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Clover House: Tiago Marcena e a cultura do skate em Dracena | #016

29 de junho de 2021 • 3 min de leitura

Este texto vem do episódio #16 do AdamiCast

Tem histórias que começam com uma mochila nas costas e terminam com uma loja no centro da cidade. É exatamente esse o caminho de Tiago Marcena, fundador da Clover House Skateboarding, convidado do episódio #016 do AdamiCast. Pedro e Mariana Adame ouvem Tiago contar como o skate deixou de ser apenas hobby para se tornar o centro de um negócio construído na raça, tijolo por tijolo, em Dracena, no interior de São Paulo.

Da pista ao balcão: como nasceu a Clover House Skateboarding

Tiago começou a andar de skate por volta de 2004 e 2005, apenas por diversão. Em 2010, junto com o amigo Luciandro Milanese, surgiu a ideia de vender roupas da cena. Sem fornecedor, sem CNPJ e sem ponto comercial, os dois começaram vendendo de casa, carregando as peças para amigos e para as pistas de skate da região. O nome Clover House surgiu de uma pesquisa no Google Tradutor: “clover” é trevo em inglês, símbolo de sorte, e “house” veio do fato de a loja funcionar literalmente dentro de casa. Com o tempo, Luciandro seguiu carreira na pintura artística, e Tiago tocou o negócio sozinho, inclusive construindo com as próprias mãos um cômodo nos fundos do quintal para abrigar a loja e evitar o aluguel.

Em 2013, após três anos operando de casa e com as vendas crescendo, Tiago mudou para um ponto no centro de Dracena. A primeira viagem a São Paulo para comprar mercadoria foi uma aventura: ele nunca tinha ido à cidade, se perdeu no metrô com o endereço de um fornecedor no bolso, e voltou carregado de roupas. Pediu demissão do emprego com carteira assinada aos 20 e poucos anos, enfrentou a desconfiança dos pais e guarda até hoje o marco de fundação do negócio: 27 de abril de 2011, quando um amigo chamado Fernando pagou adiantado R$ 50 por um boné.

O que o episódio ensina

A trajetória de Tiago Marcena é uma aula prática sobre persistência sem glamour. Ele ficou três anos vendendo de mochila, acordava de madrugada após viagens de bate-volta a São Paulo para etiquetar roupas antes de abrir a loja, sofreu um assalto, enfrentou preconceito contra o skate e chegou a organizar campeonatos pagando as despesas do próprio bolso. A lição que fica é clara: quem está plantando a semente raramente é visto. Os frutos aparecem mais tarde, e é justamente aí que as pessoas começam a reconhecer, sem saber o preço que foi pago.

Tópicos do episódio

  • A origem da Clover House Skateboarding e o significado do nome com trevo e casa
  • A parceria inicial com Luciandro Milanese e a transição para trabalhar solo
  • A primeira venda em 27 de abril de 2011 e a gratidão ao primeiro cliente, Fernando
  • As viagens de bate-volta a São Paulo para comprar mercadoria no Brás de madrugada
  • Os campeonatos de skate organizados pela Clover House em Dracena, com mais de 11 edições
  • Como a pandemia impulsionou o marketing digital e a presença nas redes sociais

Resumo do episódio

Tiago Marcena, fundador da Clover House Skateboarding em Dracena, conta como transformou o hobby de skate em negócio próprio começando com vendas de mochila em 2010 e evoluindo para loja física no centro da cidade em 2013. O episódio revela a jornada de persistência do empreendedor, desde as primeiras vendas em casa até a construção de um cômodo nos fundos do quintal para evitar aluguel, passando por viagens madrugadas a São Paulo para comprar mercadoria e organização de campeonatos de skate na região.

Principais aprendizados

  • O negócio começou sem infraestrutura formal: sem fornecedor, CNPJ ou ponto comercial, apenas vendendo de mochila para amigos e em pistas de skate.
  • A construção do espaço físico foi feita com as próprias mãos, evitando custos de aluguel enquanto a loja funcionava dentro de casa.
  • A mudança para ponto comercial no centro levou três anos de operação doméstica, ocorrendo em 2013 com vendas já crescendo.
  • As viagens de bate-volta a São Paulo para comprar mercadoria envolviam madrugadas e logística pesada, indicando o esforço inicial intenso.
  • A primeira venda registrada em 27 de abril de 2011 foi um boné por R$ 50, pago adiantado por um cliente chamado Fernando.

Perguntas respondidas neste episódio

Como começou a Clover House Skateboarding?

Tiago Marcena e o amigo Luciandro Milanese tiveram a ideia em 2010 de vender roupas da cena de skate. Sem fornecedor, CNPJ ou ponto comercial, começaram vendendo de casa, carregando as peças para amigos e para as pistas de skate da região. O nome Clover House surgiu do Google Tradutor: clover significa trevo em inglês como símbolo de sorte, e house porque a loja funcionava literalmente dentro de casa.

Como Tiago expandiu o negócio do ponto de casa para loja no centro?

Após três anos operando de casa com vendas crescendo, Tiago se mudou para um ponto no centro de Dracena em 2013. Antes disso, ele havia construído com as próprias mãos um cômodo nos fundos do quintal para abrigar a loja e evitar custos de aluguel. Tiago pediu demissão do emprego com carteira assinada aos 20 e poucos anos para dedicar-se ao negócio em tempo integral.

Qual foi a primeira venda da Clover House?

A primeira venda registrada ocorreu em 27 de abril de 2011, quando um amigo chamado Fernando pagou adiantado R$ 50 por um boné. Tiago guarda até hoje o marco dessa transação como referência da fundação do negócio.

Quais foram os desafios principais enfrentados por Tiago nos primeiros anos?

Tiago ficou três anos vendendo de mochila, acordava de madrugada após viagens de bate-volta a São Paulo para etiquetar roupas antes de abrir a loja, sofreu um assalto, enfrentou preconceito contra o skate e chegou a organizar campeonatos pagando as despesas do próprio bolso. A primeira viagem a São Paulo para comprar mercadoria foi uma aventura: ele nunca tinha ido à cidade e se perdeu no metrô com o endereço de um fornecedor no bolso.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.