#248

Da Seruva à marca “Os Vaqueiros” de Presidente Prudente: a história de Evandro Rizzo e Rinaldo Picinini | #248

04 de setembro de 2023 • 11 min de leitura

Este texto vem do episódio #248 do AdamiCast

No episódio #248 do AdamiCast, em 4 de setembro de 2023, Evandro Carlos Rizzo e Rinaldo Picinini, Os Vaqueiros, contaram a história que começa com o Evandro trabalhando com vendas (representante de empresa que patrocinava a Seruva/Serviço Rural de Vaquejada) e o Rinaldo sendo presidente da Seruva na época, e que se conheceram pelo patrocínio do rodeio, e que viraram grandes amigos depois de 2 anos de parceria, e que numa madrugada de 4h, saindo do recinto do rodeio, pararam no posto Queirós e conversaram sobre montar uma marca Country juntos, e que a marca “Os Vaqueiros” já existia em Presidente Prudente (um grupo de empresários que faziam o Rodeio dos Campeões), e que eles pagaram royalty por um tempo e depois negociaram e compraram a marca, e que “encaixou certinho porque a gente era muito vaqueiro”. Foi uma conversa de mais de 2 horas, passando pelos 14 anos de “casamento” (sócio), pelos 150 funcionários em Junqueirópolis, 38 em Inúbia Paulista e 35 em Wenceslau, pelos 14-15 mil camisas no Camarote Brahma de Barretos por 5 anos consecutivos, pelos 300+ itens do portfólio, pela pandemia que mudou tudo e levou a ser 100% produção própria, e pela frase que eles mais repetem, de que o maior prazer é contratar e o pior é demitir.

Da Seruva e do patrocínio do rodeio à madrugada de 4h no posto Queirós, e à ideia da marca Country que nasceu numa mesa de bar

O Evandro e o Rinaldo, lembra o Evandro, se conheceram através da empresa que o Evandro trabalhava, que patrocinava a Seruva, e o Rinaldo era presidente da Seruva na época, e ficaram 1 ano com a parceria formal, e mais 1 ano onde a amizade ficou mais sólida, e o Evandro trabalhava com vendas como representante dessa empresa, e o Rinaldo tinha a fábrica de uniformes, e os dois tinham o sonho de montar alguma coisa própria, e aí o Evandro cita uma madrugada de 4h da manhã, saindo do recinto do rodeio, indo pro posto de esquina Queirós, e tomando uma cerveja, e o Evandro falou “eu teria vontade de ter uma marca Country”, e o Rinaldo falou “eu também”, e o Evandro falou “não, dá certo, vou ali ver o pedido de casamento”, e foi assim que começou, e foi numa mesa de bar, tomando uma cerveja, dois grandes amigos que gostavam do estilo, gostavam do country, gostavam do rodeio, e isso virou uma empresa, e segundo o Evandro, e o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram no AdamiCast, é que “daria uma música na mesa do bar, né, tomando uma cachaça”.

Da marca “Os Vaqueiros” que existia em Presidente Prudente ao royalty por um tempo, e à compra da marca, e ao “encaixou certinho porque a gente era muito vaqueiro”

Quando o Evandro e o Rinaldo decidiram montar o negócio juntos, lembra o Evandro, eles já tinham a ideia do nome, e foram conversar com a pessoa de Presidente Prudente (que era a marca original “Os Vaqueiros” lá), e a pessoa falou “olha, vocês vão começar um negócio novo, no nome novo, porque não toca o nosso negócio no Vaqueiros, que já tem esse nome”, e aí o Evandro conta que eles pegaram a marca por um tempo pagando royalty, e depois negociaram e compraram a marca, e segundo eles, e o Pedro e a Mariana, segundo eles, mais admiram no AdamiCast, é que a marca “Os Vaqueiros” já tinha história na região de Prudente (era do Rodeio dos Campeões, de um grupo de empresários), e o Evandro já fazia boné pra essa marca antes, e a amizade com o pessoal do rodeio veio disso, e eles não tinham a noção de onde iam chegar, e o nome encaixou certinho “porque a gente era muito vaqueiro”, e segundo o Evandro, é um nome “muito bom”, e ele não consegue enxergar um outro nome, e é uma sorte eles terem pego essa marca que já era conhecida, e a marca carrega a lembrança dos clientes e das pessoas que participaram do rodeio.

