Quando o Douglas Pontes Castilho conta que, em 1990, ele entrou na Santa Helena com 15 anos, e eram 6 meses na entrega de material de construção, e que, 1 metro cúbico de areia dá 250 pás com pá, e que 200 metros dá 8.000 kg, e que, aos 17 anos, o pai dele falou “você vai tocar, senão eu vou vender”, e ele tava sem carta, e ia de carro escondido por causa do delegado da rua de baixo, e a mãe dele segurava o caixa, fica difícil acreditar que, 33 anos depois, o mesmo Douglas é o proprietário da Santa Helena Home Center, e vai inaugurar a Santa Helena Design, e toca 2 CDs com 9.000 m², e faz parte do grupo GC, e exporta marca pra Tupi Paulista, e Epitácio, e Prudente. A história, contada no episódio #212 do AdamiCast, em maio de 2023, é a de quem largou a faculdade de Administração a 1 ano e 2 meses do fim, e cresceu com o próprio bairro Palmeiras, e, segundo ele, virou do dia pra noite, e, segundo ele, o “Douglas Santa Helena” que virou sobrenome, e o que ele faz, no episódio, é contar, sem filtro, o que é empreender com material de construção no interior de São Paulo.
Ao longo do bate-papo, Douglas mostrou que, antes da Santa Helena, houve a fábrica de tacos do pai, e a fazenda Santa Helena da avó devota, e o Colegial que ele cursou com a mãe no caixa, e o técnico em Contábeis que ele terminou, e a Administração que ficou pra trás, e o Fusca que o delegado percebeu, e a CNH que o delegado ajudou a tirar, e a irmã que não foi citada, e o irmão Daniel que foi pra Tupi Paulista, e depois pro frigorífico, e a Marília que fechou por logística, e a Epitácio que virou limite de 100 km, e a Prudente que virou depósito, e o grupo GC de lojistas que ele faz parte há 15 anos, e a Marmoraria, a Esquadrilha, a Móveis Planejados, o Gesso, e o LED embutido, e a mesa de mármore de 300 kg que subiu pro Plaza, e a esposa que fala pra ele terminar a faculdade. É a história de quem, segundo ele, largou a Administração, e, segundo ele, virou do dia pra noite, e, segundo ele, o Douglas Santa Helena que é 33 anos de empresa.
Da fábrica de tacos do pai aos 15 anos na entrega, e os 250 pás do 1 m³ de areia que viraram piada entre os pedreiros
Douglas entrou na Santa Helena com 15 anos, e, segundo ele, o pai tinha uma fábrica de carroceria de trator e tacos, e, segundo ele, era o que fazia pra casa, e, segundo ele, o mercado foi acabando, e, segundo ele, o pai foi montar outra coisa, e, segundo ele, montou o material de construção, e, segundo ele, com o nome Santa Helena, e, segundo ele, o nome veio da fazenda do pai, e, segundo ele, a avó era devota de Santa Helena, e, segundo ele, a família inteira ficou devota, e, segundo ele, e, segundo ele, e ele começou na entrega, e, segundo ele, 6 meses, e, segundo ele, carregando com pá e descarregando com rodo, e, segundo ele, e, segundo ele, e a piada que ele conta pros pedreiros é que 1 m³ de areia dá 250 pás, e, segundo ele, 200 m dá 8.000 kg, e, segundo ele, na 80ª pá parece que não acaba mais, e, segundo ele, e, segundo ele, e ele brinca, e, segundo ele, os pedreiros nunca sabem o número, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é que essa parte ficou na memória pra sempre.
Foi quando, em 1993, segundo ele, o pai dele quis mexer com a fazenda, e, segundo ele, formar pasto, e, segundo ele, o pai falou “você vai tocar, senão eu vou vender”, e, segundo ele, ele falou “eu vou tocar”, e, segundo ele, e isso já faz 33 anos, e, segundo ele, e ele tava com 17 anos, e, segundo ele, tava no Colegial, e, segundo ele, faltava 1 ano pra faculdade, e, segundo ele, e a mãe ajudava no caixa, e, segundo ele, a mãe trabalhava com ele, e, segundo ele, e o pai ficava 15 dias fora, e, segundo ele, e, segundo ele, e ele almoçava correndo, e, segundo ele, e ele ia pra loja, e, segundo ele, e voltava, e, segundo ele, e o início foi punk, e, segundo ele, e, segundo ele, e ele fez o técnico em Contábeis, e, segundo ele, e a Administração ele parou a 1 ano e 2 meses do fim, e, segundo ele, e, segundo ele, e a esposa fala pra ele voltar, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o começo da Santa Helena.
