No episódio #228 do AdamiCast, em 27 de junho de 2023, Lucas Brito e Matheus Mansin, do 10:31 Podcast de Tupi Paulista, contaram como transformaram uma amizade de mais de 12 anos, que começou no Projeto Guri, em mais de 200 episódios gravados, no começo com iPhone emprestado, microfone BM800 USB comprado em dupla, e um quarto virado em estúdio, e que hoje roda toda quarta e sexta, com produção da tia do Matheus, a Carol, que nunca aceitou aparecer, edição de vídeo do João, que foi trabalhar de graça no começo, e identidade visual rosa e preta do Batistela. Foi uma conversa sobre o nome que veio de um puzzle de Silent Hill, sobre a Live com o prefeito da cidade no 10º episódio, que mudou tudo, e sobre o que aprendem a cada episódio novo, com histórias do interior que nunca tinham tido voz em podcast nenhum, e que, segundo eles, é o que segurou o projeto quando os outros dois amigos saíram, um por motivo de agenda, o outro por ter sido o editor que uma vez postou o episódio em vez do editado, e que era, segundo eles, a prova de que, se a pessoa não leva a sério, o projeto cai.
A amizade que começou no Projeto Guri, em 2011, e a ideia que veio do Podpah na pandemia
Matheus e Lucas se conheceram em 2011, no Projeto Guri, onde um fazia percussão e o outro tocava trompete, e onde a amizade começou, segundo Matheus, depois que o Pierre, amigo dos dois, apresentou um ao outro, e que, segundo Matheus, virou de 12 anos, com tudo que aconteceu no meio. Foi nessa turma, segundo Matheus, que o grupo dos quatro se formou, com ele, o Lucas, o irmão dele, três anos mais novo, e mais um amigo, e que toda sexta-feira à noite ia na casa de alguém jogar videogame, até o dia que jogaram Silent Hill, e que ficou o costume, e que ficou o nome.
A ideia do podcast, segundo Matheus, veio em 2020, no começo da pandemia, quando ele tava em casa assistindo o Podpah, e o Maurício Meirelles com o Rafinha Bastos, e olhou pra aquilo e falou, segundo ele, eu e o Brito conseguíamos fazer isso, e na hora mandou mensagem pro Lucas, e o Lucas, segundo ele, topou na hora, sem nem pensar, e que, segundo Matheus, foi o que começou, com ele pensando no fluxo, no equipamento, no nome, e no Lucas, segundo Matheus, sempre do lado, firme, mesmo quando o cronograma apertava, e que, segundo Matheus, é o que mantém até hoje, com mais de 200 episódios no ar.
O 10:31 que nasceu num puzzle de Silent Hill, virou marca do grupo, e ganhou os dois pontos por parecer horário
O nome 10:31, segundo Matheus, não tem nada de sobrenome, de data, ou de horário, veio de um puzzle do Silent Hill, o jogo de terror que eles jogavam toda sexta, e que tinha uma parte numa escola, com uma porta com senha, e que, segundo Matheus, no armário da sala tinha foto de dois jogadores de futebol americano, um com a camisa 10 e o outro com a 31, e que ele anotou 10:31 no caderno pra não esquecer, e que, segundo ele, virou a primeira anotação que viraria o nome do podcast, com cada membro do grupo virando um número, o Matheus e o irmão dele sendo os 1, o Lucas o 3, e o outro amigo o 0, e o nome, segundo Matheus, foi decidido antes de ter nome, antes de ter arte, antes de ter nada, foi, segundo ele, o que sobrou, e que era, segundo ele, a melhor coisa que podia ter acontecido.
Os dois pontos, segundo Matheus, foram ideia da Carol, e foram, segundo ele, pra parecer um horário, pra facilitar a pronúncia, e pra, segundo ele, dar a identidade visual que o Batistela depois transformou em rosa e preto, e que, segundo ele, todo mundo reconhece hoje. Foi essa decisão, segundo Matheus, de não inventar nome da cabeça, e de usar o que o grupo já tinha, que, segundo ele, foi o que deu a coerência que o projeto precisava, e que, segundo ele, é o que o AdamiCast, segundo ele, fez parecido, com o nome que veio da família, e que, segundo ele, é a melhor escola que tem.
Os quatro amigos do começo, o iPhone do Léo, e a Live do 10º episódio com o prefeito que mudou tudo
No começo, segundo Matheus, eles eram quatro, ele, o Lucas, o irmão dele, e mais um amigo, e que, segundo ele, gravaram os 10 primeiros episódios com o iPhone do Léo, e que, segundo ele, era o que tinha, e que, segundo ele, o equipamento foi entrando aos poucos, com o microfone BM800 USB que eles compraram em dupla, e com a câmera do João, que era videomaker, e que, segundo Matheus, topou trabalhar de graça no começo, e que, segundo ele, é o que mantém o projeto até hoje, com profissionalização aos poucos, e sem, segundo ele, o pânico de começar sem nada.
A virada, segundo Matheus, foi o 10º episódio, que ia ser gravado, mas que, no dia, três horas da tarde, chegou o e-mail do YouTube liberando a Live, e que, segundo ele, eles fizeram ao vivo com o prefeito da cidade, que, segundo Matheus, foi a primeira entrevista dele em mídia nenhuma, e que, segundo ele, o pessoal da cidade começou a enxergar o projeto como coisa séria, e que, segundo ele, a partir dali, soltar dois episódios por semana virou possível, porque a agenda de convidados, segundo ele, abriu, e o 10 saiu antes do 7 e do 6, e que, segundo ele, foi a virada de chave, com 200 e poucos episódios depois, e com perrengue novo a cada semana, e com a certeza, segundo ele, de que, se não fosse a Live, o podcast, segundo ele, não tinha virado o que virou.
