#144

Ari Roda, a modelo e influencer de Dracena que mostra o trabalho real por trás do look perfeito | AdamiCast #144

11 de agosto de 2022 • 7 min de leitura

Este texto vem do episódio #144 do AdamiCast

Por trás de cada look que aparece no Instagram tem uma pilha de roupa, um provador, um ajudante que fecha zíper, e uma jornada de 8 a 10 horas em pé. A Ari Roda é modelo e digital influencer em Dracena, SP, casada, mãe, e veio ao AdamiCast pra contar como é o trabalho real de quem vive de imagem — e por que nem tudo que brilha no feed é o que parece.

Do closet ao Instagram, virando modelo e influencer em Dracena

A história da Ari começa como a história de muita gente da região: gosto pessoal por moda, um guarda-roupa que sempre foi mais do que armário, e a curiosidade de experimentar, testar, mostrar. O salto pra modelo e influencer aconteceu quando ela percebeu que o que ela já fazia por hobby podia virar fonte de renda, e o que era curadoria pessoal virou trabalho com marca. O detalhe é que ela não se mudou pra São Paulo pra isso: construiu a carreira em Dracena, com a rede de lojas e marcas da região, e com o Instagram como vitrine.

Isso é uma escolha que muita gente da região olha com desconfiança, e a Ari entende: “as pessoas acham que a gente tá ganhando rios de dinheiro“, diz, e a frase vem com o sorriso de quem sabe que o glamour da imagem não traduz o trabalho. A realidade é dia inteiro em pé, várias parcerias, vários contratos, muita organização pra manter a constância que o público espera. É trabalho de verdade, com horário e cobrança.

O dia a dia do provador

O provador é a rotina que a Ari explica com mais detalhe, porque é ali que o trabalho aparece de verdade. Ela vai até a loja parceira, monta o cenário que vai funcionar pra foto e vídeo, troca de roupa, troca de sapato, troca de produção, posiciona o corpo, o ajudante fecha zíper, ajusta detalhe, fotografa, e segue. Em alguns dias são 8 a 10 horas em pé com mudança de look a cada 20 ou 30 minutos. É a parte que o público não vê, e é também a parte que o Instagram depende pra existir.

Tem uma questão de qualidade que ela leva a sério: nem sempre a loja tem espaço, iluminação e cenário que valorizam a peça do jeito que precisa, e a solução que ela foi construindo foi montar um estúdio em casa. É o que faz a diferença entre uma foto que vende e uma foto que não vende, e a Ari sabe disso na prática.

Por que gravar em casa funciona melhor

A decisão de montar o estúdio em casa veio da experiência: loja lotada, clientes chegando, funcionário passando, várias interrupções. Em casa, a Ari consegue manter a qualidade do cenário, a iluminação controlada, a temperatura certa, e a disposição pra refazer a foto quantas vezes precisar. É o tipo de ajuste que parece bobo, mas que muda o resultado de cada produção, e que justifica porque influencer profissional não é “fazer uma foto e postar”.

Tem o lado prático também: como mãe, ela precisa encaixar a agenda de produção na rotina da casa, e ter o estúdio montado dentro de casa transforma o trabalho em extensão do cotidiano. Não é que ela “trabalha de casa” no sentido de pijama e chinelo, é que ela usa a casa como base pra rodar uma operação que envolve vários parceiros, vários produtos, e a coordenação de quem ajuda.

A síndrome do impostor e a pressão da imagem

Talvez o momento mais honesto do bate-papo seja quando a Ari fala sobre a síndrome do impostor. “Não sou tão bom“, diz, e a frase é o tipo de coisa que muita gente no Instagram sente mas poucos admitem. Pra ela, a saída é dupla: continuar produzindo mesmo com a dúvida, e lembrar que a busca por melhoria é parte do trabalho. É o tipo de maturidade que vem com a experiência, e que faz a diferença entre quem desiste no primeiro bloqueio e quem segue postando mesmo no dia ruim.

