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30 anos do Restaurante Parati em Parapuã: o casal Stucchi, o sushi que mudou a cidade e a equipe que virou família | AdamiCast #120

07 de junho de 2022 • 6 min de leitura

Este texto vem do episódio #123 do AdamiCast

Osmar e Gislaine Stucchi são proprietários do Restaurante Parati e Stucchi Sushi, em Parapuã, SP. O Parati completava 30 anos de história no momento da conversa — fundado pelo pai do Osmar e tocado pela família desde então. A Gislaine entrou no negócio como agregadora e, ao longo de 17 anos, foi quem transformou o cardápio ao trazer o sushi para uma cidade onde, até pouco tempo, não se comia comida japonesa. Hoje o casal administra o restaurante de porta aberta e opera o Stucchi Sushi como delivery, com uma equipe de mais de uma década de casa.

30 anos do Parati e a cidade que mudou em volta

O Restaurante Parati nasceu com o pai do Osmar, há 30 anos. Depois do falecimento do patriarca, o negócio continuou com a família, e o Osmar foi tomando a operação. “O pai dele faleceu e o restaurante existe já 30 anos esse ano. Em outubro vai completar 30 anos de existência, de tradição”, conta o Pedro. O próprio Pedro aproveita pra marcar presença na festa de aniversário: “Dia 10 vocês vão levar lá, já tá convidado”.

Ficar 30 anos no mesmo endereço em cidade pequena é feito raro. A própria Parapuã mudou de perfil nesses três décadas, e o restaurante virou referência de cardápio e ponto de encontro. “Não é fácil ficar 30 anos no mercado, e a Gi veio pra agregar ainda mais algumas coisas”. A chegada da Gislaine ao negócio, mais ou menos em 2010, coincidiu com a fase de expansão da casa.

A Gislaine entrou pro negócio e mudou o cardápio

A história do Parati se divide em antes e depois da Gislaine. Quando ela chegou, o cardápio era de comida caseira forte — arroz temperado, feijoada, bifê de carne e frango, comida que mantinha a freguesia histórica. “Era a comida da minha mãe, que aprendeu com a mãe dela”, lembra o Osmar. Mas a Gislaine trouxe outra experiência, e a decisão de diversificar mudou a cara da casa. O primeiro movimento foi o sushi, numa cidade que não tinha o produto.

A relação entre os dois também é parte do crescimento. “A gente se conhece há 17 anos, e a Gi veio agregar mais ainda. A gente já construiu essa tradição. Ficar 30 anos no mercado, e não é fácil, qualquer um é”. O casal tem 17 anos de união, filhos que já cresceram e hoje já têm seus próprios filhos. A marca é literalmente familiar.

O sushi que não existia em Parapuã — virou referência

A decisão de trazer o sushi para Parapuã foi um risco calculado. “Não tinha sushi na cidade, na nossa região mesmo. Eu falei pra ele, achei que você fazia, não fazia. Fiquei assustado, não tinha sushi na nossa região, não era comum como hoje tá”, conta o Pedro, lembrando o início. O casal pegou a referência pioneira do Colonial (um dos primeiros restaurantes a investir em sushi na região) e decidiu diversificar também — o Parati virou um dos primeiros a ter variedade no japônes fora da capital.

O formato de operação é simples: o Parati é o salão de porta aberta, com o cardápio tradicional junto com a linha oriental. O Stucchi Sushi é delivery, focado em sushi. “A gente tá fazendo churrasco e sushi num só lugar, com dois lugares — um aberto ao público e um delivery. Tínhamos três, um fechou recentemente, mas o esquema funciona bem”. O cardápio do Parati é amplo: tem o bifê de carne e frango (clássico da casa), comida oriental, sushi, e a feijoada da irmã do Osmar, que a cliente frequenta mesmo no frio.

Equipe que virou família e o teste da pandemia

Manter a casa rodando por 30 anos em cidade pequena exige uma equipe tão sólida quanto a família. Gislaine conta que o padrão de atendimento e aú cozinha foram construídos ao longo de décadas, com funcionários antigos que viraram parte da estrutura. “O padrão continua o mesmo. Mesmo se eu não tá lá, a equipe segue o roteiro certinho porque foi ensinado assim”. O cuidado com o treinamento, segundo ela, é o que faz o cliente voltar.

