No episódio #239 do AdamiCast, em 3 de agosto de 2023, Maria Clara Paloni, fundadora e diretora criativa da marca Clariá, contou a história que começou com a avó costureira que rabiscava no papel e fazia a roupa, e que, segundo ela, foi o que ensinou ela a amar a moda, e que, segundo ela, foi o que fez ela pedir pra avó fazer o vestidinho de 15 anos, e que, segundo ela, foi o que fez ela ir pra Maringá estudar na Unicesumar, e que, segundo ela, foi o que fez o pai chamar no segundo ano, e que, segundo ela, foi o que fez ela bati o olho e falar Clariá, e que, segundo ela, foi o que virou a marca, e que, segundo ela, o que ela mais repete, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram. Foi uma conversa de quase 2 horas, passando pelo point das amigas na casa dela pra escolher roupa de rodeio, pelos irmãos músicos que tinham 2 CDs gravados quando ela nasceu, pela faculdade que não tinha em Adamantina, pela escolha do Maringá que era mais perto de casa, e pelo teste de pronúncia com as amigas, e que, segundo ela, foi o que mostrou que a marca tinha o nome certo.
Da avó costureira que rabiscava no papel ao point das amigas pra escolher roupa de rodeio, e da loja da mãe de lingeries que ela cresceu sentada em cima
A Maria Clara, segundo ela, cresceu com a avó costureira, e que, segundo ela, a avó é a melhor costureira que ela conheceu, e que, segundo ela, ela ia com a avó na loja de tecidos em Adamantina, e que, segundo ela, ela escolhia o tecido, e que, segundo ela, ela não sabia composição, e que, segundo ela, ela gostava da cor, da textura, e que, segundo ela, ela falava vó é isso aqui, e que, segundo ela, a avó rabiscava no papel, e que, segundo ela, ela fazia a roupa, e que, segundo ela, foi o que ensinou ela a amar a moda, e que, segundo ela, foi o que fez a casa dela ser o point pras amigas escolherem roupa de rodeio, e que, segundo ela, ela fazia reunião com as amigas uma semana antes pra decidir a roupa de todo mundo, e que, segundo ela, era o que ela mais gosta de contar, e que, segundo ela, é o que ela mais sente falta.
A loja da mãe, segundo a Maria Clara, é de lingeries, e que, segundo ela, a mãe é do ramo de lingerie na cidade vizinha, e que, segundo ela, ela cresceu sentada em cima do balcão da loja, e que, segundo ela, ela esperava a mãe sair do horário, e que, segundo ela, ela tem contato com vendas desde que nasceu, e que, segundo ela, os pais são comerciantes há mais de 45 anos, e que, segundo ela, ela já tava com 3 anos dentro da loja, e que, segundo ela, foi o que ensinou ela o comercial, e que, segundo ela, é o que ela mais repete pras pessoas, de que o comercial importa, e que, segundo ela, é o que diferencia a Clariá das marcas que só fazem passarela.
Do vestibular que ela não prestou em Adamantina por não ter curso, ao Maringá da Unicesumar que era mais perto de casa, e da família que misturou vendas com arte
A faculdade, segundo a Maria Clara, foi o divisor, e que, segundo ela, ela já sabia que seria alguma coisa relacionada à moda, e que, segundo ela, em Adamantina não tinha curso de moda, e que, segundo ela, ela pensou em ficar na cidade e cursar publicidade, e que, segundo ela, ela ia pro ramo da moda depois, e que, segundo ela, ela teve a oportunidade de ir numa amostra de profissões em Maringá, e que, segundo ela, ela viu as disciplinas, e que, segundo ela, foi a escolhida, e que, segundo ela, a Cesuar de Maringá era mais focada em construção de marca, e que, segundo ela, era o que ela queria, e que, segundo ela, não era passarela, e que, segundo ela, era o comercial, e que, segundo ela, foi o que fechou tudo.