A pressão da imagem perfeita também é tema. O público vê a foto bem feita, o look montado, o cenário arrumado, mas não vê a pilha de roupa no chão, o ajudante fechando zíper, a hora refazendo a mesma pose porque o enquadramento não saiu. A Ari é direta: “o público vê o bonitão na foto, mas não sabe o que é por trás“. É o tipo de fala que desmitifica a carreira e ajuda quem tá começando a entender o que vem pela frente.

Dica pra quem quer começar

Quando o papo virou pra quem quer começar, a Ari foi direta: tem que gostar do que faz, achar o nicho que combina, e manter a constância mesmo nos dias em que não dá vontade. Não é glamour, não é viralização, é trabalho diário, com horário, com bugs de Instagram, com bug de servidor, com tendinite de trocar foto. “Tem que postar, mesmo quando não deu certo“, diz, e a frase traduz o que é ser influencer de verdade.

Outra dica que ela dá é sobre horário de postagem: tem horário que rende mais, tem horário que não rende, e o melhor jeito de saber é medindo, ajustando, e não desistindo quando um post não performou. A constancia com ajustes é o que separa quem cresce de quem fica estagnado.

Onde encontrar Ari Roda

A Ari Roda atende como modelo e influencer em Dracena, SP e região, com produção de conteúdo pra marcas de moda, beleza e estilo de vida. Pra acompanhar o dia a dia, os bastidores e as parcerias: @ariroda_. O convite é pra quem quer ver como é o trabalho real de influencer, e pra quem tá começando a entender o que vem pela frente. É o tipo de carreira que parece de fora, mas que por dentro é mais parecida com a sua do que você imagina.

Resumo do episódio

Ari Roda é modelo e influencer em Dracena que revela o trabalho real por trás dos posts que aparecem no Instagram: jornadas de 8 a 10 horas em pé, trocas constantes de look, ajustes de iluminação e cenário. Ela construiu a carreira na região sem se mudar para São Paulo, montou um estúdio em casa para melhorar a qualidade das produções, e fala sobre síndrome do impostor, pressão da imagem perfeita e o que significa manter constância mesmo nos dias difíceis.

Principais aprendizados

  • O trabalho de influencer profissional envolve jornadas de 8 a 10 horas em pé com mudança de look a cada 20 ou 30 minutos.
  • Montar um estúdio em casa com iluminação controlada e cenário de qualidade muda o resultado de cada produção e as vendas das peças.
  • A síndrome do impostor é comum entre influenciadores, mas a solução é continuar produzindo mesmo com dúvida e lembrar que a busca por melhoria faz parte do trabalho.
  • O público vê apenas a foto final, não vê a pilha de roupa, o ajudante ajustando detalhes e as várias tentativas de enquadramento.
  • Manter constância mesmo nos dias sem vontade, com bugs de servidor ou posts que não performam é o que separa quem cresce de quem fica estagnado.

Perguntas respondidas neste episódio

Como funciona o dia a dia de uma modelo e influencer?

O trabalho envolve jornadas em pé na loja ou estúdio, trocas constantes de roupa e produção a cada 20 ou 30 minutos, ajustes de iluminação e cenário, posicionamento de corpo, e refazer fotos quantas vezes forem necessárias para o resultado correto.

Por que montar um estúdio em casa é melhor que fotografar na loja?

Em casa é possível manter a qualidade do cenário, iluminação controlada, temperatura certa e disposição para refazer a foto quantas vezes precisar, sem interrupções de clientes ou funcionários passando, o que muda o resultado final e as vendas.

Como lidar com síndrome do impostor sendo influencer?

A saída é continuar produzindo mesmo com dúvida e lembrar que a busca por melhoria é parte do trabalho, uma maturidade que vem da experiência e faz a diferença entre quem desiste no primeiro bloqueio e quem segue postando nos dias ruins.

Qual a dica principal para quem quer começar como influencer?

Tem que gostar do que faz, achar o nicho que combina, e manter constância mesmo nos dias sem vontade, porque influencer profissional é trabalho diário com horário, bugs de servidor e ajustes contínuos, não apenas viralização.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.