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Do sítio em Junqueirópolis, comendo do lixo, ao construtor referência de Dracena: a história de Ricardo Carmona | #192

09 de fevereiro de 2023 • 10 min de leitura

Este texto vem do episódio #192 do AdamiCast

Quando Ricardo Carmona era criança, em Junqueirópolis, ele e a família se alimentavam do que o lixo dava. A mãe, obesa, plantava o que podia no sítio pequeno, e o pai, com problema de bebida, criava porcos que comiam o que sobrava da coleta. Foi assim, segundo ele conta, até os 7 anos, quando começou a trabalhar, e até os 12, quando veio para Dracena, trabalhar com o cunhado, em uma retífica. A história, contada no episódio #192 do AdamiCast, em fevereiro de 2023, é a de um menino de Junqueirópolis que perdeu a visão de um olho em um acidente de retífica, que enterrou a mãe em meio a uma quimioterapia, e que, depois de vender gado, carro, e tudo o que tinha para construir a própria casa, descobriu que o pedreiro do irmão jogava cimento fora, e que, com a caneta na mão, dava para fazer melhor. É a história de quem virou referência em construção em Dracena, e que diz, com a franqueza de quem sabe o que é começar do zero, que se considera milionário.

Ao longo do episódio, Ricardo mostrou que a diferença entre quem constrói e quem contrata, é a diferença entre quem põe o chinelo na lama do cimento e quem assina o cheque, e que é o que define, segundo ele, o tipo de profissional que a obra precisa. Ele descreveu, com a clareza de quem já fez três casas para vender, o que é começar uma obra, o que é manter um sócio, e o que é perder um sócio, e o que é o que ele chama, no episódio, de mexer com o sonho da pessoa, e que é a parte que, segundo ele, nenhum curso de engenharia ensina. Também contou, sem esconder, a origem pobre, o acidente que tirou a visão, e o período em que ficou em casa, e que, segundo ele, é o que deu para ele a chance de acompanhar a mãe no fim da vida. É a história de quem começou do lixo, e que hoje diz, com a franqueza de quem sabe o que é o chão, que o segredo é não pegar dinheiro adiantado, e que é o que ele faz, e que é o que ele recomenda.

Do sítio em Junqueirópolis, comendo do lixo, ao primeiro emprego aos 7

Ricardo cresceu em Junqueirópolis, em um sítio pequeno, com a mãe, o pai, e as irmãs, e com a vida organizada em torno do que o chão dava, e do que o lixo doava. A mãe, segundo ele conta no episódio, era obesa, e tinha problema de saúde, e o pai tinha problema com bebida, e a alimentação da casa, segundo ele, era o que a mãe plantava, e o que o lixo dava. Salada de manga, perdiz-ego, o que aparecia. É o tipo de história que, segundo ele, ele conta sem vergonha, e com orgulho, e que, segundo ele, é o que explica quem ele é. Foi, segundo ele, o que fez ele começar a trabalhar aos 7 anos, e o que fez ele, aos 12, aceitar o convite do cunhado, e vir para Dracena, para a retífica.

Foi em Dracena, na retífica do cunhado, a Estrela, que Ricardo aprendeu o ofício de motor, e onde ele ficou, segundo ele, por 24 ou 25 anos. Começou lavando peça, e, aos 15 anos, segundo ele conta, já estava montando motor, e o salário, segundo ele, começou a subir, e a vida, segundo ele, começou a melhorar. Foi também a fase, segundo ele, em que ele comprou gado, e uma casa, e uma moto, e um carro, e em que, segundo ele, ele começou a sentir, pela primeira vez, que o trabalho estava dando resultado. É o período, segundo ele, que ele lembra com a clareza de quem sabe que era o começo do que viria depois, e que, segundo ele, foi onde ele aprendeu a disciplina que levaria para a construção.

O acidente que tirou a visão, a mãe que foi embora, e o período em casa

Em 2000 ou 2001, Ricardo sofreu o acidente que mudou o ritmo da vida. Um fragmento de metal entrou no olho esquerdo, e, segundo ele conta, ficou intraocular, e os oftalmos, na época, não acharam, e, um ano depois, já não dava para recuperar. Foi, segundo ele, o que tirou a visão, e o que o tirou da retífica, e o que, segundo ele, foi o que mais doeu. É o que ele cita, no episódio, com a clareza de quem já se acostumou, mas que não esqueceu. “O cavaco foi de noite, e, no outro dia, já era o problema.” Foi o que ele disse, e é o que, segundo ele, é o que explica o que veio depois, e o que, segundo ele, é o que, sem o acidente, não teria acontecido.

Foi o período em casa, segundo ele conta, que o deixou acompanhar a mãe no fim da vida. A mãe, segundo ele, teve câncer, e o tratamento foi em Presidente Prudente, e, segundo ele, era quase todo dia, e ele, segundo ele, era o que estava mais disponível, e o que podia levar, e o que não deixou de levar. É o que ele cita, no episódio, como o que é o que, em português claro, significa o ditado de que Deus tira com uma mão, e dá com a outra, e que é o que, segundo ele, ele viveu na pele. Foi, segundo ele, a última coisa que ele fez pela mãe, e o que, segundo ele, é o que ele não esquece, e o que ele cita, no episódio, com a voz firme de quem fala da mãe, e que é o que define, segundo ele, o que é o ofício de construtor, e o que é o ofício de filho.