A pandemia foi o teste mais difícil. Em 2020, Osmar pegou COVID, ficou isolado e comprometeu 50% do pulmão. Gislaine continuou tocando o restaurante praticamente sozinha, com a equipe segurando a barra. “A equipe foi muito forte comigo. Eles viam que eu não tava bem, mas eu também não queria demonstrar. Tinha que manter a porta aberta, não tinha pra quem jogar a responsabilidade”. Foi a hora de ver se a estrutura montada em 30 anos aguentava o tranco. Aguentou. Hoje o casal fala do episódio como prova de que a equipe não é só funcionária — é parte da casa.

Onde encontrar

Osmar e Gislaine Stucchi operam o Restaurante Parati e o Stucchi Sushi em Parapuã, SP, com salão de porta aberta e delivery. O cardápio vai de comida caseira tradicional (bifê, feijoada, arroz temperado) a sushi e cozinha oriental. Para acompanhar a rotina, pratos novos e bastidores, o Instagram principal da casa é o do negócio: @restauranteparatiestucchisushi. O perfil pessoal da Gislaine é @gislainestucchi. Para reservas, delivery ou eventos fechados, o caminho é o direct em qualquer um dos perfis.

Resumo do episódio

O casal Osmar e Gislaine Stucchi comanda o Restaurante Parati em Parapuã há 30 anos, negócio fundado pelo pai de Osmar. Gislaine transformou o cardápio ao introduzir sushi em uma cidade onde a comida japonesa não existia, diversificando a oferta de comida caseira tradicional. O episódio mostra como a equipe consolidada ao longo de décadas e a parceria do casal mantêm o restaurante como referência local, especialmente após superar os desafios da pandemia.

Principais aprendizados

  • Permanecer 30 anos no mesmo endereço em cidade pequena é feito raro e exigiu adaptação constante do cardápio às mudanças da região.
  • A introdução de sushi em Parapuã foi um risco calculado que se transformou em diferencial, pois a cidade não tinha esse produto na época.
  • O padrão de atendimento e funcionamento estabelecido ao longo de décadas permite que a equipe execute as rotinas corretamente mesmo na ausência dos proprietários.
  • A pandemia testou a estrutura montada em 30 anos quando Osmar ficou gravemente enfermo e Gislaine tocou o restaurante praticamente sozinha.
  • Uma equipe com mais de uma década de casa é considerada parte da família e não apenas funcionários, fundamental para a sobrevivência do negócio.

Perguntas respondidas neste episódio

Como surgiu a ideia de trazer sushi para Parapuã?

O sushi não existia na cidade e na região no momento em que Gislaine chegou ao negócio. O casal se inspirou em pioneiros como o Colonial e decidiu diversificar o cardápio, transformando o Parati em um dos primeiros restaurantes a oferecer variedade de comida japonesa fora da capital.

Como funciona a operação entre Parati e Stucchi Sushi?

O Parati opera como salão de porta aberta com cardápio que combina comida caseira tradicional e comida oriental. O Stucchi Sushi funciona como delivery focado especificamente em sushi. Ambos compartilham a estrutura operacional e os conhecimentos do casal.

O que mantém o padrão de qualidade quando os proprietários não estão no restaurante?

O padrão de atendimento e funcionamento foi construído ao longo de décadas e ensinado à equipe, permitindo que funcionários antigos executem as rotinas corretamente mesmo na ausência dos donos. O cuidado com o treinamento é o que faz o cliente voltar.

Como a equipe comportou-se durante a pandemia quando Osmar ficou doente?

Quando Osmar contraiu COVID e ficou isolado, comprometendo 50% do pulmão, Gislaine tocou o restaurante praticamente sozinha, mas a equipe foi muito forte nesse período. Isso provou que a estrutura montada em 30 anos aguentava o tranco e que a equipe era parte da casa, não apenas funcionários.

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Este texto foi gerado por Inteligência Artificial com base na transcrição do episódio do AdamiCast.