#226

Do porta-mala lotado de lingeries à Duzani, Big’s Fish e Bazzar Girls: a história de Josi Karen Azevedo | #226

20 de junho de 2023 • 8 min de leitura

Este texto vem do episódio #226 do AdamiCast

No episódio #226 do AdamiCast, em 20 de junho de 2023, a empresária Josi Karen Azevedo contou a história que a levou da retífica do pai, o Baiano da Retífica Stander, em Dracena, pra distribuidora Duzani, e de lá pra Big’s Fish e O Bazzar Girls, com a irmã sempre junto, com o marido Silvinho, que segundo ela, foi o que segurou a barra quando ela não acreditou, e com a primeira consultora, a Cidinha, que ela prospectou na casa dela, em Dracena, quando ainda não tinha rede social e batia de porta em porta. Foi uma conversa de mais de duas horas, passando pela morte do pai quando ela tinha 21 anos, pelos 8 anos tocando a retífica com a irmã, pela anta que quase matou ela na volta de Mirandópolis, e pela decisão de fazer da Duzani o negócio que sustentou a família enquanto ela virou mãe.

Josi é filha do Otoniel, o Baiano da Retífica Stander, referência em Dracena, e começou a trabalhar com 15 anos, no banco, no fax, no orçamento, e na datilografia em tela verde, e seguiu com a irmã tocando a retífica por 8 anos depois da morte do pai, e chegou a 80 funcionários, antes de fechar, e de descobrir, segundo ela, com a ajuda do Silvinho, que era vendedora. A história dela, segundo ela, é a história de quem teve gente que acreditou antes dela acreditar em si mesma, e de quem transformou porta-mala lotado de caixas de lingeries em três negócios que rodam até hoje, com a flexibilidade que a Duzani deu pra ela ser mãe empreendedora em Dracena, Araçatuba, e Três Lagoas.

A retífica do pai, os 8 anos tocando o negócio com a irmã, e a decisão de fechar

Josi cresceu dentro da retífica do pai, o Otoniel, que todo mundo em Dracena conhece como Baiano da Retífica Stander, e que era, segundo ela, a referência da cidade, e onde ela começou a trabalhar com 15 anos, como office girl, no banco, no fax, no orçamento em tela verde, e na datilografia, que era, segundo ela, a função dela antes de aprender a fazer orçamento. A mãe, segundo ela, incentivou ela e a irmã a conhecer o negócio desde cedo, não por necessidade, e sim pra ter senso de realidade, segundo ela, e pra aprender a trabalhar.

O pai faleceu quando ela tinha entre 20 e 21 anos, depois de uns 5, 6 anos que ela já estava lá, e ela e a irmã assumiram, com a retífica já tendo mais de 20 anos de história, e com 80 funcionários depois que abriram o hidráulico e a bomba injetora. Foram 8 anos tocando o negócio, segundo ela, com muito perrengue, porque os clientes das usinas tinham mais capital mas pagavam menos, e os caminhoneiros, que davam mais margem, paravam de pagar quando o motor estragava, e o pai, segundo ela, sempre fazia o que podia pra cobrar, e ela e a irmã aprenderam, segundo ela, a dureza de tocar um negócio técnico, masculino, e com responsabilidade de muitas famílias. Foi nesse tempo, segundo ela, que o Silvinho começou a aparecer, sempre de fora, sempre observando, e foi ele, segundo ela, quem segurou a barra quando ela decidiu fechar a retífica, e a Síndrome do dia 10 de pagar 80 funcionários passou a ser de outra pessoa.

Silvinho, o feirão de carro em Araçatuba, e a descoberta de que ela era vendedora

O Silvinho, marido dela, segundo ela, é o maior incentivador profissional que ela tem, e foi ele, segundo ela, que falou, lá no começo, que ela era vendedora, e ela, segundo ele, disse que não, que era office girl, e que só pagava boleto, e que não sabia vender. A virada, segundo ela, veio quando o Silvinho, que trabalhava no Finasa e depois no Itaú, montou o primeiro feirão de carro em Araçatuba, e a mandou com a irmã, e ela, segundo ela, ficou frente a frente com 30 homens, todos lojistas de carro, e teve que apresentar o produto.

Foi ali, segundo ela, que ela entendeu o que era vender, e o que era trabalhar com meta, e que o Silvinho tinha razão, e que o segredo, segundo ela, é não parar de tentar, mesmo com o frio na barriga. Foi nesse feirão, segundo ela, que ela começou a se enxergar como vendedora, e quando voltou, segundo ela, a sogra, que mora em Barretos, falou de uma menina que vendia lingeries diferentes, com caixinha, e que ela devia ir lá ver, e que ela, segundo ela, foi, e começou a vender lingeries de outras marcas por volta de 2005, 2006, 2007, e a se preparar, sem saber, para o que viria depois com a Duzani.

2008, a Duzani, o porta-mala lotado de caixas, e a primeira consultora que ela prospectou

A Duzani entrou na vida dela por volta de 2008, 2009, 2010, e ela já estava na empresa há mais de 15 anos em 2023, segundo ela. Foi o Silvinho, segundo ela, que ligou para a Duzani, e o gerente da época, o Miguel, veio até Dracena, e falou que não tinha como ela ser consultora porque a região era longe, e que não tinha distribuidor, e que ela e o Silvinho, segundo ela, assumiram a posição, e foram fazer o nome da marca na região. No começo, segundo ela, ela não tinha nem rede social, nem WhatsApp, e batia de porta em porta, com o porta-mala lotado de caixas, igual a dona da Duzani, a Patrícia, fazia no começo da marca, segundo ela, costurando na sala da casa e enchendo o porta-mala com o irmão.