Do gado vendido para a própria casa, à primeira casa para vender

Foi depois da morte da mãe, segundo ele, que a vida começou a tomar o rumo da construção. Ele casou pela primeira vez, e teve uma filha, e, segundo ele, precisava de uma casa, e, para fazer a casa, segundo ele, vendeu tudo o que tinha, gado, carro, e até o que não era dele, e pagou a casa, e pediu a um amigo pedreiro que fizesse a obra. Foi, segundo ele, quando viu o cimento sobrando, e o cimento jogado fora, e a conta estourando, e o pedreiro, segundo ele, abusando. Foi o que o fez, segundo ele, pegar a caneta, e fazer a conta na ponta do lápis, e ver que, com material certo, e sem desperdício, a obra cabia, e era mais barata. É o que ele cita, no episódio, como o começo de tudo.

A primeira casa para vender foi em 2008 ou 2009, segundo ele, e foi com um sócio, e a casa saiu dentro do orçamento, e ele conseguiu vender antes de terminar, em fase de acabamento, e o sócio, segundo ele, recebeu o que era dele, e o Ricardo, segundo ele, continuou. Foi, segundo ele, o que definiu a regra do negócio, e que, segundo ele, é o que ele segue até hoje: o cliente paga por etapa, e o construtor não pega dinheiro adiantado, e a obra é entregue antes do pagamento, e o que importa, segundo ele, é o que o cliente quer, e o que o cliente pode pagar. É o que ele cita, no episódio, como o que diferencia, segundo ele, o profissional que mexe com o sonho da pessoa, e o que, segundo ele, define, também, o que é ser referência em Dracena, e o que é o que ele é, segundo ele, com a franqueza de quem não precisou de diploma para isso.

O construtor que mexe com o sonho, e a regra do pagamento por etapa

Ricardo cita, no episódio, com a simplicidade de quem trabalha há 15 anos com a caneta na mão, o que é, segundo ele, mexer com o sonho da pessoa. Não é o dinheiro, segundo ele, que é o mais difícil, é o que o dinheiro representa, e que é o quarto do filho, e a cozinha da mulher, e o banheiro, e a intimidade, e que é o que, segundo ele, o cliente entrega, e que é o que o construtor recebe. É o tipo de responsabilidade, segundo ele, que não tem fim, e que é o que define, segundo ele, o que é o ofício dele, e o que é o que ele recomenda. É o que ele cita, com a firmeza de quem já errou, e já consertou, e que é o que diferencia, segundo ele, quem estuda a obra, e quem entende o cliente.

A regra que ele cita, e que é o que ele recomenda, é a do pagamento por etapa. Primeiro, segundo ele, a laje, ou a fundação, e depois as paredes, e depois o acabamento, e o que vai sendo entregue, segundo ele, é o que vai sendo pago. É o tipo de regra, segundo ele, que protege o cliente, e que protege o construtor, e que, segundo ele, é o que faz o cliente confiar, e o que faz o construtor sobreviver. É o que ele cita, no episódio, com a franqueza de quem sabe o que é o cliente desconfiado, e o que é o cliente satisfeito, e o que, segundo ele, é o que diferencia, no fim das contas, quem constrói para vender, e quem constrói para morar. É o que ele cita, e que é o que o Pedro Adami, no episódio, descreve como o tipo de regra que, no caso do Ricardo, virou história, e que, no caso de quem está começando, é o tipo de regra que é o que vale a pena copiar.

Onde encontrar

Ricardo Carmona é construtor em Dracena, com foco em casas para vender, e trabalha com pagamento por etapa, projeto do cliente, e execução própria. Para acompanhar a rotina, as obras, e o que ele recomenda, siga o @construtor_ricardo.

Resumo do episódio

Ricardo Carmona cresceu em pobreza extrema em Junqueirópolis, trabalhou na retífica do cunhado por mais de 20 anos até perder a visão de um olho em um acidente, e descobriu na construção civil sua vocação após vender tudo que tinha para fazer a própria casa. O episódio revela como ele se tornou referência em construção em Dracena aplicando uma regra simples: pagamento por etapa, sem adiantamentos, entregando a obra antes de receber, e tratando cada projeto como o sonho da pessoa.

Principais aprendizados

  • O trabalho na retífica aos 15 anos, montando motores, foi onde Ricardo aprendeu a disciplina que levaria para a construção.
  • O acidente que tirou a visão de um olho o afastou da retífica, mas permitiu acompanhar a mãe durante o tratamento de câncer até o fim de sua vida.
  • A observação do desperdício de cimento do pedreiro amigo o levou a pegar na caneta e fazer as contas da obra, descobrindo como fazer melhor e mais barato.
  • A primeira casa para vender em 2008 ou 2009 com um sócio definiu a regra do negócio que ele segue até hoje: cliente paga por etapa e obra é entregue antes do pagamento.
  • Mexer com o sonho da pessoa na construção significa lidar com a intimidade do cliente, o quarto do filho, a cozinha da mulher, o banheiro, uma responsabilidade sem fim que não se aprende em curso de engenharia.

Perguntas respondidas neste episódio

Como funciona o pagamento na construção que Ricardo recomenda?

O cliente paga por etapa conforme a obra avança. Primeiro a laje ou fundação, depois as paredes, depois o acabamento. A obra é entregue antes do pagamento e o construtor não pega dinheiro adiantado. Esse sistema protege tanto o cliente quanto o construtor e gera confiança.

Qual a diferença entre quem constrói e quem contrata um construtor?

A diferença está entre quem coloca o chinelo na lama do cimento fazendo o trabalho e quem assina o cheque. Essa distinção define o tipo de profissional que a obra precisa e separa quem estuda a obra de quem entende o cliente.

Por que construir com cuidado ao orçamento é importante na primeira casa própria?

Quando Ricardo vendeu tudo que tinha para construir sua primeira casa, viu o pedreiro jogando cimento fora e a conta estourando. Com a caneta na mão, ele calculou que com material certo e sem desperdício a obra cabia e saia mais barata, o que o levou a descobrir seu ofício.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.