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Da Volkswagen de Adamantina à Água de Cheiro: a história de Rosana, que chorou na inauguração | #217

16 de maio de 2023 • 11 min de leitura

Este texto vem do episódio #217 do AdamiCast

Quando a Rosana Silva Noguerol Barros conta que, em Adamantina, ela começou a trabalhar com 13 anos numa loja de tecidos, e a mãe falou que não precisava pagar nada, era só pra ela aprender a dobrar tecido, e que, depois, ela foi pra pré-escola, e depois pra Chevrolet, e depois pra Volkswagen, e ficou 12 anos, e a diretoria chamou ela pra vir pra Dracena, e ela conheceu o marido dentista lá, e a empresa foi vendida, e ela tava grávida, e foi dispensada, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e, segundo ela, a profissional que não existia, fica difícil acreditar que, 16 anos depois, a mesma Rosana é a dona da Água de Cheiro de Dracena, e tem 1 ano e pouco de loja, e chorou na inauguração debaixo de uma chuva que não parava, e o pessoal falou “é pra abençoar, pra lavar a alma”. A história, contada no episódio #216 do AdamiCast, em maio de 2023, é a de quem largou o artesanato com pérola por pérola, e seguiu o conselho do marido de “voltar naquele sonho de 10 anos atrás”, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e o que ela faz, no episódio, é contar, sem filtro, o que é empreender com franquias de perfumaria no interior.

Ao longo do bate-papo, Rosana mostrou que, antes da Água de Cheiro, houve a Volkswagen de Adamantina, e o chamado pra vir pra Dracena, e o marido dentista, e a dispensa na Volks, e os 8 anos de artesanato, e a pérola colada uma por uma, e as festas das filhas, e as clientes que voltavam, e a pandemia que parou tudo, e o marido que falou “vamos voltar naquele sonho de 10 anos atrás”, e a amiga que era revendedora da Água de Cheiro de Adamantina, e a franquia, e a busca do prédio, e o prédio que não deu certo por causa da altura, e a andada de loja em loja na chuva, e o prédio que tinha acabado de ser devolvido, e o drywall, e a lâmpada do teto, e o piso, e o absinto, e a inauguração de dezembro, e a chuva, e o choro, e o “tudo tem sua hora”. É a história de quem, segundo ela, largou a Volks, e, segundo ela, virou do dia pra noite, e, segundo ela, a profissional que não existia.

Da Volkswagen 12 anos em Adamantina ao chamado pra vir pra Dracena, e o sonho de 10 anos atrás que ficou adormecido

Rosana é de Adamantina, e, segundo ela, e a família toda é de lá, e, segundo ela, e ela começou a trabalhar com 13 anos numa loja de tecidos, e, segundo ela, e a mãe falou que não precisava pagar nada, e, segundo ela, e era só pra aprender a dobrar tecido, e, segundo ela, e ela ficou 5 anos numa pré-escola, e, segundo ela, e foi pra Chevrolet, e, segundo ela, e ficou 3 anos, e, segundo ela, e foi pra Volkswagen, e, segundo ela, e ficou 12 anos, e, segundo ela, e a diretoria chamou ela pra vir pra Dracena, e, segundo ela, e ela tava de férias na casa da irmã em São Paulo, e, segundo ela, e ligaram, e, segundo ela, e ela veio sozinha, e, segundo ela, e ficou num hotel, e, segundo ela, e o marido dentista ela conheceu na Volks, e, segundo ela, e ele chegou pra comprar um carro, e, segundo ela, e depois casaram, e, segundo ela, e a empresa foi vendida, e, segundo ela, e dispensou todos, e, segundo ela, e ela tava grávida, e, segundo ela, e ficou em casa.

Foi quando, segundo ela, uma amiga entrou na concessionária pra substituir ela, e, segundo ela, e a amiga era revendedora da Água de Cheiro de Adamantina, e, segundo ela, e a amiga apresentou a Água de Cheiro, e, segundo ela, e ficou o sonho, e, segundo ela, e ela começou a fazer artesanato, e, segundo ela, e os 8 anos de personalizado, e, segundo ela, e o marido falou: “vamos voltar naquele sonho de 10 anos atrás”, e, segundo ela, e foi em julho, e, segundo ela, e no finalzinho da pandemia, e, segundo ela, e ela entrou em contato com a franquia, e, segundo ela, e Dracena já tava no radar da Água de Cheiro, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é o começo do sonho.