Do Fusca sem carta e do delegado da rua de baixo, ao irmão Daniel em Tupi Paulista, e a Marília que fechou por logística
Douglas não tinha carta, e, segundo ele, ele morava perto da loja na Rua Amazonas, e, segundo ele, ele ia por trás, e, segundo ele, e chegava na loja, e, segundo ele, e o delegado da rua de baixo, e, segundo ele, ele não cita o nome, e, segundo ele, o delegado percebeu que ele saía de carro, e, segundo ele, e chamou ele e a mãe, e, segundo ele, o delegado falou “você não tem carta, falta 3 meses pra 18 anos”, e, segundo ele, ele tinha feito as aulas, e, segundo ele, o delegado falou “dá uma maneirada”, e, segundo ele, e na prova, e, segundo ele, o delegado foi junto no Fusca do instrutor, e, segundo ele, e fez rampa, baliza, e, segundo ele, e a Av. Vargas ida e volta, e, segundo ele, e ele tirou a carta, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é a história do Fusca e do delegado.
Foi quando, segundo ele, a empresa cresceu, e, segundo ele, ele abriu Tupi Paulista, e, segundo ele, o irmão Daniel foi pra lá tocar, e, segundo ele, o Daniel não se identificou com o comércio, e, segundo ele, e o Daniel foi pro frigorífico, e, segundo ele, e a empresa foi pra Marília, e, segundo ele, ficou bastante tempo, e, segundo ele, e Marília dava 200-230 km de Dracena, e, segundo ele, a logística era complexa, e, segundo ele, eles centralizavam numa sexta, e, segundo ele, levavam um caminhão carregado de Dracena pra Marília, e, segundo ele, e traziam um de Marília pra Dracena, e, segundo ele, e o material vinha tudo pra Dracena pra ser distribuído, e, segundo ele, e Marília fechou, e, segundo ele, e a empresa foi pra Epitácio, e, segundo ele, que dá 100 km, e, segundo ele, e a Prudente virou depósito, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é a lógica da logística dos 100 km.
Dos 2 CDs com 9.000 m² ao grupo GC de 13 lojas, e a inauguração da Santa Helena Design 15 dias depois da gravação do episódio
Hoje, em 2023, segundo ele, a Santa Helena tem 2 CDs, e, segundo ele, que somam 9.000 m², e, segundo ele, e o estoque é grande, e, segundo ele, principalmente de porcelanato e louça, e, segundo ele, e ele faz parte do grupo GC há 15 anos, e, segundo ele, o grupo é de lojistas, e, segundo ele, são 13 lojas, e, segundo ele, tem Marmoraria, Esquadrilha de alumínio, Móveis Planejados, Gesso, e, segundo ele, e LED embutido, e, segundo ele, e os arquitetos indicam produto, e, segundo ele, e os profissionais atendem o público final, e, segundo ele, e a mesa de mármore de 300 kg que subiu pro Plaza, e, segundo ele, e o Adolfo colocou com guindaste, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o grupo GC e a união dos lojistas.
Foi quando, em maio de 2023, segundo ele, vai ser inaugurada a Santa Helena Design, e, segundo ele, 15 dias depois da gravação, e, segundo ele, a loja nova é mais voltada pra acabamento, e, segundo ele, mais compacta, e, segundo ele, sem gôndolas, e, segundo ele, mais show room, e, segundo ele, e o segmento é acabamento, e, segundo ele, e o que muda é que não tem toda a gama de material, e, segundo ele, e, segundo ele, e ele citou a feira Revestir, e, segundo ele, a tendência de porcelanato de 3,5 m x 1,20 m, e, segundo ele, e a tendência de tijolinho, patchwork, e, segundo ele, e metais preto, cromado, dourado, Rosé Gold, e, segundo ele, e o que ela cita, no episódio, é o retrô mais moderno, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o que é o acabamento hoje.
