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Leandro Tadeu: de salgadinhos na rua a diretor executivo da Proeste Chevrolet | #002

01 de maio de 2021 • 3 min de leitura

Este texto vem do episódio #2 do AdamiCast

No segundo episódio do AdamiCast, Pedro e Mariana Adame recebem Leandro Tadeu, diretor executivo da Proeste Chevrolet. A conversa percorre mais de duas horas de história real: uma infância marcada por vendas de figurinhas e bolinhas de gude, uma passagem inusitada como pajem de creche aos 18 anos, e uma trajetória que levou Leandro de bater portas vendendo salgadinhos com a mãe até assumir a gestão de um grupo com oito concessionárias na Alta Paulista. É um episódio sobre vendas, fé e a coragem de nunca encerrar o dia sem fechar ao menos um pedido.

De salgadinhos de porta em porta ao cargo de diretor executivo

Leandro cresceu numa família simples em Avaré. Antes dos 18 anos, já vendia salgadinhos de porta em porta com a mãe, numa época em que o dinheiro daquelas coxinhas era literalmente o que haveria para comer no dia seguinte. Seu primeiro emprego registrado foi como pajem de creche, onde ficou dois anos cuidando de crianças do maternal. Mas a paixão por vendas não largou. Ao casar jovem, assumindo o filho de dois anos da esposa Karen como seu, sentiu a urgência de crescer e passou a comercializar equipamentos comerciais e balanças digitais para açougues, padarias e pet shops no interior paulista. Nessa fase, viajava de moto, chegava a cochilar em cima dela e mesmo assim não parava. O diferencial que o destacou foi sempre o mesmo: descobrir a necessidade real do cliente antes de tentar vender qualquer coisa.

Em 3 de outubro de 2005, depois de parar em frente a uma construção em Avaré que se tornaria uma concessionária, fazer uma oração e dar sete voltas no quarteirão com a esposa citando versículos bíblicos, Leandro foi contratado. Poucos dias depois, Karen descobriu a gravidez esperada. Ele foi promovido a gerente de usados em Piraju em junho de 2009, com apenas 25 anos. Em janeiro de 2011, chegou a Adamantina para comandar a concessionária local, onde ficou exatos dez anos. Em 28 de janeiro de 2021 assumiu a diretoria executiva do grupo, que hoje conta com oito unidades, cinco delas lideradas por mulheres.

O que o episódio ensina

A grande lição de Leandro é que talento sem vontade se perde, mas vontade com consistência vence qualquer adversidade. Ele nunca perdeu uma meta depois do primeiro mês como vendedor, em outubro de 2005, e creditou isso à simples prática de não aceitar sair de um dia sem ao menos um pedido fechado. Para ele, meta não é o número que a empresa impõe, mas o valor do seu próprio sonho convertido em ação diária. O livro que mais formou sua visão de vendedor foi “O Pequeno Príncipe”: cativar clientes é uma responsabilidade permanente, e o essencial só se vê com o coração.

Tópicos do episódio

  • Como vender salgadinhos de emergência ensinou Leandro a lidar com objeções e urgência nas vendas
  • A estratégia de vender balanças digitais mostrando o prejuízo invisível que o cliente já tinha com a balança antiga
  • Por que Leandro nunca mais perdeu uma meta após o primeiro mês como vendedor de automóveis
  • A oração em frente à construção da concessionária em Avaré e como fé se conecta com atitude e planejamento
  • O crescimento da Proeste Chevrolet para oito concessionárias, cinco delas lideradas por mulheres
  • A resposta de entrevista de emprego mais marcante que já ouviu: “porque eu sou útil”

Resumo do episódio

Leandro Tadeu conta sua trajetória de vendedor de salgadinhos de porta em porta até diretor executivo da Proeste Chevrolet, um grupo com oito concessionárias na região. O episódio revela como a consistência nas vendas, a habilidade de descobrir necessidades reais dos clientes e a fé moldaram sua carreira, especialmente a prática de nunca encerrar um dia sem fechar pelo menos um pedido.

Principais aprendizados

  • Talento sem vontade se perde, mas vontade com consistência vence qualquer adversidade.
  • A prática diária de fechar ao menos um pedido por dia elimina a possibilidade de perder metas sucessivas.
  • Descobrir a necessidade real do cliente antes de tentar vender é o diferencial que destaca um vendedor.
  • Meta não é apenas o número que a empresa impõe, mas o valor do próprio sonho convertido em ação diária.
  • Cativar clientes é uma responsabilidade permanente, e o essencial só se vê com o coração.

Perguntas respondidas neste episódio

Como a prática de vendas começou para Leandro Tadeu?

Leandro iniciou vendendo salgadinhos de porta em porta com a mãe em uma época em que o dinheiro daqueles salgadinhos era literalmente o que haveria para comer no dia seguinte. Seu primeiro emprego registrado foi como pajem de creche, mas a paixão por vendas continuou presente em sua vida.

Qual foi a estratégia de Leandro ao vender equipamentos para o comércio interior paulista?

Leandro comercializava equipamentos comerciais e balanças digitais para açougues, padarias e pet shops. Sua estratégia consistia em mostrar o prejuízo invisível que o cliente já tinha com o equipamento antigo, convencendo-o da necessidade de trocar. Viajava de moto e não parava de trabalhar mesmo cansado.

O que Leandro pratica desde seu primeiro mês como vendedor de automóveis?

Desde outubro de 2005, seu primeiro mês como vendedor, Leandro nunca saiu de um dia sem ao menos um pedido fechado. Essa prática simples garantiu que ele nunca perdesse uma meta novamente, transformando a consistência diária em resultados mensuráveis.

Como Leandro interpreta o conceito de meta no trabalho?

Para Leandro, meta não é apenas o número que a empresa impõe, mas o valor do próprio sonho convertido em ação diária. Essa visão pessoal da meta o mantém motivado e focado em objetivos que vão além de números corporativos arbitrários.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.