A Carol que produz sem aparecer, o João que filmou de graça, e o Batistela que deu a cara rosa e preta
A equipe do 10:31, segundo Matheus, é pequena, mas é o que sustenta, e começou, segundo ele, com a Carol, que é tia do Matheus, e que, segundo ele, foi convidada pra controlar o Discord quando eles não tinham quem fizesse, e que, segundo ele, ela topou na hora, e que, segundo ele, virou produtora, e que, segundo ele, nunca aceitou aparecer, nem no aniversário dele, e que, segundo ele, é a peça que faz o podcast acontecer, e que, segundo ele, mesmo sem microfone, é a mais importante. Foi essa recusa dela, segundo Matheus, que, segundo ele, fez o Matheus e o Lucas entenderem que o podcast é dos dois, e que, segundo ele, a Carol é a fita que segura a estrutura.
Depois, segundo Matheus, entrou o João, que era videomaker, e que, segundo ele, topou trabalhar de graça no começo, e que, segundo ele, trouxe a câmera dele, e que, segundo ele, fez a primeira intro do podcast, e que, segundo ele, é o que filma até hoje, com a intro que ele, segundo Matheus, refez depois, e que, segundo ele, é o que dá a cara profissional que o projeto tem. E depois, segundo Matheus, entrou o Batistela, que é designer, e que, segundo ele, fez a identidade rosa e preta, e que, segundo ele, foi o que, quando tinha uma graninha sobrando, eles investiram, e que, segundo ele, é o que o pessoal reconhece hoje, sem nem ver o nome, e que, segundo ele, é o que separa quem leva a sério de quem está só brincando.
200 e poucos episódios depois: a rotina de quarta e sexta, e o interior que nunca tinha tido voz no podcast
Hoje, segundo Matheus, o 10:31 tá em mais de 200 episódios, com postagem toda quarta e sexta, com presença em YouTube, Instagram, TikTok, e Spotify, e com a rotina, segundo ele, mais madura, com a gravação começando às 20h, e que, segundo ele, se tiver perrengue, começa às 20h30, e que, segundo ele, é o que dá a constância que o público precisa, e que, segundo ele, foi a maior lição que o projeto deu pra eles, de que, se não tiver dia fixo, o público não sabe quando voltar, e que, segundo ele, é o que o AdamiCast, segundo ele, faz com a live de quinta, e que, segundo ele, é o modelo certo.
A maior conquista, segundo Matheus, é levar o podcast pro interior, pra Tupi Paulista, e pra cidade vizinha, e pro público que, segundo ele, nunca tinha participado de entrevista online, e que, segundo ele, nunca teve voz, e que, segundo ele, o 10:31 tá dando voz, e que, segundo ele, é o que faz o projeto ter sentido, e que, segundo ele, é o que, mesmo no perrengue, mantém o Lucas e o Matheus indo, porque, segundo Matheus, o interior merece ser ouvido, e o 10:31, segundo ele, é o lugar onde isso está acontecendo, e que, segundo ele, é a maior herança que o puzzle do Silent Hill, em 2011, podia ter deixado.
Onde encontrar
O 10:31 Podcast, de Tupi Paulista, é apresentado por Lucas Brito e Matheus Mansin, e vai ao ar toda quarta e sexta no YouTube, no Instagram, no TikTok, e no Spotify. Acompanhe pelo Instagram do projeto @1031podcast, pelo Instagram do Matheus @matheus.mansin, pelo Instagram do Lucas @lucasfrito, e pela produção, com a Carol, no @cah_franzotti.
Resumo do episódio
Lucas e Matheus transformaram uma amizade de 12 anos que começou no Projeto Guri em um podcast de sucesso com mais de 200 episódios. Começaram com iPhone emprestado e microfone comprado em dupla, formaram uma equipe pequena mas dedicada, e hoje publicam toda quarta e sexta com uma live marcante com o prefeito no 10º episódio como ponto de virada. O 10:31 Podcast leva voz ao interior, dando espaço a histórias de Tupi Paulista que nunca tinham participado de mídia online.
Principais aprendizados
- O nome 10:31 veio de um puzzle do jogo Silent Hill em que dois números de camisas de futebol americano apareceram em uma porta com senha.
- A live do 10º episódio com o prefeito da cidade foi o ponto de virada que fez a agenda de convidados abrir e permitiu publicar dois episódios por semana.
- A identidade visual rosa e preta, criada pelo Batistela, é reconhecida pelo público sem necessidade de ver o nome do projeto.
- A gravação acontece em dia e hora fixa (quarta e sexta a partir das 20h) porque o público precisa saber quando voltar para acompanhar.
- A recusa da Carol em aparecer no podcast, mesmo sendo a produtora responsável, mantém o foco em Lucas e Matheus como os apresentadores.
Perguntas respondidas neste episódio
Como o 10:31 Podcast começou?
O projeto nasceu em 2020 durante a pandemia quando Matheus assistia ao Podpah e achou que conseguiria fazer algo parecido com Lucas. Começaram com iPhone emprestado, compraram um microfone BM800 USB em dupla e usaram um quarto como estúdio. Os dez primeiros episódios foram gravados com o aparelho do Léo.
Qual é a importância da rotina fixa de publicação?
Publicar em dias fixos (quarta e sexta) faz o público saber quando voltar para acompanhar. Essa constância foi a maior lição que o projeto ensinou aos criadores, pois sem um dia definido o público não sabe quando procurar pelo conteúdo.
Qual é a proposta do 10:31 Podcast?
O projeto leva o podcast para o interior, especificamente para Tupi Paulista, e dá voz a um público que nunca tinha participado de entrevistas online nem tinha tido espaço em mídia nenhuma. Essa é a maior herança do projeto segundo seus criadores.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.