#238

Do vestibular que ela passou chorando ao coldre que o marido comprou: a história de Rosa Pitta Garcia, perita criminal | #238

01 de agosto de 2023 • 10 min de leitura

Este texto vem do episódio #238 do AdamiCast

No episódio #238 do AdamiCast, em 1 de agosto de 2023, Rosa Pitta Garcia, perita criminal em Dracena, contou a história dos 62 anos, que começou com a mãe professora de português que a fez ler 100 livros entre a 4ª e a 5ª série, e que, segundo ela, foi o que ensinou ela a gostar de estudar, e que, segundo ela, foi o que fez ela prestar Farmácia na USP de Ribeirão Preto, e que, segundo ela, chorou quando passou no concurso do Banco do Brasil, e que, segundo ela, ficou 13 anos no banco, e que, segundo ela, ficou 10 anos na farmácia que não gostou, e que, segundo ela, foi quando começou a prestar concursos sem saber o que era, e que, segundo ela, virou perita criminal sem saber atirar, e que, segundo ela, é o que ela mais fala, e que, segundo ela, cada pessoa nasceu com um dom, e que, segundo ela, a profissão é maravilhosa, e que, segundo ela, é o que ela mais repete. Foi uma conversa de mais de 2 horas, passando pelo curso de 9 meses em São Paulo com o filho de 5 anos em Dracena, pela dinâmica do bandido que a fez chorar, pelo coldre com trava que o Dozinho, o segundo marido, comprou, e pela profissão que ela não para de estudar, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram.

Da mãe professora de português que fez ela ler 100 livros na infância, à primeira depressão com a USP de Ribeirão Preto, e o concurso do Banco do Brasil que ela passou chorando

A Rosa, segundo ela, sempre gostou muito de estudar, e que, segundo ela, desde pequena, e que, segundo ela, a mãe era professora de português, e que, segundo ela, entre as férias do quarto e do quinto ano ela leu quase 100 livros, e que, segundo ela, era o que a mantinha em outro lugar, e que, segundo ela, as amigas achavam engraçado, e que, segundo ela, ela respondia qualquer coisa porque tava lendo, e que, segundo ela, foi o que ensinou ela a amar a leitura, e que, segundo ela, foi o que fez ela querer fazer faculdade na USP, e que, segundo ela, ela prestou vestibular pra física, pra engenharia civil, pra farmácia, e que, segundo ela, a única coisa que ela tinha certeza que não queria era Odontologia e Medicina, e que, segundo ela, ela passou em farmácia, em Ribeirão Preto, e que, segundo ela, foi a primeira depressão da vida dela, porque ela não queria sair de casa.

Depois da faculdade, segundo a Rosa, ela prestou o concurso do Banco do Brasil, e que, segundo ela, o pai era funcionário e encheu o saco pra ela prestar, e que, segundo ela, ela não queria fazer, e que, segundo ela, uma amiga falou que ninguém passava, e que, segundo ela, ela passou, e que, segundo ela, ela chorou, e que, segundo ela, todo mundo dava os parabéns, e que, segundo ela, ela chorava, e que, segundo ela, foi o que ela mais lembra, e que, segundo ela, foi o que ela mais repete, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram, de que ela fazia o que não queria, e que, segundo ela, virou o que ela é hoje.

Dos 13 anos no Banco do Brasil, da farmácia que ela não gostou, do casamento de 10 meses, e do Dozinho que virou advogado de polícia

A Rosa, segundo ela, ficou 13 anos no Banco do Brasil, e que, segundo ela, ela começou a estudar as matérias do banco, e que, segundo ela, ela mergulhou, e que, segundo ela, ela acabou gostando, e que, segundo ela, ela saiu quando o filho mais velho tinha uns 5 anos, e que, segundo ela, ela ficou 10 anos na drogaria rodoviária que ela e o marido tinham em Dracena, e que, segundo ela, ela não gostava, e que, segundo ela, não tinha férias, e que, segundo ela, não tinha 13º, e que, segundo ela, tinha que trabalhar a cada 5 ou 6 semanas no sábado e domingo, e que, segundo ela, não tinha vida, e que, segundo ela, foi o que a fez perceber que comércio não era pra ela.