Do Evandro das vendas (16 anos) e do Rinaldo da fábrica (começou em 94), da mesma idade, ao “juntou a fábrica com a venda que foi o casamento que deu certo”

O Evandro, lembra ele, tinha 16 anos de venda, e o Rinaldo começou a fábrica em 94, e eles têm a mesma idade (21-22 anos quando começaram), e o Rinaldo tinha o know-how total da produção e da confecção, e o Evandro tinha o know-how total da venda, e segundo o Evandro, “juntou a fábrica com a venda, que foi o casamento que deu certo”, e eles abriram mão das outras coisas (o Rinaldo abriu mão da presidência da Seruva, e o Evandro abriu mão da empresa que trabalhava) pra empreender, e eles foram pro mercado logo cedo, e o começo foi difícil (correria), e o Evandro saía pra vender e o Rinaldo ficava na fábrica, e às vezes o pai e a mãe do Rinaldo ajudavam a tirar a linha de calça, e o Evandro voltava com o carro cheio de cheques, e a gente tava com o X produto, e o Evandro tacava dentro do carro e saía doido no final de semana, e segundo o Evandro, “empreender é isso, né, é acompanhar, você não sabe se vai abrir o paraquedas”, e eles focaram em gerar emprego e fazer o produto melhor, e segundo eles, e o Pedro e a Mariana, segundo eles, mais admiram no AdamiCast, é que “a gente tem certeza, tem que dar certo, não pode dar errado, não podia dar errado”.

Das camisetas que viraram camisa, depois calça, dos 300+ itens do portfólio, do 14-15 mil camisas em Barretos por 5 anos consecutivos, e dos mais de 1000 pontos de venda

O começo da Os Vaqueiros, lembra o Evandro, foi com camisetas, e depois evoluíram pra camisa, e depois entraram nas calças, e hoje eles têm mais de 300 itens no portfólio, e segundo ele, dá pra montar uma loja completa com a marca Os Vaqueiros, e o crescimento veio do patrocínio do rodeio (5 anos consecutivos patrocinando o Camarote Brahma de Barretos, e 14-15 mil camisas em Barretos por ano), e segundo o Evandro, “todo mundo começou a ver a marca, e o pessoal que é do rodeio acompanhou esse crescimento”, e a amizade com os peões e locutores e profissionais do rodeio deu muita força, e os melhores e maiores profissionais compraram a ideia por causa da amizade, por causa da marca, e por causa do produto que já era bom desde o começo (confortável, durável), e segundo ele, o marketing do “segundês” é quando o cara faz questão de mostrar a marca que ele tá usando, e a emoção da equipe é o que mantém a correria, e o Evandro fala que tem mais de 1000 pontos de venda, e que todos esses clientes são amigos do Evandro (porque ele faz o comercial e amigo mesmo), e segundo ele, o que mais impacta é que “a gente nasceu pra isso, o Evandro é um coração enorme, faz tudo que o cliente precisa”.

Da pandemia que mudou tudo e levou a ser 100% produção própria, dos 150 funcionários em Junqueirópolis, dos 38 em Inúbia Paulista, e dos 35 em Wenceslau, e do equipamento de R$2 milhões

A pandemia, lembra o Evandro, foi o marco divisor de águas, e antes eles tinham muito terceirizado, e hoje eles passaram a ser produção própria, e hoje praticamente 100% da produção é feita pelos colaboradores deles, e eles dominam todas as técnicas (bordado, costura, corte, desenvolvimento, produção, qualidade), e eles têm equipamento de R$2 milhões pra fazer corte, e a empresa tem 3 unidades: a sede em Junqueirópolis com 150 funcionários numa área de 2.000m² construída, e mais 38 funcionários em Inúbia Paulista, e mais 35 em Wenceslau, e o total passa de 220 funcionários, e segundo o Pedro, são quase 300 empregos, e o Evandro fala que a grande dificuldade é conciliar o comercial (venda) com a produção, porque a produção é limitada (qualidade, equipamento, treinamento de profissional), e segundo ele, “você não consegue dobrar uma produção em um ano, dois anos”, e o segredo é que eles nunca mediram força pra investimento, e eles sempre focaram em reinvestir na empresa (maquinário, qualidade, geração de emprego), e o ditado que ele cita é “empresário pobre, empresa rica”, e o maior prazer é quando você consegue contratar e colocar uma pessoa numa função, e a maior dor é ter que demitir, e segundo ele, e o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram no AdamiCast, é que a empresa “não é dos nomes lá que administram”, e é de todo mundo que trabalha nela.

Do “a gente nasceu pra isso” e do “o maior prazer é contratar, o pior é demitir” ao incentivo que falta pra indústria comparado ao Agro, e ao “você pode chamar qualquer gurizinho de Vaqueiro e ele fica feliz”

O Evandro, lembra ele, fala que o pequeno e médio empreendedor não é valorizado, e a indústria precisa de incentivo como o Agro tem (financiamento, prazo), e ele cita que no Simples Nacional, quando você estoura, o custo da folha de pagamento dobra junto com os encargos, e limita o crescimento, e ele fala que “se a gente tivesse os incentivos que o Agro tem, a gente gerava muito mais emprego”, e segundo ele, e o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram no AdamiCast, é que o empreendedor “tem que fiscalizar, não tinha que dar e a pessoa catar aqui e desviar”, e o Evandro fala que o público que veste Os Vaqueiros vai do pai ao moleque, à filha, e provavelmente os netos, e a marca tá enraizada, e “você pode passar qualquer gurizinho e chamar de Vaqueiro, tudo bem, tudo bem, fica feliz”, e ele cita o parceiro da França (um cara que veio do rodeio e introduziu o rodeio na Europa, e tá comprando as coisas deles e levando pra lá), e segundo o Evandro, eles querem ir pra França, pros Estados Unidos, e pra Nordeste (onde o vaqueiro é forte, a vaquejada), e a frase que ele mais repete é que o maior prazer é contratar e o pior é demitir, e que “a gente nasceu pra isso, é o que move tudo”.

