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Da caçula de Andradina à médica de Prudente: como Adriany De La Rua virou @dryrecomenda | #191

07 de fevereiro de 2023 • 10 min de leitura

Este texto vem do episódio #191 do AdamiCast

Quando Adriany De La Rua voltou a Andradina, cidade onde cresceu, perguntaram pelo irmão Anderson, e pelo irmão André, e só depois, quase sem querer, alguém lembrou que a Lucia, a mãe, tinha uma terceira filha. Era ela, a caçula, a que ficou em casa estudando, a que virou médica, e a que, anos depois, virou @dryrecomenda, a influenciadora que tem 30 mil seguidores no Instagram, mas que, segundo ela conta, não fala de saúde nenhum. A história, contada no episódio #191 do AdamiCast, em fevereiro de 2023, é a de uma médica de Presidente Prudente, preceptora na residência do Hospital Regional, que decidiu, no fim de 2019, abrir o Instagram como válvula de escape, e que, sem perceber, virou referência em dica de casa, de filho, e de consumo, com a regra que ela repete no episódio: “se eu falar de saúde no Instagram, se torna trabalho. E eu já tenho trabalho.”

Ao longo do episódio, Adriany mostrou que a diferença entre a profissão e o Instagram, no caso dela, é justamente não misturar, e que é essa separação que faz o ofício da médica aguentar, e o ofício de influenciadora render. Ela descreveu, com a franqueza de quem cresceu em casa de hoteleiro, a herança de comunicar, de mostrar, de conversar, que ela herdou da mãe, e que, segundo ela, é o que define o que ela faz nas redes, e que é o que define, também, o que ela faz fora delas. Também contou, sem esconder, a história de quem casou no terceiro ano de faculdade, e que segurou o marido, que queria voltar para Itapeva, em Prudente, e que, segundo ela, “quem manda é a mulher”, com a leveza de quem sabe que, no caso dela, isso é verdade.

A caçula de Andradina que ninguém lembra, e o plantão onde nasceu o @dryrecomenda

Adriany é a caçula de uma família de comerciantes de Andradina, com dois irmãos mais velhos, Anderson e André, que seguiram o ramo do pai e da mãe, e que, segundo ela conta no episódio, “saíam para curtir” enquanto ela ficava em casa estudando. Foi, segundo ela, a configuração que definiu o que ela virou, e o que definiu, também, o que ela lembra de si, quando volta para a cidade. “Ninguém lembra que a Lucia tinha mais uma filha.” Foi o que ela conta, com o sorriso de quem entende que o que é o dela, é o ofício de quem estuda, e que, em Andradina, ela era a que ficava na caixinha, e não a que saía. Tentou Estadual, tentou Federal, e acabou em Presidente Prudente, onde entrou na faculdade de medicina em 2002, fez os seis anos, e seguiu para a residência no Hospital Regional.

Foi no Hospital Regional, e no plantão, que o @dryrecomenda nasceu. Segundo ela conta, foi em uma conversa entre amigas, em uma madrugada, e com a pergunta que ela descreve, com humor, como a mais perigosa do plantão: “Dri, por que você não cria um Instagram?” Ela aceitou, segundo ela, sem saber o que viria, e o que era, no fim de 2019, uma brincadeira de plantão, virou, com a pandemia, o que ela chama de válvula de escape. É o que define, para ela, o tipo de conteúdo que ela faz, e o que é, segundo ela, a diferença entre o ofício da médica, e o ofício de influenciadora. Foi o que ela contou no episódio, e o que o Pedro Adami, no episódio, descreve como o tipo de história que é o contrário do que se espera de uma médica na internet.

A válvula de escape que virou marca, e a regra de não falar de saúde

A regra, segundo Adriany, é simples, e é o que define o @dryrecomenda. Ela não fala de saúde, não fala de doença, não fala de sintoma. Quando alguém pede, no direct, dica de mancha de pele, ou de gripes, ou de dengue, ela responde, segundo ela conta, com a recomendação básica que cabe no ofício de qualquer mãe que é médica, e que é o tipo de dica que ela não transformaria em conteúdo. É o que ela chama, no episódio, de segurar a médica, e soltar a Dri, e é o que, segundo ela, é a razão pela qual o Instagram não virou trabalho, e a razão pela qual, segundo ela, ela consegue, depois de um plantão, abrir o celular, e não ver medicina.

A pandemia, segundo ela, foi o período em que o @dryrecomenda mais cresceu, não pelo número de post, mas pelo tipo de conteúdo. Foi quando, segundo ela, ela começou a postar sobre casa, sobre filho, sobre o que tinha em casa, e quando, segundo ela, ela descobriu que o tipo de conteúdo que viralizava não era o conteúdo técnico, era o conteúdo de vida. É o que ela atribui, no episódio, à influência que veio da mãe, que era hoteleira, e que, segundo ela, era “aquela pessoa que tinha que se comunicar muito”, e que, segundo ela, é o que define o tom do que ela faz. É o tipo de herança, segundo ela, que explica o que é o @dryrecomenda, e o que é, também, a razão pela qual ela recomenda, e não prescreve, e que é o que ela diferencia de um perfil médico.

O casamento que travou a Itapeva e ficou em Prudente

A história do casamento, segundo Adriany, é o que explica a decisão de ficar em Presidente Prudente, e o que define, também, a relação que ela tem com o ofício. Ela casou com o André, o marido, no terceiro ano de faculdade, e, segundo ela conta, ele é de Itapeva, próximo a Sorocaba, e queria, depois da formatura, voltar para a cidade dele. Ela não topou, segundo ela, e o que era, no começo, uma discussão de casal, virou, com o tempo, uma decisão de carreira, e o marido, segundo ela, “se lascou”, e foi ficando. É o que ela repete, com a leveza de quem sabe que, no caso dela, quem manda é a mulher, e que é o tipo de decisão, segundo ela, que é o que faz o ofício da médica aguentar, e o que é o que faz a vida, em Prudente, ter o ritmo que tem.

