Cinquenta anos atrás começou com um balcão de bairro, muita gente conhecida pelo nome, e uma família disposta a crescer junto com a cidade. Hoje são mais de 600 funcionários, operação em Dracena, Tupi Paulista, Junqueirópolis e região, e um calendário de 50 anos que vai ser celebrado com vale-compras, TV e brindes ao longo do ano. Durval Roque Troiano e Emilene Troiano Rufino vieram ao AdamiCast pra contar a história do Grupo Troiano, o que mudou em cinco décadas, e por que o atacarejo que está chegando é visto como oportunidade, não como ameaça.
50 anos de Grupo Troiano: a história que virou empresa de família
O Grupo Troiano nasceu em 1972, num momento em que Dracena ainda era uma cidade de interior com economia agrícola e o comércio local era feito de balcão, confiança e nome na rua. O Durval pegou esse comércio e foi construindo, com a Emilene ao lado, e com a visão de que o negócio não é só da família que é sócia, é das famílias que trabalham lá. É o tipo de história que só cinquenta anos contam, e que cabe em uma cidade como Dracena pela proximidade que o negócio tem com a população que serve.
O resultado é uma operação que emprega mais de 600 funcionários, com unidades em Dracena, Tupi Paulista, Junqueirópolis, Presidente Venceslau e outras praças da região, e que mantém a lógica de fundo que sempre teve: cliente reconhecido pelo nome, funcionário que volta com o filho pra trabalhar, e padrão de qualidade que independe do tamanho da rede. É o tipo de empresa que cresce sem perder a cara, e isso é o mais difícil de manter.
600 funcionários, uma grande família
Quando o Durval fala dos funcionários, a palavra que mais aparece é família. Não é metáfora: tem funcionário que entrou na empresa há vinte, trinta anos, e que trouxe o filho pra trabalhar no mesmo lugar. Tem funcionário que casou com filho de outro funcionário, e que hoje é gerente de uma das unidades. É o tipo de história que só acontece quando a empresa trata gente como gente, e não como número. E a prova é que 600 pessoas continuam escolhendo o Grupo Troiano, mesmo com atacarejo chegando na cidade, mesmo com opções aparecendo em outros lugares.
A responsabilidade social aparece com naturalidade: o Grupo é o primeiro emprego de muita gente da região, e essa responsabilidade é levada a sério. Quando o Durval fala que “o primeiro emprego é uma base“, traduz o que a empresa faz na prática: forma gente, dá chance, e quem cresce dentro vira sócio da história. É o tipo de postura que mantém a empresa viva além do sócio fundador, e que é a verdadeira continuidade de uma marca de 50 anos.
Padronização de verdade: a rotisseria, a padaria, o detalhe
Um dos lados que o Durval e a Emilene contam com mais orgulho é a padronização da rotisseria e da padaria. Os temperos, as receitas, o treinamento de funcionários, tudo segue um padrão, e a padronização é o que garante que o bolo de leite Ninho da Dona Vera (famoso na região) tenha o mesmo gosto em qualquer uma das unidades. “Se o receituário é o mesmo, o resultado é o mesmo“, resume o Durval, e a frase traduz a lógica de quem entende que escala sem padrão é só replicar erro.
O cuidado com o detalhe aparece nas histórias contadas: a Letícia que faz o pudim, a Ju que entrou para o frio, a equipe que confere a padronização todo dia, e a vigilância do órgão de fiscalização que confere balança e medida. É o tipo de trabalho invisível que o cliente não vê, mas que é o que sustenta a reputação. Quando você compra no Troiano há 50 anos e o sabor é o mesmo, é porque alguém acordou cedo pra conferir isso.
