ele, e o terapeuta é como o garçom, e, segundo ele, e o terapeuta não pode ter perfume, e, segundo ele, e o consultório tem manta pra cobrir, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o Instituto de Londrina.

Do consultório online (que atende 70% mulher) ao presencial com a manta, e os 70-75 anos que ele atende, e a ordem direta da infância que ele cumpre hoje

Hoje, em 2023, segundo ele, 70% dos clientes são mulher, e, segundo ele, e 30% é homem, e, segundo ele, e o homem é mais fechado, e, segundo ele, e tem preconceito, e, segundo ele, e ele atende criança de 12 anos, e, segundo ele, e de 70-75 anos, e, segundo ele, e o atendimento é diferente, e, segundo ele, e a criança é mais lúdica, e, segundo ele, e o idoso é mais cuidadoso, e, segundo ele, e o pai e a mãe podem ser causadores, e, segundo ele, e o consultório tem a manta, e, segundo ele, e o terapeuta não toca, e, segundo ele, e o online é diferente, e, segundo ele, e a pessoa tá na poltrona da casa, e, segundo ele, e com fone de ouvido, e, segundo ele, e a óvulos, e, segundo ele, e o “marido não é isso”.

Hoje, segundo ele, ele cumpre uma ordem direta da infância, e, segundo ele, e ele era obrigado a cuidar dos irmãos, e, segundo ele, e hoje ele ajuda as pessoas, e, segundo ele, e tem resultado financeiro, e, segundo ele, e o verdurão é o comércio, e, segundo ele, e a terapia é o prazer, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o que é ser hipnoterapeuta, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele faz, no episódio, é contar, sem filtro, o que é ser Ademilson Packer, e, segundo ele, hoje.

Onde encontrar

Ademilson Packer é Hipnoterapeuta e Empresário, e mora em Dracena, e toca o Império Verdurão há quase 9 anos, e atende como hipnoterapeuta online e presencial em Dracena, e fez formação no Instituto do Rafael Barreiros de Londrina. No Instagram, segue o @ademilsonpacker.

Resumo do episódio

O artigo conta a trajetória de Ademilson Packer, que passou por trabalho na fazenda, casa de carne, gerência de mercado, garçom no Rose, motorista de caminhão, feirante e operador de máquina pesada até virar dono do Rose e depois do Império Verdurão. Ele relata dois episódios de burnout ligados à centralização do trabalho e à falta de sono, e como isso o levou a buscar o Instituto do Rafael Barreiros em Londrina, onde fez o curso de Hipnose Descomplicada. Hoje ele concilia o comércio do verdurão com o atendimento como hipnoterapeuta, online e presencial em Dracena, descrevendo detalhes práticos do consultório e do perfil dos pacientes que atende.

Principais aprendizados

  • O acúmulo de funções sem delegar tarefas foi apontado como causa direta do burnout vivido por ele no comércio.
  • A percepção dos próprios gatilhos emocionais, como pânico em multidões, surgiu apenas depois de anos de sintomas que ele considerava normais.
  • A formação em hipnose foi buscada por meio de pesquisa no Instagram durante a pandemia, e não por indicação tradicional.
  • No atendimento presencial, o terapeuta evita usar perfume e utiliza uma manta para cobrir o paciente, para não ativar gatilhos sensoriais.
  • O atendimento varia conforme a idade do paciente, sendo mais lúdico com crianças e mais cuidadoso com idosos.

Perguntas respondidas neste episódio

Como funciona uma sessão de hipnoterapia presencial?

O paciente deita no divã do consultório, que fica em Dracena, e é coberto com uma manta. O terapeuta evita usar perfume para não ativar gatilhos sensoriais no paciente, de forma parecida com o cuidado que um garçom teria ao servir clientes. O processo trabalha com regressão de memória e identificação de âncoras emocionais e gatilhos que causam reações como ansiedade e pânico.

Como funciona o atendimento de hipnoterapia online?

No atendimento online, o paciente fica em uma poltrona na própria casa, usando fone de ouvido, em vez de estar no divã do consultório físico. Essa modalidade foi viabilizada por um método desenvolvido no Instituto de Londrina, que descobriu ser possível fazer hipnose por chamada de vídeo, algo que inicialmente gerou desconfiança mas passou a atender pessoas de 23 países.

Quem procura tratamento de hipnoterapia?

O público é formado majoritariamente por mulheres, que representam 70% dos atendimentos, contra 30% de homens, sendo que o público masculino costuma ser mais fechado e ter preconceito em relação ao tratamento. O atendimento abrange desde crianças de 12 anos até idosos de 70 a 75 anos, com abordagens diferentes para cada faixa etária, mais lúdica para crianças e mais cuidadosa para idosos.

A hipnose é mística ou tem base científica?

A prática é descrita como neurociência pura, sem relação com misticismo ou religião. O método envolve conceitos como regressão de memória, âncora emocional e gatilhos, que são trabalhados para ajudar o paciente a lidar com reações automáticas, como pânico em multidões ou ansiedade, que muitas vezes têm origem em experiências da infância.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.