Da dispensa na Volks aos 8 anos de artesanato colando pérola por pérola, e a pandemia que parou tudo

Após a dispensa, segundo ela, ela ficou em casa, e, segundo ela, e começou a fazer artesanato, e, segundo ela, e fazia as festas das filhas, e, segundo ela, e uma amiga falou “você não faz pra vender?”, e, segundo ela, e ela enfiou a cabeça, e, segundo ela, e trabalhou 8 anos com personalizado, e, segundo ela, e era tudo minucioso, e, segundo ela, e ela colava pérola por pérola, e, segundo ela, e a mãe da santinha era toda de pérola, e, segundo ela, e o marido falava “ninguém vai ver”, e, segundo ela, e ela falava “eu tô vendo”, e, segundo ela, e ela era perfeccionista, e, segundo ela, e dava bronca na amiga que ajudava, e, segundo ela, e a amiga aceitava, e, segundo ela, e ela fez o convite do noivado, e do casamento, e do chá de revelação, e do batizado, e do primeiro aninho, e, segundo ela, e ela não se desfez dos equipamentos.

Foi quando, em 2020, segundo ela, veio a pandemia, e, segundo ela, e os 2 anos sem evento, e, segundo ela, e as 3 festinhas no quarteirão, e, segundo ela, e o pessoal entregava no carro, e, segundo ela, e o personalizado não voltou no ritmo, e, segundo ela, e o papel deu prioridade pra outras coisas, e, segundo ela, e as pessoas tão mais conscientes, e, segundo ela, e ela foi desanimando, e, segundo ela, e o marido falou: “vamos voltar naquele sonho de 10 anos atrás”, e, segundo ela, e ela falou “vou virar a página”, e, segundo ela, e ela chorou bastante, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é o que é largar o artesanato.

Da entrada na franquia em julho de 2021 ao “pra abençoar” da chuva na inauguração em dezembro

Em julho de 2021, segundo ela, ela entrou em contato com a franquia, e, segundo ela, e Dracena já tava no radar deles, e, segundo ela, e começou a busca do prédio, e, segundo ela, e um prédio que ela achou, e, segundo ela, era baixo demais, e, segundo ela, e ela perdeu 40 dias, e, segundo ela, e outro prédio que ela queria já tinha sido alugado, e, segundo ela, e ela andou as duas avenidas embaixo de chuva, e, segundo ela, e perguntou de loja em loja, e, segundo ela, e quando ela voltou na imobiliária o prédio que ela queria tinha acabado de ser devolvido, e, segundo ela, e a moça ia fazer casa de doces mas o bombeiro não aprovou, e, segundo ela, e o prédio era pra ser dela, e, segundo ela, e começou a obra, e, segundo ela, e refez parede de drywall, e, segundo ela, e pôs de gesso, e, segundo ela, e lâmpada do teto, e, segundo ela, e piso, e, segundo ela, e tudo da franquia.

Foi quando, em dezembro de 2021, segundo ela, foi a inauguração, e, segundo ela, e choveu o dia todo, e, segundo ela, e uma chuva sem parar, e, segundo ela, e ela falou “meu Deus, ninguém vai na loja”, e, segundo ela, e o pessoal falou “é pra abençoar, pra lavar a alma”, e, segundo ela, e ela só conseguia chorar, e, segundo ela, e a ligação da Água de Cheiro, e, segundo ela, e o pessoal deu parabéns, e, segundo ela, e ela não acreditava que tinha conseguido, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é o choro da inauguração.