A primeira consultora, segundo ela, foi a Cidinha Pascoal, de Dracena, que tinha um salão na casa dela, e que ela prospectou pessoalmente, indo até lá, e que continua, segundo ela, comprando, mesmo não vendendo mais. Foi esse começo de formiguinha, segundo ela, que virou a distribuidora Duzani em Araçatuba, que atende hoje a região inteira, e que tem como braço direito, segundo ela, a Marli Zoca, que faz a logística, a distribuição, e o atendimento, e que ela, segundo ela, está sempre no blá blá blá das consultoras, e que o negócio cresceu porque, segundo ela, ela entendeu que cada consultora é um perfil, e que fidelizar, segundo ela, é o trabalho mais difícil, e o que mais faz a diferença.

A anta em Mirandópolis, a ambulância do Silvinho, e a flexibilidade de ser mãe empreendedora

A história da anta, segundo ela, é a história que define a flexibilidade e o risco da vida na pista. Ela estava voltando de Mirandópolis, segundo ela, depois de atender, e desviou de uma anta, e capotou o carro uns 10 metros pra dentro do matagal, e ficou muito tempo sem poder viajar, segundo ela, porque machucou a perna e o joelho, e foi o Silvinho, segundo ela, que pegou a ambulância novinha, que não era de funerária, e levou ela pra Rio Preto, com o filho Léo de enfermeiro, e com a irmã, e a amiga Fabiana, segundo ela, que ajudou ela a desencavar da maternidade, e a aceitar que o Léo, depois dela tomar uma cervejinha na viagem, quase não pegou mais o peito.

Foi depois da gravidez do Léo, segundo ela, que ela entendeu o que a Duzani representava, que era, segundo ela, a possibilidade de ser mãe, de ter casa, de ter marido, de lavar a roupa, e de ter, segundo ela, flexibilidade de horário, que é o que toda mulher busca, e que, segundo ela, é o que fez ela poder tocar a Duzani, e abrir, depois, a Big’s Fish e o O Bazzar Girls, este último com loja física em Araçatuba, e tudo com o Silvinho do lado, e com a Marli Zoca tocando a operação, e com a irmã, segundo ela, a fiel escudeira, que o pai, segundo ela, benzeu no dia que ela ficou viúva, com a frase vocês nunca mais vão brigar, e que, segundo ela, se manteve até hoje.

Onde encontrar

Josi Karen Azevedo é distribuidora da Duzani em Araçatuba e região, com atendimento em Dracena, Araçatuba, e Três Lagoas, e é sócia da Big’s Fish e do O Bazzar Girls. Acompanhe pelo Instagram pessoal @josikaren, pela distribuidora @duzaniaracatuba, pela Big’s Fish @bigsfihadracena, e pelo Bazzar Girls @obazzargirls.

Resumo do episódio

Josi Karen Azevedo conta como saiu da retífica do pai em Dracena, onde trabalhou 8 anos após sua morte, para descobrir-se vendedora através do marido Silvinho e começar com lingeries até fundar a distribuidora Duzani em 2008, que cresceu de porta em porta sem redes sociais até virar negócio regional, possibilitando a flexibilidade de ser mãe empreendedora e abrir depois a Big's Fish e o Bazzar Girls.

Principais aprendizados

  • O segredo da venda é não parar de tentar mesmo com o frio na barriga e entender que cada consultora tem um perfil diferente.
  • Fidelizar consultoras é o trabalho mais difícil e o que mais faz diferença no crescimento de uma distribuidora.
  • A Duzani representava para Josi a possibilidade de ter flexibilidade de horário, ser mãe, ter casa, e manter a família unida.
  • Começar sem rede social ou WhatsApp exigia bater de porta em porta com o porta-mala lotado, similar ao método usado pela dona da marca no início.
  • O apoio do cônjuge foi decisivo em momentos críticos, como na decisão de fechar a retífica e nas dificuldades enfrentadas no caminho.

Perguntas respondidas neste episódio

Como Josi começou a vender e descobriu que era vendedora?

Silvinho, seu marido, a mandou com a irmã para o primeiro feirão de carro em Araçatuba onde ela ficou frente a frente com 30 lojistas de carro e teve que apresentar o produto. Ali entendeu o que era vender e trabalhar com meta, começando depois a vender lingeries de outras marcas por volta de 2005 a 2007.

Como a Duzani começou em Dracena sem ter distribuidor na região?

O gerente Miguel veio a Dracena e disse que não tinha como ela ser consultora porque a região era longe e não tinha distribuidor. Josi e Silvinho assumiram a posição de distribuidores, começaram sem rede social ou WhatsApp, batendo de porta em porta com o porta-mala lotado de caixas, prospectando a primeira consultora pessoalmente.

Qual foi o impacto da maternidade na forma como Josi tocava seus negócios?

Depois da gravidez do filho Léo, Josi entendeu que a Duzani representava a possibilidade de ser mãe, ter casa, ter marido e ter flexibilidade de horário, o que permitiu tocar a Duzani e depois abrir a Big's Fish e o Bazzar Girls mantendo a estrutura familiar.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.