O casamento, segundo a Rosa, durou 10 meses, e que, segundo ela, ela e o primeiro marido não pensavam igual, e que, segundo ela, o casamento foi difícil, e que, segundo ela, ela engravidou e ele ficou meio enciumado, e que, segundo ela, nasceu o Cazuza, e que, segundo ela, foi uma das únicas coisas boas, e que, segundo ela, depois de separar ela começou a namorar o Dozinho, o Salvador, e que, segundo ela, ele era advogado, e que, segundo ela, ele falou vamos prestar concurso, e que, segundo ela, ela começou a estudar, e que, segundo ela, o Dozinho virou praticamente advogado só de polícia, e que, segundo ela, foi fundador do Clube de Tiro, e que, segundo ela, ele amava, e que, segundo ela, foi o que mudou a vida dela, e que, segundo ela, foi o que ela mais agradece.

Do concurso que ela prestou sem saber que era polícia nem que usava arma, e da dinâmica do bandido que a fez chorar

O concurso, segundo a Rosa, foi o que mudou tudo, e que, segundo ela, um amigo farmacêutico que era perito falou, e que, segundo ela, o irmão dela falou, e que, segundo ela, ela nem sabia do que se tratava, e que, segundo ela, ela prestou, e que, segundo ela, o concurso tem 6 a 7 fases, e que, segundo ela, ela chorou quando passou, e que, segundo ela, ela só descobriu que usava arma no exame de vista, e que, segundo ela, o pessoal falando “não atira muito”, e que, segundo ela, ela falou como assim, e que, segundo ela, foi a primeira vez que ela segurou uma arma, e que, segundo ela, foi o que ela mais lembra, e que, segundo ela, foi o que ela mais ri contando.

O curso, segundo a Rosa, foi de 9 meses em São Paulo, e que, segundo ela, ela tinha aula de manhã, de tarde, e de noite, e que, segundo ela, tinha fim de semana sim e não, e que, segundo ela, o filho mais novo dela, o Felipe, tinha 5 anos em Dracena, e que, segundo ela, foi a época mais difícil, e que, segundo ela, foi quando ela teve a segunda depressão, e que, segundo ela, ela falou “agora vou entrar em outro universo porque se eu ficar pensando na família eu não vou fazer”, e que, segundo ela, foi o que ela mais lembra, e que, segundo ela, foi o que ela mais repete, e que, segundo ela, foi a dinâmica do bandido, e que, segundo ela, pegaram a arma dela e falaram “bandido pegou sua arma e te matou”, e que, segundo ela, ela sabia que era brincadeira, mas chorou, e que, segundo ela, foi a primeira vez que ela segurou uma arma, e que, segundo ela, foi o que ela mais ri, e que, segundo ela, é o que ela mais fala pras novas peritas.

Da dupla com o fotógrafo na viatura, da PM que quase foi atropelada com ela, e do coldre com trava que o Dozinho comprou

A rotina, segundo a Rosa, é sempre em dupla, e que, segundo ela, ela nunca anda sozinha na viatura, e que, segundo ela, sempre tem o fotógrafo com ela, e que, segundo ela, ela é a perita, e que, segundo ela, ele tira as fotos, e que, segundo ela, eles cuidam um do outro, e que, segundo ela, é em conjunto, e que, segundo ela, é o que ela mais fala pras novas peritas, de que o trabalho é em conjunto, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram no AdamiCast, de que o trabalho é em dupla, e que, segundo ela, é o que a perícia é.

A segurança, segundo a Rosa, é o que mais mudou, e que, segundo ela, ela quase foi atropelada umas 3 ou 4 vezes, e que, segundo ela, foi porque ela tava com a prancheta olhando o chão, e que, segundo ela, uma vez caiu um fio de alta tensão perto dela, e que, segundo ela, foi o que mudou como ela trabalha, e que, segundo ela, hoje ela anda sempre com a PM perto, e que, segundo ela, principalmente em locais mais complicados, e que, segundo ela, ela pede auxílio, e que, segundo ela, o Dozinho comprou um coldre com trava, que é mais difícil de tirar, e que, segundo ela, foi o que ela mais achou que salvou, e que, segundo ela, é o que ela mais repete, e que, segundo ela, não é qualquer um que pode atirar, e que, segundo ela, o problema não é a arma, é quem tá atrás, e que, segundo ela, é a frase que ela mais fala.

