#232

Do caderninho da infância à Síndrome do Viralata: a história de Eduardo Antoniassi e os 3 caminhos de publicar um livro | #232

11 de julho de 2023 • 10 min de leitura

Este texto vem do episódio #232 do AdamiCast

No episódio #232 do AdamiCast, em 11 de julho de 2023, Eduardo Antoniassi, escritor de Dracena, contou a história que começou com uma maquininha de escrever e um caderninho brochura na infância, e que foi resgatada na pandemia, quando ele, recém-casado, começou a escrever poemas, e que, 4 anos depois, virou 3 livros publicados, com a rotina de a cada 2 anos tirar um do papel, e com a lição que ele repetiu, de que existe uma Síndrome do Viralata do leitor brasileiro com autor nacional, e que ele, segundo ele, contou a história do Rocky, do Sylvester Stallone, pra mostrar o que acontece quando o autor vende o direito do livro junto com a obra. Foi uma conversa de mais de 2 horas, passando pela faculdade que ele quase fez de Engenharia Ambiental antes de ir pra Psicologia, pelos 3 caminhos de publicar, da grande editora à pequena/média, até o independente, e pela gratidão que ele repetiu, de que o AdamiCast, segundo ele, ajuda o autor do interior, e que, segundo ele, é uma troca.

Do caderninho com maquininha de escrever aos 3 livros na gaveta, com a pandemia que resgatou a poesia

Eduardo começou a escrever na infância, segundo ele, com uma maquininha de escrever que a família tinha, e que, segundo ele, ele tinha acabado de aprender a ler e escrever, e que, segundo ele, escrevia num caderninho brochura, e que, segundo ele, escreveu 3 livros na adolescência, que entregou pra uma professora, e que, segundo ele, esses livros são daquela fase, e que, segundo ele, o que ele tem hoje é o que veio depois, e que, segundo ele, antes da pandemia ele tinha o blog na internet, que já caiu, e que, segundo ele, o que ele escrevia era a escrita acadêmica da faculdade de Psicologia, que ele fez depois de tentar Engenharia Ambiental, na qual ficou 1 ano, e que, segundo ele, exatas não era o dele, e que, segundo ele, a Psicologia pesou mais, e que, segundo ele, o livro, até então, era o que ele deixava na gaveta, e que, segundo ele, é o que ele fala pra quem pergunta, de que a gente vai deixando as coisas na gaveta por vergonha ou medo do julgamento, e que, segundo ele, não pode.

A pandemia, segundo Eduardo, foi o que resgatou, e que, segundo ele, ele tava recém-casado, e que, segundo ele, a esposa falou que era hora de tentar fazer o que ele sempre quis, e que, segundo ele, ele começou a escrever poemas, e que, segundo ele, foi quando surgiram muitos concursos de poesia no Brasil, com valores altos, e que, segundo ele, ele foi mandando, e que, segundo ele, não ganhou quase nada, mas que, segundo ele, ganhou uma publicação na Antologia Nacional de Poesias da Academia Monte-Clarense de Letras, e que, segundo ele, foi o pontapé, e que, segundo ele, foi o que o fez parar de deixar na gaveta.

Da Engenharia Ambiental à Psicologia, e os 3 caminhos de publicar: grande editora, pequena/média, ou independente

Eduardo tentou Engenharia Ambiental no ensino superior, segundo ele, porque ele tem formação técnica em segurança do trabalho, e que, segundo ele, ele ficou 1 ano, viu que exatas não era o dele, e que, segundo ele, ele saiu, e que, segundo ele, foi quando pensou em Filosofia, Letras, e Psicologia, e que, segundo ele, a Psicologia acabou pesando mais, e que, segundo ele, no começo da faculdade ele não tava pensando em ser escritor profissional, e que, segundo ele, ele só queria se encontrar e tirar um salário, e que, segundo ele, o que ele escreve era o que ele deixava na gaveta, e que, segundo ele, a pandemia foi o que mudou.

Hoje, segundo Eduardo, existem 3 caminhos de publicar, e que, segundo ele, o primeiro é a grande editora, que tem 0,5% de chance, e que, segundo ele, pior ainda pra quem mora no interior, longe do Rio e de São Paulo, e que, segundo ele, é uma porta que fica aberta por pouco tempo, e que, segundo ele, o cara às vezes é chamado pra bater um papo, e tá 650 km de distância, e que, segundo ele, perde. O segundo caminho, segundo ele, são as pequenas e médias editoras, como a Viseu, de Maringá-PR, que publicou o primeiro livro dele, e que, segundo ele, é negociação, e que, segundo ele, o autor paga a produção, capa, revisão, ISBN, e a editora fica com o direito de editoração, e que, segundo ele, o livro entra na Amazon, na Saraiva, na Cultura, e que, segundo ele, é o caminho intermediário. O terceiro, segundo ele, é o independente, que é o caminho que ele mais gosta, e que, segundo ele, é o que ele fez no segundo e no terceiro livro.