Do varejo que virou sobrenome ao próprio bairro Palmeiras que cresceu junto, e os 33 anos da Santa Helena de Dracena
Hoje, segundo ele, ele é conhecido como Douglas Santa Helena, e, segundo ele, virou sobrenome, e, segundo ele, e a marca é forte, e, segundo ele, e o próprio bairro Palmeiras cresceu junto, e, segundo ele, era tudo mato, e, segundo ele, e a Dracena cresceu, e, segundo ele, e a cidade é bem planejada, e, segundo ele, e a gente tem de tudo, e, segundo ele, e o consumidor volta à loja, e, segundo ele, depois da pandemia, e, segundo ele, o brasileiro gosta de pôr a mão, e, segundo ele, e, segundo ele, e o grupo de WhatsApp da loja é o que manda, e, segundo ele, e, segundo ele, e a esposa fala pra ele terminar a faculdade, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o que é o varejo de material de construção.
Hoje, segundo ele, a tendência muda muito rápido, e, segundo ele, e a feira Revestir mostrou, e, segundo ele, e a tendência de porcelanato grande, e, segundo ele, e a tendência de tijolinho voltando, e, segundo ele, e patchwork, e, segundo ele, e metais preto, e, segundo ele, e metais cromado, e, segundo ele, e metais dourado, e, segundo ele, e Rosé Gold, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é o retrô mais moderno, e, segundo ele, e, segundo ele, e o consumidor de cidade pequena, segundo ele, antecipa a compra, e, segundo ele, e, segundo ele, e o cliente plastifica e guarda, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele cita, no episódio, é a diferença da cidade pequena, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e, segundo ele, e o que ele faz, no episódio, é contar, sem filtro, o que é ser o Douglas Santa Helena, e, segundo ele, hoje.
Onde encontrar
Douglas Pontes Castilho é proprietário da Santa Helena Home Center, e mora em Dracena, e toca a loja há 33 anos, e tem 2 CDs com 9.000 m², e inaugurou a Santa Helena Design em 2023, e faz parte do grupo GC de lojistas. No Instagram, segue a @santahelena.homecenter, e o @douglaspontescastilho.
Resumo do episódio
Douglas Castilho começou aos 15 anos na entrega de material de construção na Santa Helena, em 1990, e aos 17 anos assumiu a empresa quando o pai decidiu sair do negócio. Ao longo de 33 anos, expandiu de um pequeno comércio local para uma rede com 2 centros de distribuição de 9.000 m², integrou o grupo GC de 13 lojas especializadas, e inaugurou a Santa Helena Design focada em acabamentos e tendências de design. A trajetória revela como o varejo de material de construção em cidade pequena funciona, desde os desafios logísticos até as mudanças rápidas de tendências de mercado.
Principais aprendizados
- Começar muito jovem sem formação completa é possível quando há demanda real e mentor familiar disponível para delegar responsabilidades.
- A logística é fator crítico em cidades pequenas, e empresas expandem ou fecham filiais conforme a distância torna a operação inviável.
- Associações comerciais como o grupo GC permitem que pequenos varejistas compitam oferecendo serviços complementares integrados, de marmoraria a móveis planejados.
- O varejo de material de construção em cidades pequenas tem comportamento diferente: clientes compram com antecedência e guardam produtos, antecipando necessidades.
- A marca pessoal do empreendedor pode se tornar sinônimo da empresa, gerando reconhecimento no bairro e na cidade onde ela nasceu e cresceu.
Perguntas respondidas neste episódio
Como funciona a logística do varejo de material de construção em cidades pequenas?
Em cidades afastadas, a logística exige centralização: material chega em um ponto e é distribuído para outras filiais por caminhão em dias fixos. Quando a distância fica muito grande, como ocorreu com Marília a 200-230 km, a operação se torna complexa e pode inviabilizar a filial.
Qual é a diferença entre o consumidor de cidade pequena e o de cidade grande em material de construção?
O consumidor de cidade pequena antecipa compras e as estoca. Ele plastifica e guarda produtos para futuras obras, diferente do consumidor urbano que compra conforme necessita, o que influencia o modelo de estoque das lojas.
Qual é a composição do grupo GC que a Santa Helena integra?
O grupo GC é uma associação de 13 lojas especializadas em diferentes segmentos complementares: material de construção, marmoraria, esquadrilha de alumínio, móveis planejados, gesso e LED embutido. Arquitetos indicam produtos e profissionais atendem o público final.
Quais são as tendências atuais em acabamento e porcelanato?
As tendências incluem porcelanato em formatos grandes como 3,5 m x 1,20 m, volta do tijolinho, patchwork, e metais em cores variadas como preto, cromado, dourado e Rosé Gold. O estilo é descrito como retrô mais moderno, com design que mescla o antigo e o contemporâneo.
Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.