Dos acidentes de moto com moto, do furto em Dracena, e da profissão que ela não para de estudar, e a frase: cada pessoa nasceu com um dom

A rotina em Dracena, segundo a Rosa, é o que mais tem, e que, segundo ela, o que mais aparece é acidente de trânsito com moto, e que, segundo ela, todo dia tem um acidente de moto na região, e que, segundo ela, é por isso que ela fala que tem que ser bom de mira, e que, segundo ela, tem moto com moto, e que, segundo ela, é o que mais doeu, e que, segundo ela, fora isso tem bastante furto, e que, segundo ela, Dracena é uma cidade de muito furto, e que, segundo ela, tem dano, e que, segundo ela, é o que a cidade tem de mais comum, e que, segundo ela, o IML cuida de pessoas, e o Instituto de Criminalística cuida de coisas, e que, segundo ela, é o que ela mais explica pras pessoas, e que, segundo ela, é o que ela mais repete.

A frase que a Rosa mais repete, segundo ela, é que cada pessoa nasceu com um dom, e que, segundo ela, tem gente que gosta de leitura, de dança, de cantar, e que, segundo ela, tem gente que gosta de embalar cocaína, maconha, e que, segundo ela, o celular virou “plaquinha”, e que, segundo ela, tem amigo nosso delegado que fala “bicho já peguei cada coisa”, e que, segundo ela, é o que ela mais fala, de que a profissão é maravilhosa, e que, segundo ela, e que a tecnologia muda sempre, e que, segundo ela, a gente tem curso direto, e que, segundo ela, é o que ela mais gosta, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram no AdamiCast, de que ela não para de estudar, e que, segundo ela, é o que mantém a profissão viva.

Onde encontrar

A Rosa Pitta Garcia é perita criminal em Dracena, SP, com 62 anos, com formação em Farmácia pela USP de Ribeirão Preto, e com 13 anos de Banco do Brasil, e com formação na Academia de Polícia, e com especialidade em Instituto de Criminalística, e com trabalho em local de crime, balística, papiloscopia, e informática. Acompanhe pelo Instagram dela @rosapitta. Se você tem curiosidade sobre a profissão de perita criminal, segundo a Rosa, o caminho é prestar o concurso da Polícia Civil de São Paulo, e segundo ela, é o que ela mais indica, e segundo ela, é o que ela mais fala pras novas peritas, e segundo ela, a profissão, segundo ela, é o que mais vale a pena.

Resumo do episódio

Rosa Pitta Garcia, perita criminal em Dracena, relata sua trajetória desde a infância marcada pela leitura de 100 livros entre a 4ª e 5ª série até a carreira na perícia criminal após passar pelo Banco do Brasil e uma drogaria. Ela descreve o curso de 9 meses em São Paulo, a dinâmica do bandido que a fez chorar durante o treinamento, a rotina em dupla com fotógrafo na viatura e a importância contínua de estudar para acompanhar mudanças tecnológicas na profissão.

Principais aprendizados

  • Ler 100 livros na infância foi determinante para desenvolver o gosto pelo estudo e pela educação continuada
  • O trabalho de perita criminal é realizado sempre em dupla com fotógrafo, onde ambos cuidam um do outro durante as investigações
  • A profissão exige aprendizado constante porque a tecnologia muda sempre e a perícia realiza cursos diretos e frequentes
  • Acidentes de trânsito com moto são o tipo de ocorrência mais comum na rotina de perícia em Dracena
  • O coldre com trava é um equipamento de segurança importante que torna mais difícil a subtração da arma durante o trabalho

Perguntas respondidas neste episódio

Como funciona a rotina de uma perita criminal?

A rotina é sempre em dupla, nunca sozinha na viatura. A perita trabalha com um fotógrafo que registra as imagens do local do crime. O trabalho é conjunto, onde ambos cuidam um do outro. A segurança é reforçada com pedidos de auxílio à PM, principalmente em locais mais complicados.

Qual é o processo de seleção para ser perita criminal?

O concurso tem 6 a 7 fases. Durante o processo, o candidato descobre detalhes da profissão gradualmente, inclusive que envolve uso de arma. O curso tem duração de 9 meses em São Paulo, com aulas de manhã, tarde e noite, além de fins de semana alternados.

Que tipos de casos são mais comuns na perícia em Dracena?

Os acidentes de trânsito com moto são a ocorrência mais frequente, com um acidente novo todos os dias na região. Além disso, há bastante furto em Dracena e casos de dano. O Instituto de Criminalística cuida de coisas, enquanto o IML cuida de pessoas.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.