Memórias de um Mundo sem Volta (2019) pela Viseu de Maringá, e o direito autoral que o caso do Rocky ensina

O primeiro livro do Eduardo, segundo ele, foi Memórias de um Mundo sem Volta, lançado em 2019 pela Editora Viseu, de Maringá, no Paraná, e que, segundo ele, foi o que ensinou como funciona o direito autoral na prática, e que, segundo ele, a Viseu ficou com o direito de editoração, que é a capa, o formato, e tudo que tá dentro do livro físico, e que, segundo ele, o Eduardo ficou com o direito intelectual, que é a escrita, e que, segundo ele, isso permite que ele pegue o livro e publique em outra editora, ou independente, sem problema, mas que, segundo ele, ele não pode reproduzir a capa, e que, segundo ele, é o que a maioria das editoras pequenas faz, e que, segundo ele, é o que protege o autor.

A história que ele contou pra mostrar o que dá errado, segundo ele, é a do Rocky, do Sylvester Stallone, e que, segundo ele, o Stallone escreveu o roteiro, e que, segundo ele, foi em vários estúdios tentando vender, e que, segundo ele, um estúdio falou que comprava, mas com a condição de o Stallone ser o protagonista, e que, segundo ele, o cara do estúdio falou que ele não tinha cara de galã, e que, segundo ele, o Stallone falou que só vendia se fosse o protagonista, e que, segundo ele, o estúdio topou, e que, segundo ele, o filme explodiu, e que, segundo ele, vieram Rocky 1, 2, 3, 4, 5, 6, e que, segundo ele, o Stallone não recebe um real de bilheteria, só o cachê de ator, e que, segundo ele, o estúdio tem o direito, e que, segundo ele, se quiserem fazer um reboot com outro personagem, podem, e que, segundo ele, foi por isso que ele falou da importância de avaliar o que a editora fica com o direito, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pros autores do interior.

Além do Lar do Cafezal (2021) e Sonhos Dissonantes (2023), independentes, com gráfica da cidade, e a Síndrome do Viralata

O segundo livro do Eduardo, segundo ele, foi Além do Lar do Cafezal, lançado em 2021, e que, segundo ele, foi o primeiro livro independente dele, e que, segundo ele, ele comprou 200 livros de uma gráfica da cidade, e que, segundo ele, vendeu pro círculo social, e que, segundo ele, o terceiro foi Sonhos Dissonantes, lançado em 2023, e que, segundo ele, é o livro mais recente, e que, segundo ele, segue o mesmo modelo, e que, segundo ele, o que ele faz é a capa, o registro autoral, o ISBN, manda pra Biblioteca Nacional, e que, segundo ele, é o que a Câmara Brasileira do Livro exige, e que, segundo ele, é o que torna o livro um livro de verdade, e que, segundo ele, é o que ele mais fala pras pessoas que acham que independente é menor, e que, segundo ele, o livro independente segue os mesmos padrões da pequena editora, e que, segundo ele, a única diferença é que não tem o selo, e que, segundo ele, é o que faz a diferença na prateleira.

A Síndrome do Viralata, segundo Eduardo, é o que o leitor brasileiro tem com autor nacional, e que, segundo ele, é a mesma coisa do cinema, em que o pessoal adora Hollywood, e que, segundo ele, o cinema nacional é o viralata, e que, segundo ele, o livro nacional é o viralata, e que, segundo ele, é um preconceito que existe, e que, segundo ele, o autor independente sem selo sente mais ainda, e que, segundo ele, mas que tem saída, e que, segundo ele, é o que ele chama de Cantinho dos Famosinhos da Amazon, que é o dos livros que fazem sucesso no TikTok e no Instagram, e que, segundo ele, vendem 500 mil cópias, e que, segundo ele, é o que mostra que dá, e que, segundo ele, é o que mantém o escritor do interior escrevendo.