A família, segundo a Maria Clara, é o que sustenta, e que, segundo ela, os irmãos são músicos, o Luís Henrique e o Lu Fernando, e que, segundo ela, quando ela nasceu, eles já tinham 2 CDs gravados, e que, segundo ela, ela cresceu acompanhando a vida de artista, e que, segundo ela, ela misturou as vendas com a arte, e que, segundo ela, ela juntou os dois, e que, segundo ela, foi o que fez a Clariá ser o que é, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram, de que a arte com a venda, e que, segundo ela, é o que mantém a marca viva.
Do bati o olho e falei Clariá ao teste de pronúncia com as amigas, e da logo feita no Corel Draw da faculdade que nunca mudou
O nome Clariá, segundo a Maria Clara, veio do nada, e que, segundo ela, ela queria uma lembrança do nome dela no nome da marca, e que, segundo ela, ela ficou pensando em Maria Clara, e que, segundo ela, ela achava que Maria Clara era muito sério, e que, segundo ela, ela ficou com Clariá, e que, segundo ela, foi de repente, e que, segundo ela, ela falou nossa, eu gostei, e que, segundo ela, foi o que fechou, e que, segundo ela, depois que ela escolheu o nome, veio a loja toda preta por fora e clara por dentro, e que, segundo ela, foi a iluminação, e que, segundo ela, é o que ela mais gosta de contar, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram.
A logo, segundo a Maria Clara, foi feita no Corel Draw da faculdade, e que, segundo ela, ela aproveitou as aulas de desenho digital, e que, segundo ela, ela fez a primeira logo, e que, segundo ela, ela foi testando, e que, segundo ela, ela mostrou pras amigas, e que, segundo ela, as amigas leram do jeito que ela queria, e que, segundo ela, elas amaram, e que, segundo ela, é a mesma logo até hoje, sem mudar nada, e que, segundo ela, foi o que ela mais aprendeu, de que ler o nome importa, e que, segundo ela, ela lembra do caso da Oxxo, que virou Oxo no Brasil, e que, segundo ela, a empresa teve que ensinar a pronúncia na loja, e que, segundo ela, é o que ela mais fala pras marcas novas, de que testar a pronúncia com amigos é o que salva.
Do pai que chamou no segundo ano e deu a liberdade de criar, à responsabilidade de não decepcionar quem abriu a porta
O pai, segundo a Maria Clara, foi o que mudou tudo, e que, segundo ela, no segundo ano da faculdade o pai ligou e perguntou qual era a ideia, e que, segundo ela, ela falou a verdade, e que, segundo ela, ele falou bom, o que você não aprendeu ainda eu te ensino, e que, segundo ela, ele deu a liberdade de criar, e que, segundo ela, ele confiou no senso dela com a moda, e que, segundo ela, ele somou com a administração dele de anos, e que, segundo ela, foi o que ela mais agradece, e que, segundo ela, foi o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram, de que o pai deu a liberdade sem prender, e que, segundo ela, é o que sustenta a marca.
A responsabilidade, segundo a Maria Clara, é o que mais pesa, e que, segundo ela, é uma grande responsabilidade não decepcionar pai e mãe, e que, segundo ela, eles abriram a porta, e que, segundo ela, ela cultivou, e que, segundo ela, o mérito é dela por não ter parado na primeira, e que, segundo ela, é o que ela mais fala pras pessoas, de que sorte é o que abre, e que, segundo ela, mérito é o que mantém, e que, segundo ela, foi o que ela aprendeu com o pai, e que, segundo ela, é o que ela mais repete no AdamiCast, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram, de que ela não parou na primeira.
Da moda comercial que ela prefere à passarela, do custo que o pai ensinou, e das 20 lojas da Clariá que ela quer ter
A moda comercial, segundo a Maria Clara, é o que ela mais gosta, e que, segundo ela, ela prefere ver a peça numa loja do que numa passarela, e que, segundo ela, a passarela é conceitual, e que, segundo ela, a loja é o que vende, e que, segundo ela, ela sempre pensou em vitrine, e que, segundo ela, é o que diferencia a Clariá, e que, segundo ela, foi o que a Cesumar de Maringá ensinou, e que, segundo ela, é o que ela mais repete, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram, de que ela pensou no comercial desde o começo.
