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Três anos de AdamiCast: a história de Mariana e Pedro | #300

14 de abril de 2024 • 6 min de leitura

Este texto vem do episódio #300 do AdamiCast

Chegar aos 300 episódios e completar três anos de estrada não é pouca coisa, principalmente para quem começou sem saber nem como transmitir ao vivo. Neste episódio especial de aniversário, Mariana e Pedro, o casal que comanda o AdamiCast, abrem o coração para contar como tudo começou, relembrar bastidores, ler mensagens de dezenas de convidados que passaram pela mesa do podcast e responder perguntas inusitadas enviadas por amigos, familiares, patrocinadores e ouvintes. O clima é de festa, nostalgia e muita emoção, com direito a lágrimas, risadas e confissões que só três anos de parceria poderiam revelar.

Como surgiu a vontade de registrar histórias

Pedro conta que a ideia nasceu do desejo antigo de reunir os amigos, os “arrombados”, como ele os chama com carinho, para registrar as conversas que tinham nos encontros. “Eu sempre falo que a minha vontade era juntar os arrombados e registrar as nossas conversas”, explica ele, lembrando que a intenção era guardar aquilo para ouvir décadas depois. Só que a rotina nunca permitia. Foi durante a pandemia, quando o formato de podcast em vídeo ganhou força no Brasil, que a ideia tomou outro rumo. Pedro, que já estava sem emprego no comércio, disse a Mariana que sentia falta de projetos de comunicação séria na cidade. Em poucos dias, tudo mudou: equipamentos comprados no Mercado Livre, uma conversa de cinco minutos em frente à Reserva do Queijo e a decisão estava tomada. “Vamos montar essa parada”, foi a frase que selou o início do AdamiCast.

O convite para o João, hoje um dos produtores da equipe, veio quase como um favor entre amigos, sem saber ainda se ele toparia ajudar de graça enquanto aprendiam a mexer em tudo. Deu certo, e o time foi crescendo aos poucos, somando a Gabi, o Diego, o Ivor e o Maurinho, cada um contribuindo à sua maneira para que o projeto ganhasse corpo.

A saúde, o casamento e o trabalho em dupla

Ao longo da conversa, o casal reforça como o podcast se tornou também uma ferramenta de transformação pessoal, especialmente na saúde. Mariana relembra o período em que o marido estava pré-diabético e ela enfrentava problemas hormonais, e como um episódio antigo com o Gustavo, da academia Aquafit, mudou a rotina dos dois. “Ele mudou nossas vidas”, resume ela, contando que perdeu 11 quilos, enquanto Pedro emagreceu ainda mais no processo, com uma reeducação que se tornou hábito diário mesmo durante viagens.

Sobre trabalhar junto o dia inteiro, os dois desmontam a ideia romântica que muita gente tem. “As pessoas não acreditam, mas a gente quase não se fala”, diverte-se Mariana, explicando que o momento de conversa mais profundo acontece nas terças e quintas, horário do programa. Fora isso, cada um cuida da sua parte, ele mais envolvido com os bastidores técnicos, ela com a apresentação e a comunicação com convidados.

Situações inusitadas e os imprevistos de cada episódio

Perguntas enviadas por amigos e seguidores trouxeram à tona histórias engraçadas dos bastidores. Desde quedas de energia no meio de gravações, como aconteceu durante a conversa com Gil Rabesquini, até erros de arte no Instagram trocando o nome de um convidado por outro. Pedro lembra também do difícil início, quando praticamente ninguém entendia o que era um podcast: “Foi um ano e meio, quase dois anos, tentando explicar o que a gente fazia.”

Questionados se algum convidado já causou uma “saia justa”, os dois reconhecem que evitam polêmicas por princípio, preferindo não misturar o programa com discussões públicas de terceiros. Ainda assim, admitem que os improvisos fazem parte da rotina, principalmente quando algum equipamento falha ou uma plataforma de transmissão sai do ar no meio do episódio.

Histórias que marcaram e famílias que se tornaram parte do projeto

Entre as lembranças mais emocionantes, Mariana destaca os episódios em que as mães dos dois participaram, algo que carrega um significado especial. “Ter aqui a minha mãe… nossa, foi uma coisa louca. Ela é muito tímida”, relembra ela, emocionada. Pedro completa citando a importância de ter registrado histórias de pessoas que, algum tempo depois, vieram a falecer, o que reforçou para o casal a dimensão do trabalho que vinham fazendo: mais do que um podcast, um registro de memória para famílias inteiras.

Também apareceram lembranças de episódios com forte carga emocional, como o de controladores de tráfego aéreo, que rendeu repercussão duradoura entre os ouvintes, e histórias de superação contadas por convidados que enfrentaram depressão, dificuldades financeiras ou reencontros familiares tardios. “A gente teve muito disso, das pessoas ligarem pra gente e falar: eu tava com depressão, vi a história aí, me inspirou”, conta Mariana.