A tecnologia que democratiza, o AdamiCast que ajuda o autor do interior, e a cada 2 anos um livro novo

A frase que o Eduardo repetiu, segundo ele, é que a tecnologia democratizou a publicação, e que, segundo ele, plataformas como a Amazon, o iClp, e a Casa dos Autores permitem que o autor independente suba o PDF do livro, monte a capa, e publique, e que, segundo ele, é a gráfica que imprime e envia quando alguém compra, e que, segundo ele, é o que permite que um cara de Dracena publique o livro e mande pro mundo inteiro, sem estar dentro de um grande polo, e que, segundo ele, é o que mudou o jogo, e que, segundo ele, é o que ele mais aproveita, e que, segundo ele, é o que o AdamiCast, segundo ele, faz, que é dar voz pra quem tá no interior, e que, segundo ele, é o que ele agradeceu no podcast, de que o que o Pedro e a Mariana fazem ajuda muito o autor independente, e que, segundo ele, é uma troca, e que, segundo ele, é o que mantém o escritor do interior, escrevendo, e que, segundo ele, é o que ele vai continuar fazendo, com a rotina de a cada 2 anos tirar um livro novo, e que, segundo ele, é o que ele recomenda pra quem tá começando.

Onde encontrar

Eduardo Antoniassi é escritor de Dracena, SP, com 3 livros publicados, Memórias de um Mundo sem Volta (2019), Além do Lar do Cafezal (2021), e Sonhos Dissonantes (2023), com a rotina de a cada 2 anos tirar um novo, e com o trabalho de mostrar os bastidores da publicação pra quem quer começar. Acompanhe pelo Instagram @eduardo.antoniassi.oliveira, e segundo o Eduardo, o Instagram tem o link pra comprar qualquer uma das obras, e segundo ele, falar que veio pelo AdamiCast, segundo ele, ajuda o autor do interior.

Resumo do episódio

Eduardo Antoniassi, escritor de Dracena, começou a escrever na infância com uma maquininha de escrever e ressurgiu como autor na pandemia, publicando três livros em quatro anos com cadência de um a cada dois anos. Ele descreve os três caminhos de publicação disponíveis ao autor: grande editora com 0,5% de chance especialmente para quem mora no interior, pequena e média editora onde o autor partilha custos de produção, e a publicação independente que ele considera igualmente profissional quando segue os padrões de ISBN e registro na Biblioteca Nacional. Aborda a Síndrome do Viralata do leitor brasileiro que desvaloriza autores nacionais e usa a história do Rocky de Stallone para ilustrar a importância de reter direitos autorais.

Principais aprendizados

  • Os três caminhos de publicação são grande editora com 0,5% de chance, pequena e média editora com compartilhamento de custos, e publicação independente com total controle do autor.
  • Na publicação por pequena editora, o autor paga produção, capa, revisão e ISBN enquanto a editora fica com direito de editoração, permitindo republicação posterior.
  • Livros independentes seguem os mesmos padrões profissionais de pequenas editoras quando possuem ISBN, registro autoral e depósito na Biblioteca Nacional.
  • A Síndrome do Viralata é o preconceito do leitor brasileiro contra autores nacionais, afetando especialmente autores independentes sem selo editorial.
  • Plataformas como Amazon, iClp e Casa dos Autores permitiram que autores do interior publiquem e distribuam livros nacionalmente sem estar em grandes polos urbanos.

Perguntas respondidas neste episódio

Quais são os caminhos para publicar um livro?

Existem três caminhos principais: a grande editora com aproximadamente 0,5% de chance de aceitar o trabalho, especialmente difícil para autores do interior; pequena ou média editora onde o autor paga produção, capa, revisão e ISBN enquanto a editora retém direitos de editoração; e publicação independente onde o autor controla todo o processo.

O que muda entre livro independente e de editora pequena?

A diferença principal é o selo editorial. Livro independente segue os mesmos padrões profissionais quando possui ISBN, registro autoral e depósito na Biblioteca Nacional. A única distinção na prateleira é a ausência do selo da editora, não indicando qualidade inferior.

Como o autor retém direitos ao publicar com editora pequena?

O autor cede apenas o direito de editoração, que envolve capa, formato e apresentação física do livro. O direito intelectual permanece com o autor, permitindo republicar a obra em outra editora ou de forma independente sem restrições.

O que é a Síndrome do Viralata mencionada sobre livros?

É o preconceito do leitor brasileiro contra autores nacionais, similar ao que ocorre com cinema onde Hollywood é valorizado sobre produções nacionais. Afeta especialmente autores independentes sem selo editorial, criando desvalorização do trabalho nacional.

Ouça no Spotify ou assista no YouTube.

Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.