Do absinto que é carro-chefe aos 1 ano e pouco de loja própria, e o “tudo tem sua hora” que a Rosana aprendeu com a franquia

Hoje, em 2023, segundo ela, a loja tem 1 ano e pouco, e, segundo ela, e o absinto é o carro-chefe, e, segundo ela, e é o perfume sucesso, e, segundo ela, e a Água de Cheiro mantém os clássicos, e, segundo ela, e a cliente chega falando “eu uso esse desde a adolescência”, e, segundo ela, e a marca afetiva é muito forte, e, segundo ela, e a franquia hoje se preocupa com o meio ambiente, e, segundo ela, e não faz teste em animal, e, segundo ela, e não extrai matéria-prima do meio ambiente, e, segundo ela, e tem empresa grande por trás com projeto e marketing, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é a força da marca.

Hoje, segundo ela, o maior desafio é o tempo, e, segundo ela, e ela é muito cobrada pela própria cobrança, e, segundo ela, e ela não pôde estar sempre presente na vida das filhas, e, segundo ela, e a Maria Luísa já falou “mamãe nem falou que ia ter festa na escola”, e, segundo ela, e ela é perfeccionista, e, segundo ela, e ela quer que tudo fique do jeito dela, e, segundo ela, e o marido dentista ajuda, e, segundo ela, e ela investe em mídia, e, segundo ela, e ela quer que Dracena saiba que a Água de Cheiro existe, e, segundo ela, e o que ela cita, no episódio, é que tudo tem sua hora, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e, segundo ela, e o que ela faz, no episódio, é contar, sem filtro, o que é ser a Rosana da Água de Cheiro, e, segundo ela, hoje.

Onde encontrar

Rosana Silva Noguerol Barros é a dona da Loja Água de Cheiro de Dracena, e mora em Dracena, e a franquia é da matriz de Adamantina, e a loja foi inaugurada em dezembro de 2021, e o carro-chefe é o perfume absinto. No Instagram, segue a @aguadecheirodracenasp, e a @ro.noguerolb.

Resumo do episódio

Rosana Silva Noguerol Barros trabalhou 12 anos na Volkswagen de Adamantina, foi dispensada na empresa quando grávida, passou 8 anos fazendo artesanato personalizado, e após a pandemia decidiu retomar um sonho de 10 anos atrás ao abrir a franquia Água de Cheiro em Dracena em dezembro de 2021, onde hoje gerencia a loja que tem o perfume absinto como carro-chefe.

Principais aprendizados

  • Após 12 anos na Volkswagen em Adamantina, Rosana foi dispensada quando a empresa foi vendida e ela estava grávida.
  • Durante 8 anos de artesanato personalizado, ela colava pérola por pérola e era perfeccionista em cada detalhe do trabalho.
  • A pandemia em 2020 paralisou os eventos e o trabalho com personalizado não voltou no mesmo ritmo.
  • O marido a encorajou a retomar o sonho de 10 anos atrás, levando-a a entrar em contato com a franquia Água de Cheiro em julho de 2021.
  • O perfume absinto é o carro-chefe da Água de Cheiro de Dracena, e a marca mantém forte relação afetiva com clientes desde adolescência.

Perguntas respondidas neste episódio

Como Rosana chegou à Água de Cheiro?

Após ser dispensada da Volkswagen estando grávida, Rosana passou 8 anos fazendo artesanato personalizado. Durante a pandemia, o trabalho desanimou e o marido sugeriu retomar um sonho de 10 anos atrás. Em julho de 2021, ela entrou em contato com a franquia Água de Cheiro, que já tinha Dracena no radar.

Qual foi o maior desafio na busca do prédio para a loja?

A busca pela localização foi longa. Um prédio que Rosana achou era baixo demais e ela perdeu 40 dias. Outro que queria já tinha sido alugado. Só encontrou o lugar ideal quando voltou à imobiliária e o prédio que desejava havia acabado de ser devolvido.

O que aconteceu na inauguração em dezembro de 2021?

Choveu o dia todo da inauguração sem parar. Rosana ficou preocupada que ninguém fosse à loja, mas as pessoas disseram que a chuva era para abençoar e lavar a alma. Ela conseguia apenas chorar, recebeu uma ligação de parabéns da Água de Cheiro e não acreditava que tinha conseguido.

Qual é o principal produto da Água de Cheiro de Dracena?

O perfume absinto é o carro-chefe da loja. A marca Água de Cheiro mantém os clássicos, e as clientes chegam falando que usam desde a adolescência, pois a marca afetiva é muito forte.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.