Foi em Prudente que Adriany fez a residência, e é em Prudente, segundo ela, que ela é preceptora, e que ela trabalha no Hospital Regional, e que, segundo ela, é o lugar onde ela decidiu ficar. Foi em Prudente que ela foi mãe, e foi em Prudente, segundo ela, que o irmão e a irmã foram, depois, atrás dela, e que, segundo ela, hoje a família está toda na cidade, e que é o tipo de cidade, segundo ela, que tem um pouco de tudo, mas que não tem o que ela mais sente falta, que é o aeroporto. É o que ela cita, no episódio, como a diferença que é uma cidade sem aeroporto faz na vida de quem viaja, e que é o que faz a viagem da Adri, e da maioria de quem mora na região, começar em São José do Rio Preto, ou em Londrina, e não em Prudente, e que é o que define, segundo ela, o ritmo da região.

A frigideira, a compulsão de comprar, e a mãe hoteleira que ensinou tudo

Uma das partes mais leves do episódio é o que Adriany conta sobre a mãe, e sobre o que a mãe ensinou, sem ter ensinado formalmente. A mãe era hoteleira, segundo ela conta, e é o tipo de pessoa que tem que se comunicar o tempo todo, e que é o que Adriany herdou, e que, segundo ela, é o que explica o que ela faz no Instagram. A mãe faleceu, segundo ela, e a herança, segundo ela, é o que sobrou. É a herança, segundo ela, que explica o tom de quem mostra frigideira no ar, ou copo Stanley, e que, segundo ela, é o que diferencia o @dryrecomenda de outros perfis, e que é o que justifica, segundo ela, a confiança que o público deposita nela.

A outra parte que Adriany conta, com humor, é a compulsão de comprar. Segundo ela, ela é do tipo que, quando o Instagram recomenda, ela já comprou, e que, segundo ela, é o que faz do @dryrecomenda o que é, e o que, segundo ela, é o que diferencia o que ela mostra do que ela usa. Foi o que ela cita, com o sorriso de quem se conhece, e com a franqueza de quem admite que, sim, é compulsiva, e que, sim, é o que faz dela, segundo ela, uma boa influenciadora de consumo, e não uma boa influenciadora de saúde. É o que ela resume, no episódio, e que é o que o Pedro Adami, no episódio, descreve como a razão pela qual o @dryrecomenda, às vezes, é a decisão de comprar, e, às vezes, é a decisão de não comprar, e que é o tipo de influência que, segundo ele, vale a pena, porque é verdadeira.

Onde encontrar

Adriany De La Rua, a Dri, é médica, preceptora da residência de clínica médica do Hospital Regional de Presidente Prudente, e influenciadora no @dryrecomenda, onde mostra casa, filho, e consumo, mas não fala de saúde. Para acompanhar a rotina, as dicas, e o que ela recomenda, siga a @dryrecomenda.

Resumo do episódio

Adriany De La Rua é médica em Presidente Prudente e criadora do perfil @dryrecomenda, que começou como brincadeira de plantão no Hospital Regional e virou referência em dicas de casa, filho e consumo, com a regra de nunca falar de saúde nas redes. Ao longo do episódio, ela explica como a separação entre profissão e Instagram mantém ambas as atividades sustentáveis, como a herança de comunicação da mãe hoteleira define seu tom, e como decisões pessoais, como ficar em Prudente em vez de Itapeva, moldaram sua carreira e vida.

Principais aprendizados

  • A regra de não falar de saúde no Instagram é o que transforma a rede em válvula de escape em vez de trabalho adicional.
  • O conteúdo que viraliza é o de vida real, não o conteúdo técnico, especialmente durante períodos de isolamento como a pandemia.
  • A herança de comunicação vem da mãe hoteleira, que precisava se comunicar constantemente, e define o tom do que é mostrado nas redes.
  • Decisões pessoais significativas, como a escolha de permanecer em uma cidade, influenciam tanto a carreira médica quanto a vida profissional como influenciadora.
  • A compulsão por compra e a autenticidade são características que constroem confiança com o público de consumo.

Perguntas respondidas neste episódio

Como o @dryrecomenda nasceu?

O perfil nasceu em uma conversa entre amigas durante um plantão no Hospital Regional, no fim de 2019, quando uma delas perguntou por que Adriany não criava um Instagram. Começou como brincadeira de plantão e se tornou válvula de escape com a pandemia.

Por que Adriany não fala de saúde no Instagram?

Adriany não fala de saúde porque isso transformaria o Instagram em trabalho, prejudicando sua função de válvula de escape. Quando alguém pede dicas médicas nos direct, ela responde com recomendações básicas, mas não transforma isso em conteúdo, separando o papel de médica do papel de influenciadora.

Qual tipo de conteúdo o @dryrecomenda produz?

O perfil recomenda produtos de casa, filho e consumo, mas não aborda temas de saúde ou doença. O conteúdo que viraliza é sobre vida real, como mostrar uma frigideira ou copo Stanley, e reflete a herança de comunicação que Adriany recebeu da mãe hoteleira.

Por que Adriany decidiu ficar em Presidente Prudente?

Adriany casou no terceiro ano de faculdade com André, que era de Itapeva e queria voltar para lá após a formatura. Ela recusou a mudança, o marido acabou ficando em Prudente, e ela estabeleceu sua carreira como médica e preceptora no Hospital Regional da cidade.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.