O custo, segundo a Maria Clara, foi o que o pai ensinou, e que, segundo ela, empresa tem que dar lucro, e que, segundo ela, não basta ter o melhor produto, e que, segundo ela, é preciso saber precificar, e que, segundo ela, é o que ela mais fala pros profissionais que passam por ela, de que ninguém ensina administração na faculdade, e que, segundo ela, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ela, mais admiram, de que o pai ensinou o que a faculdade não ensinou, e que, segundo ela, é o que mantém a Clariá aberta, e que, segundo ela, é o que faz ela querer ter 20 lojas, e que, segundo ela, é o sonho que ela tem com o pai, e que, segundo ele, vai chegar.
Onde encontrar
A Clariá fica em Adamantina, SP, e é a marca de moda feminina fundada pela Maria Clara Paloni, com loja física, com venda online, e com produção que começou com a avó costureira e virou empresa familiar. Acompanhe pelo Instagram da marca @clariaoficial, e pelo Instagram da Maria Clara @mapaloni. Se você quer empreender na moda, segundo a Maria Clara, teste a pronúncia do nome com amigos, segundo ela, e segundo ela, misture a arte com a venda, segundo ela, e segundo ela, peça apoio da família, segundo ela, e segundo ela, não pare na primeira dificuldade, segundo ela, e segundo ela, é o que ela mais repete, e segundo ela, é o que mantém a Clariá viva.
Resumo do episódio
Maria Clara Paloni, fundadora da Clariá, conta como a inspiração da avó costureira, a experiência na loja de lingeries da mãe e a liberdade criativa do pai a levaram a construir uma marca de moda focada no comercial e na vitrine, não na passarela, com expansão de uma ideia nascida na faculdade para 20 lojas.
Principais aprendizados
- A pronúncia correta do nome da marca importa: testar com amigos antes do lançamento evita problemas de comunicação futuros.
- O conhecimento comercial e de precificação é tão importante quanto o produto: empresa precisa dar lucro para se manter aberta.
- A mistura entre arte e vendas diferencia uma marca de moda: a Clariá une criatividade com foco no comercial desde o início.
- A liberdade criativa com confiança familiar sustenta um empreendimento: o pai deu autonomia sem abandonar o suporte na experiência de gestão.
- Mérito mantém enquanto sorte abre: parar na primeira dificuldade esvazia qualquer oportunidade inicial.
Perguntas respondidas neste episódio
Como Maria Clara Paloni criou o nome Clariá?
O nome surgiu da vontade de homenagear o próprio nome dela no da marca. Ela considerou Maria Clara muito sério e escolheu Clariá de repente, gostou e fechou a decisão. A logo foi feita em Corel Draw durante a faculdade e testada com amigas, que leram corretamente, validando que a pronúncia funcionava.
Qual foi o papel do pai na fundação da Clariá?
No segundo ano de faculdade, o pai perguntou qual era a ideia dela. Ao ouvir a verdade, disse que ensinaria o que ela ainda não havia aprendido e deu liberdade para criar, somando sua experiência administrativa de anos com o senso de moda dela. Essa confiança e suporte sustentam a marca até hoje.
Por que Maria Clara prefere a moda comercial à passarela?
Ela prefere ver a peça numa loja do que numa passarela porque a passarela é conceitual e a loja é o que vende. Sempre pensou em vitrine e essa diferença é o que marca a Clariá, conceito ensinado pela Cesumar de Maringá, sua faculdade.
Qual foi a influência da avó costureira na trajetória de Maria Clara?
A avó costureira que rabiscava no papel e fazia as roupas ensinou a ela o amor pela moda. Crescer nesse ambiente criativo levou a sua casa a virar ponto das amigas para escolher roupa de rodeio, com reuniões uma semana antes para decidir as roupas de todos.
Como o contato com vendas desde infância influenciou a Clariá?
Maria Clara cresceu sentada no balcão da loja de lingeries da mãe, esperando-a sair do horário. Esse contato com vendas desde que nasceu ensinou o comercial, conhecimento que ela mais repete para outros profissionais, diferenciando a Clariá das marcas que só fazem passarela.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.