Dificuldades, aprendizados e os planos para os próximos anos

Questionados sobre os maiores obstáculos da trajetória, o casal é direto: dinheiro e o desafio de manter um projeto de qualidade audiovisual em uma cidade pequena, sem tantas referências de mercado. “Nós somos o primeiro podcast da Alta Paulista, então foi muito difícil isso”, resume Pedro, comparando o processo a abrir uma estrada dentro de uma floresta. Mesmo assim, os dois reforçam que nunca pensaram em desistir de fato, apoiando-se na persistência e nas mensagens de quem se sentia inspirado pelo trabalho.

Para o futuro, o casal fala em ampliar a estrutura do estúdio, buscar mais conforto para os convidados e crescer profissionalmente, sem abandonar a raiz afetiva que sustenta o projeto: a proximidade da família e da cidade que os viu começar. Entre lágrimas, risadas e brincadeiras da equipe, o episódio de comemoração reafirma o que já parece claro depois de 300 conversas: o AdamiCast nasceu de uma vontade simples de ouvir histórias e, ao longo do caminho, se tornou parte da história de muita gente em Dracena e região.

Resumo do episódio

O episódio 300 do AdamiCast é uma edição comemorativa de três anos do podcast dracenense, apresentada pelo casal Mariana e Pedro, que reúne mensagens em vídeo de ex-convidados, amigos, familiares e patrocinadores. Ao longo da conversa, o casal relembra como o projeto nasceu durante a pandemia a partir da vontade de registrar histórias inspiradoras da região, descreve os bastidores de produção, os desafios financeiros e técnicos enfrentados, e responde perguntas enviadas pelo público sobre rotina, convivência conjugal e trabalho em equipe. O conteúdo também traz relatos emocionantes sobre como o podcast impactou positivamente a vida de espectadores e dos próprios apresentadores, incluindo mudanças de saúde física e mental.

Principais aprendizados

  • O podcast surgiu durante a pandemia a partir do desejo de registrar conversas com amigos e, depois, de mostrar histórias inspiradoras de pessoas da região.
  • Transmitir simultaneamente em seis plataformas aumenta o alcance mas também multiplica os riscos técnicos e a chance de pequenos erros passarem despercebidos.
  • Manter vida pessoal e profissional equilibrada quando o casal trabalha junto exige disciplina, momentos de conexão específicos e respeito ao estado emocional do outro.
  • Registrar a trajetória de pessoas, incluindo familiares, pode se tornar um documento afetivo importante, especialmente quando alguém falece pouco tempo depois de participar.
  • O engajamento do público, como curtidas e compartilhamentos, é a forma que os produtores de conteúdo têm de medir se o trabalho está gerando impacto real.

Perguntas respondidas neste episódio

Como surgiu a ideia de criar o AdamiCast?

A ideia nasceu da vontade de registrar as conversas com um grupo de amigos, algo que nunca se concretizava por conta da rotina de cada um. Durante a pandemia, o formato de podcast em vídeo ganhou popularidade e um dos idealizadores decidiu montar a estrutura em poucos dias, comprando equipamentos e convidando um amigo para ajudar na produção, já que não havia experiência prévia com transmissão ao vivo.

Quais foram as maiores dificuldades enfrentadas para manter o podcast por três anos?

O maior obstáculo apontado foi financeiro, já que investir em equipamentos de áudio e vídeo de qualidade é caro e teve que ser feito aos poucos, conforme surgiam condições. Outro desafio foi ser pioneiro na região, pois muita gente ainda não entendia o que era um podcast nem como funcionava, o que exigiu tempo para educar o público sobre o formato.

Como o casal concilia trabalhar junto com a vida de casados?

Segundo os apresentadores, apesar de estarem no mesmo ambiente boa parte do dia, cada um foca em suas tarefas separadamente e conversam pouco durante o dia a dia, reservando os horários de gravação como momento de maior interação. Eles tentam perceber o estado emocional um do outro, evitando incomodar em dias ruins, e criam momentos de reconexão, como sair para jantar ou simplesmente se abraçar quando sentem que estão se distanciando.

Por que alguns episódios geram mais identificação e repercussão entre o público?

De acordo com os apresentadores, os episódios que mais repercutem são aqueles em que os convidados se abrem emocionalmente e compartilham histórias de superação, dificuldades pessoais ou trajetórias inspiradoras, e não necessariamente os que falam apenas sobre a empresa ou profissão. Espectadores relataram terem sido impactados positivamente durante momentos de depressão ou dificuldades pessoais ao assistirem esses relatos.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.