Atacarejo chegando: a oportunidade que enxergam em vez da ameaça
A conversa sobre o atacarejo novo na região é o tipo de momento em que se vê a maturidade do empresário. Onde muita gente enxergaria ameaça, o Durval enxerga espaço: o atacarejo atrai um público que o Grupo Troiano não atende, e que pode passar pela porta da loja e conhecer o que o Grupo oferece. “O atacarejo não vai abalar significativo“, diz, com a tranquilidade de quem conhece o próprio negócio há décadas, e que sabe que a decisão de comprar vai continuar sendo sobre confiança, atendimento, e o detalhe que diferencia.
A estratégia do Grupo é clara: oferecer serviço que o atacarejo não oferece, no formato que o cliente da região valoriza. Açougueiro no balcão, atendente que conhece o cliente pelo nome, entrega pra quem não consegue ir à loja, lista de preço diferenciado para lanchonete da região. É o tipo de posição que só é possível quando você tem 50 anos de história e 600 funcionários que carregam o nome da empresa no peito.
Onde encontrar o Grupo Troiano
O Grupo Troiano tem unidades em Dracena, SP (sede), Tupi Paulista, SP, Junqueirópolis, SP, Presidente Venceslau, SP e região, com supermercados e farmácias. A campanha dos 50 anos está rolando ao longo do ano, com sorteios de vale-compras, TV 43 polegadas e brindes. Para acompanhar: @rede.troyano. A Durval e a Emilene também compartilham em @durvaltroiano e @emitroiano. O convite é pra quem quer ver o que é uma empresa de 50 anos, e o que faz ela continuar relevante quando o atacarejo chega na esquina. É o tipo de história que só uma cidade como Dracena consegue contar.
Resumo do episódio
O Grupo Troiano completa 50 anos como uma operação que cresceu de um balcão de bairro para mais de 600 funcionários espalhados por Dracena, Tupi Paulista, Junqueirópolis e região. Durval e Emilene contam como mantiveram a empresa relevante através da padronização rigorosa de produtos como bolos e pudins, do tratamento dos funcionários como família, e da visão do atacarejo como oportunidade em vez de ameaça. A história mostra como uma empresa de interior consegue escalar sem perder a identidade que a criou.
Principais aprendizados
- Padronização de receita e processos garante que o produto tenha o mesmo sabor e qualidade em todas as unidades da rede, independente do tamanho da operação.
- Funcionários que permanecem na empresa por duas ou três décadas e trazem filhos para trabalhar no mesmo lugar são sinal de que a empresa trata pessoas como gente e não como número.
- O primeiro emprego é descrito como uma base que forma gente e dá chance, e quem cresce dentro da empresa pode virar sócio da história.
- Empresas locais oferecem serviços que atacarejos não conseguem replicar: açougueiro no balcão, atendente que conhece o cliente pelo nome, e entrega para quem não consegue ir à loja.
- Cinquenta anos de operação contínua em uma cidade de interior são mantidos pela proximidade com a população, reputação construída sobre confiança, e atenção ao detalhe que o cliente não vê mas sente.
Perguntas respondidas neste episódio
Como uma rede consegue manter o mesmo sabor de produtos em diferentes unidades?
Através da padronização rigorosa: os temperos, as receitas e o treinamento de funcionários seguem um padrão em todas as unidades. Se o receituário é o mesmo, o resultado é o mesmo. Cada dia a equipe confere a padronização, e órgãos de fiscalização monitoram balança e medida.
Como uma empresa cresce mantendo a lealdade de funcionários por décadas?
Tratando funcionários como família em vez de número. O Grupo Troiano tem pessoas que entraram há vinte ou trinta anos e trouxeram filhos para trabalhar no mesmo lugar. Alguns casaram com filhos de outros funcionários e viraram gerentes. Essa postura mantém a empresa viva além do sócio fundador.
Como uma empresa local enxerga a chegada de um atacarejo na região?
Como oportunidade, não como ameaça. O atacarejo atrai público que a empresa não atende, e esse público pode conhecer o que a empresa oferece. A estratégia é oferecer serviços que o atacarejo não oferece: açougueiro no balcão, atendente que conhece o cliente pelo nome, entrega para quem não consegue ir à loja.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.