Onde encontrar

Os Vaqueiros atende como marca de moda Country em Junqueirópolis (sede), Inúbia Paulista e Wenceslau, SP, com 14 anos de história, com mais de 300 itens no portfólio, com mais de 1000 pontos de venda, com 14-15 mil camisas no Camarote Brahma de Barretos por 5 anos consecutivos, com 100% produção própria depois da pandemia, com mais de 220 funcionários (150 em Junqueirópolis, 38 em Inúbia Paulista, 35 em Wenceslau), com equipamento de R$2 milhões, com 2.000m² de área construída na sede, com bordado, costura, corte, desenvolvimento, produção e qualidade dominados internamente, com a marca original de Presidente Prudente (Rodeio dos Campeões), com Evandro das vendas (16 anos) e Rinaldo da fábrica (desde 94), e com a frase que eles mais repetem, de que o maior prazer é contratar e o pior é demitir. Acompanhe pelo Instagram dos Vaqueiros @osvaqueirosoficial. Se você quer empreender no interior, segundo o Evandro, o que vale é focar em gerar emprego e reinvestir na empresa, e segundo ele, é o que ele mais fala, e segundo ele, é o que o Pedro e a Mariana, segundo ele, mais admiram no AdamiCast, de que “empresário pobre, empresa rica”, e de que a indústria precisa de incentivo, e de que vale a pena ter a marca enraizada, e de que vale a pena ter a amizade dos clientes.

Resumo do episódio

Evandro Rizzo e Rinaldo Picinini, fundadores da marca Os Vaqueiros, contam como nasceu a empresa em uma conversa de madrugada em um posto de gasolina após uma festa de rodeio. A história passa pela aquisição da marca original de Presidente Prudente, pela combinação de conhecimentos em vendas e produção, pelo crescimento através do patrocínio de eventos, pela transformação da produção em 100% própria após a pandemia, e pelas operações em três cidades com mais de 220 funcionários.

Principais aprendizados

  • A origem da marca Os Vaqueiros aconteceu numa madrugada de 4h numa conversa entre amigos que se conheceram através do patrocínio da Seruva, durante 2 anos de parceria que solidificou a amizade.
  • O nome Os Vaqueiros já existia em Presidente Prudente como marca do Rodeio dos Campeões, e foi adquirido através de royalty por um tempo antes de ser comprado.
  • A empresa começou com camisetas, evoluiu para camisas e calças, e hoje possui mais de 300 itens no portfólio com presença em mais de 1000 pontos de venda.
  • A pandemia marcou a transformação de uma produção terceirizada para 100% própria, com domínio interno de bordado, costura, corte, desenvolvimento, produção e qualidade.
  • A empresa opera com 150 funcionários em Junqueirópolis, 38 em Inúbia Paulista e 35 em Wenceslau, totalizando mais de 220 colaboradores, com investimento em equipamentos de R$2 milhões.

Perguntas respondidas neste episódio

Como começou a marca Os Vaqueiros?

A marca nasceu de uma conversa entre amigos na madrugada de 4h da manhã, saindo de um rodeio, no posto Queirós. Evandro, que trabalhava com vendas, e Rinaldo, que tinha uma fábrica de uniformes, se conheceram através do patrocínio da Seruva. Após 2 anos de parceria que solidificou a amizade, decidiram montar uma marca country juntos.

Qual é a origem do nome Os Vaqueiros?

O nome Os Vaqueiros já era utilizado em Presidente Prudente por um grupo de empresários que organizava o Rodeio dos Campeões. Evandro e Rinaldo pagaram royalty por um tempo e depois negociaram a compra da marca. O nome encaixou perfeitamente porque ambos eram muito ligados à cultura vaqueira.

Como a produção mudou depois da pandemia?

Antes da pandemia a produção era terceirizada. Após esse período, a empresa passou a ser 100% produção própria, dominando internamente todas as técnicas de bordado, costura, corte, desenvolvimento, produção e qualidade, com investimento em equipamento de R$2 milhões.

Quantos funcionários Os Vaqueiros possui?

A empresa tem 150 funcionários na sede em Junqueirópolis, 38 em Inúbia Paulista e 35 em Wenceslau, totalizando mais de 220 colaboradores distribuídos nas três unidades operacionais.

Qual é o portfólio de produtos Os Vaqueiros?

A marca começou com camisetas e evoluiu para camisas e calças. Hoje possui mais de 300 itens no portfólio, permitindo montar uma loja completa com a marca Os Vaqueiros, com presença em mais de 1000 pontos de venda.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.